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No ano passado, os maiores responsáveis por encarecer o orçamento foram os produtos; em 2022, quem puxa a fila de maiores altas são os serviços
Se você ficou com a impressão de que o Dia das Mães está pesando cada vez mais no orçamento, saiba que sua intuição acertou. Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra que a inflação dos presentes e serviços mais escolhidos para a data é a maior nos últimos 20 anos.
O levantamento considera uma cesta com 31 produtos e serviços que também fazem parte do Índice de Preços ao Consumidor - Mercado (IPC-M). Assim, é possível comparar a alta acumulada pelo segmento nos últimos 12 meses com a inflação geral. E os itens de Dia das Mães perdem por pouco para o indicador: 9,07% contra 10,37%.
No ano passado, os maiores responsáveis por encarecer o orçamento da data foram os produtos. Já neste ano são os serviços que puxam a fila de maiores altas.
Quem presenteou a mãe com uma viagem ou comprou passagens para visitá-la, por exemplo, sentiu os preços salgados: as passagens aéreas subiram 72,83% no período. Se foi preciso ficar em um hotel, a conta encareceu 5,72%. E, para quem também incluiu excursões e tours no pacote, a alta foi de 4,54%.
Um dos fatores por trás de percentuais tão elevados, segundo o pesquisador e economista do FGV IBRE Matheus Peçanha, é a retomada dos negócios na fase mais branda da pandemia. “O setor turístico apresentou um incremento na demanda que estava reprimida desde a pandemia da Covid-19, e os preços estão refletindo isso", conta.
Mas até mesmo os filhos que moram perto das mães ou optaram por agradá-la com experiências locais não escaparam da inflação. O almoço fora de casa para celebrar a data ficou, em média, 8,13% mais caro. "No caso dos restaurantes, ainda há o agravante do custo dos alimentos, que tem sido o foco da inflação recente”, explica Peçanha.
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Confira a variação nos preços de outros serviços ligados ao Dia das Mães:
Apesar de terem registrado, na média, percentuais inflacionários menores do que os dos serviços, os produtos mais procurados no Dia das Mães também não deixaram de surpreender o consumidor com altas de até dois dígitos.
Os saltos mais expressivos foram vistos no setor têxtil e de eletrodomésticos: itens de de cama, mesa e banho dispararam 11,04%, geladeira e freezer ficaram 8,73% mais caros e a máquina de lavar roupas subiu 7,5%.
O pesquisador da FGV avalia que, neste caso, a culpada é a inércia. "A matéria-prima alcançou um patamar de estabilidade, mas nem isso e nem os benefícios tarifários proporcionados pelo governo parecem surtir efeito para segurar a ainda persistente volatilidade nos preços ao consumidor final”, destacou.
Veja como a inflação afetou outros produtos escolhidos para presentear na data:
Quem buscou por opções mais baratas teve de recorrer a artigos de maquiagem e perfumes, por exemplo. As duas categorias fazem parte do seleto grupo que registrou altas abaixo de 1%, com inflação de 0,92% e 0,15%, respectivamente, nos últimos 12 meses.
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