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Mesmo com centenas de sanções dos países ocidentais, a Rússia tem tentado manter a sua moeda forte e ajuda o rublo a se recuperar
Antes mesmo da invasão russa à Ucrânia começar, os Estados Unidos e a União Europeia já estavam a postos para tentar convencer a Rússia a recuar sem pegar em armas – com sanções econômicas capazes de jogar o país de Vladimir Putin em uma crise econômica sem precedentes.
Desde o início da guerra, centenas de medidas foram tomadas para minar os recursos do país e de sua elite econômica, mas parece que a Rússia encontrou força para evitar o pior cenário.
Ao contrário do que ocorreu nas primeiras semanas de conflito, o rublo, moeda oficial do país, tem recuperado terreno, mesmo com a perspectiva de queda de 15% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2022, de acordo com o Instituto Internacional de Finanças (IIF), e o aviso de diversas agências de análise de risco sobre a possibilidade de um calote generalizado da dívida do país.

A recuperação inesperada da moeda não passou despercebida pelo governo americano. Para a Casa Branca, existe uma manipulação cambial em curso impedindo que a moeda recue, mas o movimento não deve ser sustentável no longo prazo.
Para tentar segurar a crise inevitável, o banco central russo elevou a taxa de juros de 9,5% ao ano para 20%, além de implementar um funcionamento limitado para a bolsa de Moscou, reduzindo a oportunidade de retirada de capital do país. Além disso, as exportadoras precisam manter 80% de suas receitas na moeda local. Vale citar que, desde então, o BC russo cortou a taxa para 17%.
A decisão mais recente e que também ajuda a explicar a recuperação do rublo é a obrigatoriedade de pagamento em rublos para importações de gás e petróleo feitas por países considerados "inimigos".
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Nem todo mundo aceitou a proposta, e muitos países seguem realizando o pagamento em euros e dólares. Mas como maior exportador de energia do mundo, a Rússia segue tendo cartas na manga, como oferecer as commodities por um preço atrativo para aqueles que pagam em rublos. É o caso da Índia, que aumentou consideravelmente a importação do petróleo russo para aproveitar a "liquidação".
Para manter o rublo vivo, o país também fixou o preço do ouro em 5 mil rublos por grama (cerca de US$ 61), ganhando tempo e força para a moeda local. A paridade com o ouro não era utilizada por um país desde 1999, quando a Suíça foi a última nação a encerrar o uso do modelo.
Com o funcionamento limitado desde o início da guerra, a bolsa de Moscou também conta com uma operação especial para evitar uma fuga de capital ainda maior.
Investidores estrangeiros de países considerados "inimigos" não podem vender ações e movimentar fundos de investimentos. A população local também está proibida de fazer operações cambiais trocando rublos por outra moeda estrangeira.
*Com informações do Yahoo Finance.
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