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Estratégia pode ajudar a Meta a impedir que plataformas de terceiros, como a OpenSea, ganhe força demais nesse segmento
Na tentativa de capitalizar a mania digital colecionável que invadiu o mundo, a Meta pode em breve permitir que seus usuários criem e vendam tokens não fungíveis (NFTs).
De acordo com o Financial Times, as equipes do Facebook e do Instagram estão projetando recursos que permitirão que os usuários exibam NFTs em seus perfis de rede social e também os ajudem a criar os tokens colecionáveis.
Um mergulho nesse mundo faria sentido, pensando na estratégia de longo prazo da Meta. A partir da oferta NFTs , a empresa pode criar uma estrutura para que os usuários do metaverso — uma das grandes apostas do grupo no longo prazo — possam vender produtos digitais exclusivos.
Além disso, o passo pode ajudar a Meta a impedir que plataformas de terceiros, como o mercado da OpenSea, ganhem força demais se as NFTs provarem ser mais do que uma tendência de curta duração.
A corrida pelo NFT já começou em outras plataformas de mídia social. O Reddit já iniciou contratações para sua plataforma NFT planejada em outubro, enquanto o Twitter supostamente está mexendo em sua nova seção “Colecionáveis”, que permite aos usuários exibirem seus itens não fungíveis.
No início deste mês, a gigante do varejo Walmart registrou marcas sugerindo que pode iniciar vendas e compras de NFTs para clientes.
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Algumas celebridades também entraram para este universo, incluindo a ex-primeira-dama Melania Trump e o quarterback do Tampa Bay Buccaneers, Tom Brady. A plataforma Autograph NFT, de Brady, recentemente arrecadou US$ 170 milhões para sua mostra centrada em atletas.
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