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Seis aviões de transporte Y-20 da Força Aérea Chinesa supostamente carregavam sistemas de mísseis terra-ar HQ-22, que podem atingir alvos a até 150 km

Quem tem um amigo, tem tudo — e este parece ser o caso de Vladimir Putin. A China, que vem defendendo o diálogo para colocar fim à guerra na Ucrânia, fez neste final de semana uma entrega secreta de armas que pode beneficiar Moscou no conflito.
Quem recebeu um sofisticado sistema antiaéreo chinês em uma operação velada foi a Sérvia — uma aliada de longa data de Vladimir Putin, com quem a Rússia mantém laços étnicos, linguísticos e religiosos.
O presidente sérvio, Aleksandr Vucic, foi reeleito na semana passada. E, embora seu país tenha votado nas Nações Unidas pela condenação da invasão russa, Vucic evita críticas a Putin e mantém boas relações com Moscou.
A entrega de armas foi vista por especialistas como uma demonstração do crescente alcance global da China.
Os Y-20 são equivalentes aos norte-americanos C-17, símbolo da projeção global dos EUA. Segundo observadores, eles voaram com seus sistemas de contramedidas militares prontos para uso.
Especialistas em mídia e militares disseram no domingo (10) que seis aviões de transporte Y-20 da Força Aérea Chinesa pousaram no aeroporto civil de Belgrado no início do sábado (09).
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As aeronaves supostamente carregavam sistemas de mísseis terra-ar HQ-22 para os militares sérvios.
Os HQ-22 são usados pelo Exército de Libertação Popular chinês e sua versão de exportação é o FK-3; eles podem atingir alvos a até 150 km, sendo semelhantes aos S-300 russos, usados pelos dois lados na guerra da Ucrânia.
Além de uma aliada da Rússia, a Sérvia tem uma questão territorial importante, que alimenta preocupações dos europeus em uma possível escalada de tensão nos Balcãs.
Para entender o caso, precisamos voltar na história. A partilha da Iugoslávia nos anos de 1990 resultou em uma federação centrada na Sérvia.
O conflito passou por uma Eslovênia independente em 1991 até chegar à sangrenta guerra civil entre sérvios, croatas e muçulmanos da Bósnia-Herzegóvina.
Mas o nó na garganta de Belgrado é Kosovo, província de maioria albanesa que virou um país devido à intervenção militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), em 1999.
Naquela guerra, o que sobrou da Iugoslávia — Sérvia, Montenegro e Kosovo — foi bombardeada até a cessão do controle da então província.
Com tudo isso, há a especulação de que a Sérvia pode tentar recuperar o controle sobre a região, sob o apoio russo e, quem sabe, chinês.
*Com informações da AP e da Folha
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