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Forças de Kiev lutaram por cerca de duas horas para defender a região que ficou marcada pela explosão de um reator em 1986 em uma das maiores tragédias do planeta

Palco de um acidente nuclear de proporções catastróficas, Chernobyl voltou nesta quinta-feira (24) a chamar atenção do mundo. Agora por conta do conflito entre Rússia e Ucrânia. Tropas de Vladimir Putin invadiram a região próxima da antiga usina, reacendendo temores de uma nova crise nuclear.
Após cruzarem a fronteira de Belarus com a Ucrânia, o exército russo tomou a região onde fica o depósito de resíduos nucleares da usina.
"É impossível dizer que a planta de Chernobyl está segura depois desse ataque completamente sem sentido pelos russos", disse o assessor da presidência da Ucrânia, Mykhailo Podolyak.
A invasão, no entanto, não ocorreu sem resistência. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, confirmou que forças do país tentaram evitar que as tropas russas capturassem a antiga usina nuclear.
Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, chegou a dizer nas redes sociais que “as forças de ocupação russas estão a tentar ganhar controle da central nuclear de Chernobyl”, mas que “os nossos defensores estão dando a vida para que a tragédia de 1986 não se repita”.
“Esta é uma declaração de guerra contra toda a Europa”, afirmou.
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A região onde está localizada a usina foi palco do maior acidente nuclear da história, quando a Ucrânia fazia parte da antiga União Soviética. Embora tenha sido transformada em uma reserva natural, é um dos locais mais radioativos do planeta.
Em abril de 1986, um dos reatores de Chernobyl explodiu. As emissões nucleares do acidente foram equivalentes às de 400 bombas como a que foi lançada em Hiroshima, no Japão, no final da Segunda Guerra Mundial. Na ocasião, 30 pessoas morreram.
A região da antiga usina não é habitável e é conhecida como zona de exclusão.
Chernobyl fica na fronteira da Ucrânia com a Bielorrússia, um país que está dando apoio à Rússia no conflito com Kiev.
No início do mês, soldados ucranianos participaram de exercícios táticos para praticar a defesa de cidades, o combate urbano e a resposta a hostilidades em Prypiat, a cidade vizinha a Chernobyl onde a maioria dos habitantes até à evacuação após o acidente nuclear eram trabalhadores da central.
Mas a invasão era iminente. De acordo com a imprensa internacional, a Rússia tinha contingentes com mais de cinco mil soldados a postos para entrar em Chernobyl, além de tropas com livre passe para se mobilizarem através da Bielorrússia.
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