O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A inflação castiga não só o Brasil, mas todo o mundo. De onde vem a pressão nos preços, o que os bancos centrais estão fazendo e o que esperar daqui para frente? Este é o tema do podcast Touros e Ursos desta semana
Aonde quer que a gente vá, só se fala nele, o visitante indesejado que retornou: o dragão da inflação. Efeito do pós-pandemia e otras cositas más, como crise hídrica e conflitos geopolíticos, a alta generalizada dos preços desta vez não é apenas um fenômeno brasileiro ou latino-americano, mas sim global.
Seria engraçado, se não fosse trágico, ver a preocupação da população europeia ou americana com índices inflacionários na casa dos 5%, 6%, 7% num período de 12 meses, como tem ocorrido ultimamente. Afinal, para a nossa realidade de país emergente, uma inflação dessas é mediana ou até boa, dependendo das circunstâncias.
Mas fato é que os países ricos não estão acostumados, e o dragão, embora menor que o nosso, preocupa e já provoca alguns estragos na economia, o suficiente para deixar os bancos centrais em alerta.
Na Inglaterra, onde São Jorge é padroeiro, o banco central resolveu não dar bobeira e já começou a alta nos juros em dezembro, tendo elevado um pouco mais as taxas no início deste mês; na zona do euro, o Banco Central Europeu (BCE) manteve os juros zerados, para a surpresa e decepção dos mercados.
Mas os olhos de todos estão mesmo sobre os Estados Unidos. Os dirigentes do Federal Reserve, o banco central americano, vêm reiterando suas preocupações em relação às pressões inflacionárias e já sinalizaram que a alta de juros deve começar em março deste ano.
O aperto monetário na maior economia do mundo vem ditando os movimentos dos mercados, elevando os juros dos títulos do tesouro americano e as taxas futuras de juros em todo planeta, aumentando a atratividade da renda fixa, ao mesmo tempo em que diminui a das bolsas de valores - sobretudo a americana, que vem de um período de forte valorização.
Leia Também
Mercados com ações muito descontadas, como o brasileiro, vêm recebendo o capital de risco estrangeiro, o que impulsiona a bolsa e alivia o câmbio por aqui. Mas o temor é de que esse movimento não se sustente por muito tempo, já que o mar, globalmente, não está para peixe.
Pelo menos a economia brasileira se apoia na exportação de produtos cujos preços vêm subindo nessa onda inflacionária, como o petróleo e o minério de ferro. Daí a bolsa local ter se tornado, ao menos momentaneamente, interessante para o investidor gringo.
Mas e a inflação local? Aqui, o índice oficial ainda marca alta de mais de 10% em 12 meses, embora já comece a mostrar, aqui e ali, sinais de possível arrefecimento. Bem, o Banco Central brasileiro já está nessa cruzada contra o dragão há até mais tempo, aumentando juros desde o ano passado. De fato, por aqui, o ciclo de alta da Selic já está perto do fim.
A inflação foi o tema do podcast Touros e Ursos desta semana. No episódio da última sexta-feira (11), eu, Victor Aguiar e Vinícius Pinheiro discutimos as origens da atual alta de preços, o que está sendo feito para combatê-la, o que tem pesado mais no bolso do brasileiro e, afinal, quais as perspectivas de se domar o dragão. E, no final, como sempre, elegemos os nossos touros e ursos da semana.
Para ouvir a nossa conversa completa, basta apertar o play abaixo!
Alckmin disse que o governo tem dialogado com os estados, mas que não pode obrigá-los a reduzir o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o diesel importado
No início deste mês, por exemplo, houve reajuste médio de 15,46% para as tarifas da Enel Rio de Janeiro. Para a alta tensão, como grandes indústrias, a elevação foi de 19,94%
Com a commodity disparando mais de 400%, fabricantes reformulam produtos e levam consumidores a buscar alternativas aos tradicionais ovos de chocolate
Teerã adotou medidas para gerenciar o tráfego na via marítima, visando impedir que “agressores e seus parceiros” utilizem o canal para fins militares contra o território iraniano
O ranking das mais lidas do Seu Dinheiro traz as projeções do BTG para os dividendos da Vale, o alerta sobre a onda de recuperações judiciais e a sorte grande nas loterias da Caixa
Enquanto diesel e gasolina ficam mais caros, fatia de distribuidoras e postos engorda; PF investiga preços abusivos
Banco eleva projeções de inflação após alta do petróleo e alerta para impactos no real, taxa de juros e economia brasileira
Mesmo com toda a animação que cerca o evento, dias de jogo do Brasil na Copa do Mundo não são considerados feriado nem ponto facultativo
Assim como aconteceu nos dias anteriores, Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (26). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, acredita que o Brasil está bem posicionado para possíveis impactos da guerra no Irã
Investigações do caso Master continuam e brasileiros suspeitam dos Três Poderes, indica pesquisa; confira os números
O IPCA-15 de março, o relatório trimestral do BC e o conflito no Oriente Médio dão sinais aos investidores sobre o que esperar na próxima reunião do Copom; confira
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na quarta-feira (25). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.
Escalada no Oriente Médio pressiona insumos, eleva custos do agro e pode marcar início de novo ciclo de commodities, que abre oportunidade de ganhos para quem quer se expor ao segmento
Proposta eleva o limite de peso dos automóveis conduzidos por motoristas habilitados na categoria B da CNH
Banco Central (BC) esclarece em nota enviada à redação do Seu Dinheiro que, desde que a plataforma entrou no ar em 2020, o pix nunca foi suspenso
Martin Iglesias, líder em recomendação de investimentos no Itaú, conta no novo episódio do Touros e Ursos sobre como o banco ajustou sua estratégia de alocação diante das incertezas atuais
Nova etapa do Plano Brasil Soberano tem um impacto potencial sobre indústria e pequenas e médias empresas (PMEs)
Investigação aponta uso de empresas de fachada, funcionários de bancos e conversão em criptoativos para ocultar recursos
A refinaria foi privatizada durante o governo de Jair Bolsonaro. Desde a troca de comando da Petrobras, em 2023, a estatal manifesta o desejo de recomprar o ativo