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Analista afirma que esse é o momento de comprar cotas do FII que já entregou rendimentos 4 vezes maiores que o Ifix, o índice de referência de fundos imobiliários. Entenda
Se você foi ao supermercado recentemente, é possível que tenha se assustado com os preços dos produtos da cesta básica. Segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o custo da cesta básica correspondeu a cerca de 58,54% do valor líquido do salário mínimo no mês de agosto.
Sendo assim, não surpreende que muitos brasileiros trabalhem jornadas duplas ou até triplas, na tentativa de compor a renda de casa e diminuir o peso das compras do mês no orçamento.
A situação fica ainda pior quando contabilizamos os gastos extras: escola dos filhos, curso de inglês, viagem de fim de ano… sem contar os impostos, que “comem” uma fatia significativa dos rendimentos mensais. Fica difícil dar conta de pagar todas as despesas com um salário só.
Uma solução bastante conhecida para quem quer complementar a renda é poupar dinheiro para comprar um ou mais imóveis, e passar a vida embolsando os aluguéis.
Por mais que essa seja uma opção instigante, às vezes o tiro acaba saindo pela culatra: os custos de manutenção de um imóvel e os impostos recorrentes podem atrasar mais ainda o sonho da autonomia financeira.
Existe uma alternativa para aqueles que buscam se beneficiar do mercado imobiliário sem dor de cabeça. Os FIIs, ou Fundos Imobiliários, permitem que os cotistas sejam donos de “pedaços” de imóveis, que rendem dividendos todo mês. É o equivalente a ter um salário extra sem precisar trabalhar mais, ou receber um aluguel sem ter que se preocupar com a manutenção de um imóvel.
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Os FIIs ainda têm mais uma vantagem: seus rendimentos são isentos de Imposto de Renda. Isso quer dizer que, ao investir em FIIs, você tem acesso a um rendimento líquido pingando na sua conta todo mês, livre de tributação. É o tipo de investimento que pode pagar sua viagem de fim de ano, sem precisar fazer hora extra no trabalho.
Mas preciso dizer que, como todo tipo de investimento, os FIIs requerem cautela. É preciso estar atento para separar o joio do trigo e saber a hora certa de comprar e vender, para não correr o risco de levar prejuízo ou acabar em alguma “cilada”.
Caio Araujo, analista especializado em FIIs, identificou uma janela de oportunidade para a compra de um FII que bate o índice de referência (Ifix) desde 2020. O seu valor de compra está abaixo do seu valor patrimonial, o que significa que o fundo está extremamente descontado.
Graças à sua gestão competente, feita por uma gestora referência no segmento de crédito, os rendimentos do fundo em questão se mantiveram atrativos mesmo durante 2020. Durante a pandemia, boa parte do mercado imobiliário sofreu graças ao abandono das lajes corporativas em benefício do home office. E a alta dos juros em 2022 dificultou o cenário para ativos de renda variável.
Caio Araujo argumenta que a recente queda nos preços das cotas é uma assimetria, já que o fundo é de primeira linha. Esse FII foi prejudicado pelo anúncio da perspectiva da deflação, que afeta diretamente os rendimentos de fundos indexados ao IPCA.
O que o mercado não levou em conta é que a carteira desse fundo é bem dividida entre CDI e IPCA. Como o CDI segue de perto a taxa Selic, o FII também se beneficia do aumento da taxa de juros, e a tendência é que os seus dividendos fiquem protegidos apesar da deflação.
A desvalorização é uma “irracionalidade”, na visão de Caio Araujo: comprar cotas de FII por um preço tão abaixo do esperado seria o equivalente a pagar R$ 50 por uma nota de R$ 100.
Mas atenção: O analista alerta que esse tipo de distorção se corrige a médio prazo, e os preços das cotas tendem a convergir a seu valor patrimonial. É por isso que falamos que o que se vivencia no momento é uma janela de oportunidade – é preciso comprar as cotas enquanto elas estão baratas para economizar e aproveitar os rendimentos.
E por falar em rendimentos, desde a sua estreia na bolsa, esse FII já entregou um retorno de 18,11%, contra 4,35% do Ifix e 12,30% do CDI no mesmo período. O fundo também chama atenção entre seus pares, com um dividend yield de 12,8% nos últimos 12 meses, superando FIIs semelhantes.
“O fundo está sendo negociado com desconto em relação aos seus pares, com perspectivas de manutenção dos proventos no patamar de dois dígitos nos próximos doze meses e possibilidade de ligeiro ganho de capital”, explica o analista.
O fundo também chama atenção por ser composto por devedores conhecidos, o que faz seu risco de crédito ser considerado baixo a moderado. Ou seja, o momento é propício para se tornar cotista de um FII bem administrado, com risco atrativo e que está descontado.
Caio Araujo detalhou sua tese a respeito do FII em um relatório, que está sendo disponibilizado como cortesia para os leitores do Seu Dinheiro/Money Times.
É importante lembrar que o fundo está barato, mas a tendência é que o preço das cotas volte a subir em breve, já que o mercado tende a corrigir esse tipo de assimetria. Por isso, é importante investir o mais rápido possível e garantir um bom negócio antes que o fundo valorize.
Acesse o link para baixar o relatório e conheça o FII que pode fazer toda a diferença na sua vida financeira. Pode ser que até o fim do ano sua viagem de réveillon se pague sozinha.
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