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Analistas consideraram seis pilares para indicarem a compra de MELI, entre eles indicadores operacionais positivos e investimentos da fintech em expansão
O mar do comércio eletrônico não está para peixes, mas sim para tubarões. A disputa pelas vendas online são acirradas, mas isso não impede o Bank of America de aumentar suas previsões para o Mercado Livre (Nasdaq: MELI) — que possui BDRs negociados na B3 sob o ticker MELI34 — e continuar recomendando a compra dos papéis.
Para os analistas da casa, as ações podem disparar mais de 71% até o fim de 2022, com preço-alvo de US$ 2.000 cada (em relação ao fechamento do último pregão, de US$ 1.163,97 por MELI).
Só neste início de 2022, MELI acumula desvalorização de aproximadamente 13,68%. Nesta quinta-feira (07), as ações subiram 0,79%, negociadas a US$ 1.173 em Nova York.
Você deve estar se perguntando por que comprar Mercado Livre (MELI) ao invés de outras ações do setor que estão mais em evidência. Mas os analistas do BofA justificam a tese da análise por seis pilares.
O primeiro deles é referente aos indicadores de vendas e pagamentos.
O volume de vendas (GMV) e o volume total de pagamentos (TPV) foram muito impulsionados nos últimos dois anos.
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Ainda que a situação de aumento das taxas e da inflação pudesse impactar o desempenho do Mercado Livre, não foi o que aconteceu: o Bank of America acredita que a tendência positiva nos indicadores operacionais se manteve nos primeiros meses de 2022.
Enquanto seus pares no mercado pereceram refletir os aumentos do setor macroeconômico do país nas suas plataformas, a companhia compensou essas escaladas em uma série de altas efetivas de preços.
Assim, os preços do Mercado Livre no começo deste ano incluem novas taxas de atendimento e de transação argentinas e durações menores nas listagens de parcelas com juros zero, e excluem os juros nas carteiras dos comerciantes.
No quesito inadimplência, os analistas acreditam que a bolha no primeiro trimestre de 2021 está contida. Mesmo com os recebíveis de crédito subindo quase três vezes e a fintech entrando em novos grupos de empréstimo, “os atrasos de curto prazo continuam promissores''.
A empresa também fez mudanças na área do seu marketplace e passou a oferecer serviços de folha de pagamento que “se adaptassem à complexidade do trabalho brasileiro” para seus comerciantes.
O aplicativo “Mercado Pago” também influenciou na análise do BofA. O uso da plataforma aumentou nos últimos dois anos, o que precederia um esforço mais agressivo da companhia para alcançar novos clientes.
Com planos ambiciosos de expansão, o Bank of America projeta que a fintech vai aumentar seus investimentos em cerca de 70% neste ano.
O Mercado Livre quer aumentar em 50% seus centros de distribuição e em 70% a infraestrutura de cross docking (que basicamente consiste na empresa coletar as encomendas preparadas pelos vendedores da plataforma e entregar aos compradores).
A projeção é que mais de três mil pontos de entrega dos vendedores passem a oferecer serviços de retirada e devolução de mercadorias, além de incluir a funcionalidade e suporte do Mercado Pago.
Isso permitiria que a plataforma expandisse as entregas rápidas (no mesmo dia e no dia seguinte), o que aumentaria as conversões na plataforma.
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