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Em sua sexta rodada de sanções contra a Rússia, a União Europeia deu seis meses para que os países do bloco substituam as importações do petróleo russo

Tornar-se menos dependente da energia fornecida pela Rússia é uma missão ingrata para a União Europeia (UE). Ainda assim, os representantes do bloco não podem ser criticados por falta de tentativa.
A Comissão Europeia, braço executivo da UE, apresentou hoje uma nova rodada de sanções contra o Kremlin. As medidas incluem um plano para eliminar gradualmente as importações de petróleo russo pelos membros do bloco.
Nos mercados futuros, a cotação do barril do petróleo disparou. O petróleo do tipo Brent subia mais de 4%, flertando com a marca de US$ 110 por barril na manhã de hoje.
Não se trata de algo trivial. A União Europeia é altamente dependente do petróleo e do gás natural fornecidos pela Rússia.
Segundo dados de 2020, a Rússia respondia por 25% de todo o petróleo importado pelos países que integram a União Europeia.
Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, Bruxelas tem imposto sanções a Moscou, mas vinham evitando medidas que envolvessem commodities energéticas.
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“Sejamos claros: não vai ser fácil”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, durante discurso no Parlamento Europeu nesta quarta-feira.
“Alguns Estados membros são fortemente dependentes do petróleo russo. Mas nós simplesmente temos que trabalhar nisso. Propomos agora a proibição do petróleo russo. Esta será uma proibição completa de importação do petróleo russo”, acrescentou ela.
Pelo plano, dentro de seis meses, a União Europeia não receberá mais remessas marítimas nem de oleodutos operados pela Rússia. A medida abrange tanto o petróleo cru quanto o produto refinado.
A imposição de sanções ao petróleo russo ganhou força esta semana, depois que a Alemanha anunciou a intenção de tornar-se independente do petróleo russo ainda este ano.
Entretanto, a Comissão Europeia prevê exceções. Eslováquia e Hungria, por exemplo, dependem quase totalmente da energia fornecida pela Rússia.
Von der Leyen não anunciou detalhes sobre as exceções, mas funcionários da UE disseram à CNBC que Hungria e Eslováquia devem ter um prazo maior para substituir as importações de petróleo.
Segundo Von der Leyen, o prazo de seis meses para a maioria dos países da UE daria tempo para os mercados de commodities se ajustarem às sanções.
*Com informações da CNBC.
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