O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O projeto de lei complementar irá limitar a alta nos combustíveis: ao invés de R$ 0,90 de reajuste no diesel, a correção passou para R$ 0,30 centavos
O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse neste sábado (12) que decidiu não interferir no reajuste dos preços dos combustíveis em respeito às obrigações legais da Petrobras. No entanto, governo e Congresso Nacional, já estão tomando medidas para não repassar para os consumidores toda a defasagem sofrida pela estatal com a alta do barril de petróleo.
"Olha só, eu tenho uma política de não interferir, sabendo das obrigações legais da Petrobras. E para mim, particularmente falando, é um lucro absurdo que a Petrobras tem, num momento atípico no mundo. Então, falar que estou satisfeito com o reajuste, não estou. Mas não vou interferir no mercado", disse a jornalistas após participar de um evento para "filiação em massa" de pré-candidatos a deputados federais do PL.
No evento, Bolsonaro ainda agendou o lançamento da sua pré-candidatura para o dia 26 deste mês, ou seja, daqui duas semanas.
O presidente também argumentou que a compensação nos preços dos combustíveis será concedida a partir de um Projeto de Lei Complementar (PLC). A proposta deve fazer com que nem todo o reajuste concedido pela Petrobras ao diesel — um aumento de quase 25% — chegue às bombas de combustíveis.
O chefe do Executivo acrescentou que estuda uma medida similar para a gasolina, que poderá chegar ao Legislativo na semana que vem.
"Ontem (sexta) eu sancionei por volta de 23 horas um projeto de lei complementar que, no final das contas, ao invés de R$ 0,90 de reajuste no diesel, passou para R$ 0,30. É alto? Ainda é alto, mas é, vamos assim dizer, é possível até você suportar isso daí porque a crise é mundial"
disse BolsonaroLeia Também
Para conter a alta no preço dos combustíveis, o governo federal deverá isentar parte do PIS/Cofins do diesel. Segundo números divulgados pelo próprio presidente, a União vai deixar de receber R$ 0,33 por litro, enquanto os estados deixaram de arrecadar R$ 0,27.
Ainda de acordo com o chefe do Executivo, estava previsto fazer "algo semelhante" com a gasolina.
"O Senado resolveu mudar na última hora. Caso contrário, nós teríamos também um desconto na gasolina, que está bastante alto. Se bem que é no mundo todo (a alta). Mas, se nós podemos melhorar isso aqui, não podemos nos escusar e nos acomodar. Se pudermos diminuir aqui, faremos isso", garantiu.
Vale lembrar que o presidente também zerou, até o final deste ano, os impostos federais do gás de cozinha, devido à alta dos preços.
Além da alta do preço dos combustíveis, que deve impactar também a inflação, a possibilidade de uma nova greve dos caminhoneiros volta a ser aventada por interlocutores do governo.
O chefe do executivo disse neste sábado, 12, que não conversou com os caminhoneiros sobre reajustes nos preços de combustíveis, mas afirmou estar ciente de que eles estão "chateados".
"Peço a compreensão deles. Entendo que a partir de hoje (ontem) subiu, sim, R$ 0,90 o preço do diesel, mas hoje diminuiu R$ 0,60. Espero que na ponta aqui, na bomba, esse valor se faça presente", comentou ele sobre o PLC.
A expectativa do Planalto é de que a categoria não volte a se organizar para fazer protestos contra o aumento dos combustíveis como aconteceu durante o governo de Michel Temer.
Quando questionado por jornalistas sobre se existia a possibilidade de mudar o atual presidente da Petrobras, o general Joaquim Silva e Luna, após o reajuste dos combustíveis anunciado esta semana, Bolsonaro voltou a afirmar que "todo mundo pode ser trocado", menos ele e o vice-presidente, Hamilton Mourão.
Na sequência, no entanto, Bolsonaro voltou ao tema. "Ninguém falou em trocar (o presidente da Petrobras). Você perguntou se ele pode ser trocado. Qualquer um pode ser trocado no meu governo, menos eu e o vice-presidente da República, que têm mandato", disse.
O presidente também deu a entender que não conversou com o general Luna após a decisão do comandante da Petrobras de repassar o aumento dos custos dos combustíveis no mercado externo para o mercado doméstico.
"Certas coisas não precisam comentar. Ele vai ligar para mim para perguntar 'está satisfeito com o reajuste?', Não vai. Ele sabe o que eu penso disso e o que qualquer brasileiro pensa disso", disse. "Agora, o brasileiro tem que entender que quem decide esse preço não é o presidente da República. É a Petrobras com os seus diretores e o seu Conselho", continuou.
Da mesma forma, Bolsonaro também descartou, mais uma vez, a possibilidade de mudar os preços dos combustíveis "na caneta". "Não existe isso. Se você efetuar uma medida dessa aí, explode. Quando você fala, o preço do combustível está atrelado ao valor do petróleo lá fora e ao dólar aqui dentro. Se você tomar certas medidas, você simplesmente causa um caos na economia", explicou.
"Não adianta você reduzir na canetada em R$ 1 o preço do combustível se o dólar vai para R$ 7", acrescentou.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Em 2026, com apenas três semanas, o ouro já acumula valorização de 17%
Medida vale para Lima e Callao e prevê multas, pontos na carteira e até apreensão do veículo em meio ao estado de emergência no país
Executivos do Master e do BRB, empresários e ex-dirigentes prestam depoimento à Polícia Federal nesta semana. O que está em jogo?
A estimativa da prefeitura de Congonhas, cidade vizinha também afetada pelo vazamento, é que foram derramados 200 mil m³ de água e lama; incidente ocorreu no aniversário de sete anos do rompimento de barragem em Brumadinho
Avanço da inteligência artificial eleva investimentos e pressiona debate sobre governança, riscos sistêmicos e atuação do Banco Central
Fundo imobiliário negocia com 15% de desconto e pode se beneficiar da retomada dos FIIs de tijolo
25 de janeiro de 1995 por pouco não impediu que o Brasil fosse pentacampeão mundial de futebol, entre outros acontecimentos das últimas três décadas
Em depoimento à PF, controlador diz que o banco sempre operou ancorado no FGC, com ciência do BC, e que a crise de liquidez começou “quando a regra do jogo mudou”
Academias de alto padrão e loterias da Caixa Econômica foram destaque no Seu Dinheiro, mas outros assuntos dividiram a atenção dos leitores; veja as matérias mais lidas dos últimos dias
O “projeto Almere Oosterwold”, nos arredores de Amsterdã, busca uma alternativa ao planejamento urbano tradicional
Segundo a imprensa, o empresário estava internado em um hospital da capital paulista e enfrentava um câncer havia alguns anos
Segundo o cofundador do Linkedin, a maioria dos super-ricos já possui alguma espécie de ‘seguro contra apocalipse’
Data de 25 de janeiro marca os 472 anos da capital, mas feriado municipal no domingo não garante descanso extra para todos os trabalhadores
Propostas iniciais do leilão da Receita Federal começam em R$ 20. O maior valor é de R$ 256 mil.
Ações da Toto subiram 11% na OTC Markets na quinta-feira (22) com aumento de receita com componente de chips
São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro na sede do fundo e também contra gestores
A partir de agora, o conselho de administração do FGC poderá propor aumento ou redução das contribuições das instituições associadas quando julgar necessário
Proposta do projeto é colocar o castelo como espaço de permanência com experiências culturais em um único lugar
Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na quinta-feira. Dia de Sorte também fez novos milionários. Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 63 milhões.
Especulações cresceram após troca na equipe jurídica de Vorcaro; veja o que diz a defesa do banqueiro