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O ex-presidente prometeu que, caso seja eleito neste ano, também não permitirá a privatização de estatais como os Correios e o Banco do Brasil
O antagonismo dos presidenciáveis Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva é nítido, inclusive no âmbito das privatizações. Enquanto Bolsonaro promete privatizar tudo o que vê pela frente, Lula vem na contramão e jura que não permitirá que estatais como a Petrobras (PETR4) e a Eletrobras (ELET3) sejam vendidas.
Em um evento das centrais sindicais, o ex-presidente reforçou novamente sua oposição à venda da Eletrobras e disse que precisa “recuperar a Petrobras”.
"Se a Eletrobras for privatizada, nunca mais terá um programa como o Luz para Todos, que levou energia para os mais pobres", disse o petista.
O programa Luz Para Todos foi criado em 2003 para levar energia elétrica para regiões do país que ainda não tivessem acesso. A iniciativa coordenada pelo Ministério de Minas e Energia permitiu que mais de 16 milhões de pessoas passassem a ter acesso à energia.
Não é novidade que o ex-presidente não concorda com as ideias de Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes, de privatizar as estatais brasileiras.
Durante um evento organizado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) na última sexta-feira (29), Lula afirmou que, caso seja eleito, não permitirá a privatização da Petrobras, da Eletrobras, dos Correios e do Banco do Brasil.
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"Precisamos retomar a Petrobras, precisamos não deixar privatizar a Eletrobras, os Correios, o Banco do Brasil".
Apesar de muito se falar sobre a privatização da Petrobras, Jair Bolsonaro manteve a venda de participações de petroleira em campos de exploração de óleo e gás e segue em busca de compradores para as refinarias.
No caso do Banco do Brasil, a instituição financeira segue sem qualquer proposta de privatização.
Enquanto isso, as desestatizações da Eletrobras e dos Correios já estão caminhando no governo, porém, a passos de tartaruga.
A empresa de energia elétrica está com o processo de autorização para privatização parado no Congresso para aprovação. Assim que obtiver o sinal verde do Congresso, a venda das ações poderá seguir adiante.
Já a proposta de privatização dos Correios foi aprovada pela Câmara em regime de urgência. Porém, o projeto está parado desde o ano passado e com poucas expectativas de andamento do assunto no Senado, uma vez que nem mesmo a data de votação foi definida.
O último discurso de Lula veio carregado de promessas para lidar com a situação econômica brasileira, para caso seja eleito.
O ex-presidente disse que o Brasil está um “país destruído” e enfatizou o problema da escalada da inflação, que vem corroendo a renda dos trabalhadores.
"Temos que fazer uma luta incomensurável para reduzir a inflação e transformar inflação em aumento de salário para que o povo possa comer e viver melhor neste país", prometeu o petista.
O discurso de Lula ainda contemplou promessas para o futuro dos trabalhadores de aplicativo. O ex-presidente disse que, caso seja eleito, quer regulamentar o serviço dos entregadores.
O presidenciável destacou que os trabalhadores precisam ter acesso a seguro saúde e a um descanso semanal remunerado, uma das grandes problemáticas que giram em torno dos aplicativos de entrega.
Além disso, o petista anunciou a intenção de reunir os entregadores para discutir sobre benefícios e mudanças na aposentadoria.
*Com informações de Estadão Conteúdo
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