🔴 LIBERADO: ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA –  COMECE A TRANSFORMAR A SUA CARREIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

GUERRA E PAZ

De que lado o Brasil está no conflito entre Rússia e Ucrânia? Itamaraty e autoridades brasileiras se posicionam após invasão

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro esteve em Moscou e chegou a dizer que era solidário ao país liderado por Vladimir Putin

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, em fundo preto
Ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro - Imagem: Shutterstock

Invasão, explosões, bolsas despencando, petróleo disparando. Os primeiros desdobramentos da invasão russa no leste da Ucrânia já estão sendo vistos desde a madrugada desta quinta-feira (24). Mas qual é a posição do Brasil no conflito?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na semana passada, Bolsonaro fez uma viagem relâmpago a Moscou. No dia da chegada, o presidente russo, Vladimir Putin, sinalizou que poderia colocar fim às tensões ao ordenar a retirada de parte das tropas na região. O brasileiro chegou a mencionar que sua presença no país ajudou a acabar com uma guerra. 

Não foi o que aconteceu e hoje o mundo acordou com o início do conflito armado em solo ucraniano. Embora Bolsonaro ainda não tenha se pronunciado oficialmente, o Itamaraty já se posicionou. 

O Ministério das Relações Exteriores brasileiro apelou para a suspensão imediata das hostilidades e o início de negociações que possam levar a uma solução diplomática para a questão. 

“Como membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o Brasil permanece engajado nas discussões multilaterais com vistas a uma solução pacífica”, diz o Itamaraty. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E a nota continua: “Em linha com a tradição diplomática brasileira e na defesa de soluções orientadas pela Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional, sobretudo os princípios da não intervenção, da soberania e integridade territorial dos Estados e da solução pacífica das controvérsias”. 

Leia Também

FITCH NO BRASIL 2026

CIO da Bradesco Asset vê piora até mesmo no investimento que é o ‘porto seguro’ dos investidores

INVESTIMENTO NO AGRO

Até 97% do CDI, isento de IR e com renda mensal: como funciona o Fiagro do BTG que pode captar até R$ 20 bilhões

VEJA TAMBÉM: GUERRA NA UCRÂNIA: terceira guerra mundial? | Entenda o CONFLITO e os interesses dos EUA por trás

Itamaraty, a voz oficial do país

Além do Itamaraty, que até o momento é a voz oficial do governo brasileiro sobre o conflito, o vice-presidente Hamilton Mourão também se manifestou. Segundo ele, o Brasil não concorda com a invasão da Rússia à Ucrânia.

“O Brasil não está neutro. O Brasil deixou muito claro que respeita a soberania da Ucrânia. Então, o Brasil não concorda com uma invasão do território ucraniano. Isso é uma realidade”, afirmou Mourão na chegada ao Palácio do Planalto.

Na semana passada, quando esteve em Moscou, Bolsonaro chegou a dizer que era solidário à Rússia. A declaração criou um desgaste para a diplomacia brasileira, em especial com os Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Questionado sobre a ida de Bolsonaro à Rússia, Mourão não falou do assunto. “Eu não comento as palavras do presidente", afirmou.

Embora não concorde com a ação russa, o vice-presidente brasileiro defendeu uma força superior à usada até o momento para evitar que outros países também sejam invadidos.

“Se o mundo ocidental pura e simplesmente deixar que a Ucrânia caia por terra, o próximo vai ser a Moldávia, depois serão os estados bálticos e assim sucessivamente, igual a Alemanha hitlerista fez no final dos anos 30”, disse.

Enquanto Bolsonaro não fala…

Enquanto Bolsonaro se mantém em silêncio, seus rivais na disputa pela presidência nas eleições de outubro já começam a se manifestar sobre o conflito armado no leste ucraniano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais cedo, o petista Luiz Inácio Lula da Silva disse que a humanidade não precisa de guerra e sim de emprego e educação. Ele criticou Bolsonaro pela afirmação de que teria conseguido acabar com o conflito durante sua viagem a Moscou. 

“Um presidente da República precisa conversar, ser um maestro da orquestra chamada Brasil para ela viver em harmonia. Se você tem um presidente que briga com todo mundo, ele serve para que? Até em coisas sérias, ele mente, disse que tinha conseguido a paz ao viajar para a Rússia”, afirmou. 

O ex-juiz Sergio Moro (Podemos) também se pronunciou. Ele foi às redes sociais repudiar o ataque russo. “Repudio a guerra e a violação da soberania da Ucrânia. A paz sempre deve prevalecer”, disse. 

Ciro Gomes, pré-candidato pelo PDT, alertou para os riscos globais do conflito, afirmando que o atual governo está despreparado para as consequências de uma guerra. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“No mundo atual não existe mais guerra distante e de consequências limitadas. Precisamos nos preparar, portanto, para os reflexos do conflito entre Rússia e Ucrânia. Muito especialmente por termos um governo frágil, despreparado e perdido”, afirmou. 

Já o governador de São Paulo, João Doria, escolhido pelo PSDB para disputar a presidência, condenou a violência e defendeu o diálogo. 

“Condenável a invasão da Ucrânia pela Rússia. Guerra nunca é resposta a nada. Ninguém ganha quando a violência substitui o diálogo. Muitos acabam pagando pelas decisões de poucos. O que está em jogo são milhões de vidas humanas. Mais do que nunca o mundo precisa de paz”, disse. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Quatro economistas do BTG Pactual estão sentados em cadeira de madeira. Todos eles vestem terno azul. A mediadora está de lilás. Ao fundo, um painel com o logo Macro Day do BTG Pactual. 31 de agosto de 2026 - 19:01
Bilionária mais jovem do brasil tem herança atrelada à WEG. 31 de agosto de 2026 - 13:05
geraldo alckmin no macro day 2026 31 de agosto de 2026 - 12:30
Imagem gerada por inteligência artificial mostra um prédio, uma casa, moedas e uma ampulheta, representando o rendimento em aluguéis ou fundos imobiliários ao longo do tempo 31 de agosto de 2026 - 8:16
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 31 de agosto de 2026 - 5:06
Egas Moniz nobel 30 de agosto de 2026 - 10:03
bolsa família 30 de agosto de 2026 - 7:07
naval ravikant guru Vale do Silício 29 de agosto de 2026 - 15:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar