O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
CVM publica novo Marco Regulatório dos Fundos de Investimento, que amplia para o público em geral o acesso a fundos como FIDCs e aqueles que investem apenas no exterior; conheça todas as mudanças
Os fundos de investimento ganharam novas regras, algumas das quais afetam diretamente os investidores pessoas físicas. Depois de mais de dois anos de discussão, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) finalmente publicou a Resolução CVM 175, o novo Marco Regulatório dos Fundos de Investimento.
O texto atualiza as normas inicialmente estabelecidas pelas Instruções de números 555 e 356, sendo composto por uma parte geral, aplicável a todos os fundos de investimento, e regras específicas para os fundos de investimento financeiro (FIF) - fundos de ações, cambiais, multimercados e de renda fixa - e Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs).
"Seguimos uma metodologia inovadora em que adotamos normas gerais aplicáveis a todos os fundos de investimento, que são complementadas por regras em específico contidas em cada um dos anexos, que regulam as diferentes categorias de fundos de investimento existentes", diz, em nota, João Pedro Nascimento, presidente da CVM.
A ideia é que a norma seja complementada por meio de anexos que contemplem outras categorias de fundos, o que traz flexibilidade e, segundo a autarquia, reduz custos.
Entre as principais mudanças que podem afetar e interessar os investidores pessoas físicas estão a possibilidade de os FIFs aplicarem em criptoativos e ativos ligados à economia verde, além da abertura ao público em geral - incluindo os investidores de varejo - dos FIDCs e fundos que investem 100% do patrimônio no exterior. Hoje, ambos são restritos aos investidores qualificados, aqueles que detêm mais de R$ 1 milhão em aplicações financeiras.
"Trata-se de um completo divisor de águas", comenta Ricardo Binelli, sócio-diretor da Solis Investimentos, gestora especializada em FIDCs. Ele acredita que a abertura desses fundos ao público em geral é o ponto que mais vai contribuir para o segmento, uma vez que aumentará visibilidade desse tipo de ativo, tanto para os investidores quanto para as empresas que captam recursos por meio deles.
Leia Também
O novo Marco Regulatório dos Fundos de Investimento incorporou sugestões feitas em duas audiências públicas realizadas pela CVM, nos anos de 2020 e 2021, e revoga 38 normas que, segundo a autarquia, ficam melhor sistematizadas em uma única norma.
A Resolução CVM 175 entra em vigor no dia 3 de abril de 2023 e, até lá, passará a incorporar, na forma de anexos, as normas para as categorias de fundos que ainda não foram contempladas pelo texto atual.
Conforme já havia sido antecipado nesta outra reportagem, as principais mudanças estabelecidas pelo novo Marco Regulatório dos Fundos de Investimento são as seguintes:
Segundo Antonio Berwanger, superintendente de desenvolvimento de mercado da CVM, "a possibilidade de constituição de patrimônios segregados dentro de um único fundo cria incontáveis novas oportunidades de estruturação de produtos e de diminuição de custos para a indústria de fundos de investimento no Brasil."
"Em relação aos FIFs, podemos destacar a possibilidade de que, uma vez presentes certos requisitos, fundos destinados ao público em geral possam aplicar até a totalidade de seu patrimônio em ativos financeiros no exterior", disse, em nota, Daniel Maeda, superintendente de supervisão de investidores institucionais da CVM.
Hoje, fundos que investem 100% do patrimônio no exterior são restritos a investidores qualificados.
“Com a modernização da regulamentação, estamos seguros em permitir o acesso do público de varejo às cotas de FIDC, assim disponibilizando uma nova classe de ativos para esse público”, disse, em nota, Bruno Gomes, superintendente de supervisão de securitização e do agronegócio da CVM.
Os FIDCs são fundos que investem, como o próprio nome diz, em direitos creditórios, recebíveis transformados em ativos, que podem ser negociados no mercado financeiro.
Os recebíveis são os direitos de receber algum fluxo de pagamentos - por exemplo, de receber os pagamentos parcelados de uma loja, que justamente vende esses direitos a investidores com desconto a fim de antecipar o recebimento daquilo que seus clientes lhe devem.
Para Ricardo Binelli, da Solis, o fato de a responsabilidade dos gestores de FIDCs ter aumentado, com a nova regra, é outro ponto positivo, tanto para o investidor, quanto para a indústria como um todo.
"A obrigatoriedade de registro dos recebíveis também é muito positiva, pois vai ajudar enormemente no que diz respeito à redução do risco de fraude. Vai facilitar a checagem de que as mercadorias foram de fato entregues ou que os títulos não têm duplicidade, por exemplo. Isso barateia a captação e reduz o risco", complementa o gestor.
Segundo Claudio Maes, gerente de desenvolvimento de normas da CVM, "a solução adotada para a temática de investimentos socioambientais é pouco invasiva, aderente a práticas de mercados mais desenvolvidos e tem foco na prestação de informações ao público investidor e no combate ao greenwashing."
Trump volta aos holofotes ao suspender temporariamente o processamento de vistos de 75 países, meses antes da Copa do Mundo
O microempreendedor individual pode se regularizar por meio do parcelamento dos débitos com a Receita Federal
Vitor Sousa, analista da Genial Investimentos, fala no podcast Touros e Ursos sobre os impactos da situação da Venezuela e do Irã no mercado petroleiro
Investidor conhecido por apostas agressivas, o polêmico empresário agora é citado em investigações sobre o Banco Master; entenda o fio que conecta o investidor à polêmica
Segunda etapa da Operação Compliance Zero recolhe dinheiro vivo, bens de luxo e bloqueia R$ 5,7 bilhões em investigação sobre o Banco Master
Aumento de 4,26% segue a inflação acumulada em 12 meses medida pelo IPCA
Lula também lançou a Plataforma Digital da Reforma Tributária, a nova infraestrutura digital que dará sustentação ao sistema brasileiro
O vencedor do BBB 26 levará para casa o dobro do valor da última edição
O reator experimental de fusão nuclear da China bate recordes, desafia limites da física e reforça a corrida global por uma fonte potencialmente ilimitada de energia
As ordens judiciais têm como alvos endereços ligados ao banco e ao empresário nos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro
A noite de terça-feira (13) foi movimentada no Espaço da Sorte, com sorteios da Lotofácil, da Mega-Sena, da Quina, da Timemania e da Dia de Sorte
Portal centraliza serviços como apuração de tributos e consulta de documentos fiscais
Lucro da Globo ultrapassa R$ 1 bilhão apenas com o patrocínio de marcas no BBB 26
Novo sistema de renovação automática da CNH entrou em vigor, facilita a vida de parte dos motoristas, mas mantém regras mais rígidas para quem tem 70 anos ou mais
Powell está sob pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para cortar os juros no país. A mais recente investida é uma intimação com ameaça de acusação criminal, emitida pelo Departamento de Justiça (DoJ)
Quase R$ 3 bilhões já foram devolvidos e prazo para contestação de descontos vai até dia 14 de fevereiro, segundo o INSS
Brasil vende commodities agrícolas como milho, soja e açúcar para o país no Oriente Médio, mas participação do Irã na balança comercial não é grande
Fiat Strada lidera o ranking como carro mais vendido pelo quinto ano seguido; volume em 2025 supera a população da maioria dos municípios brasileiros
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.
A regra é voltada à tributação sobre consumo e altera a forma como bens e serviços são taxados no Brasil