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China segue na liderança entre os compradores de carne brasileira, segundo dados divulgados hoje pela Abrafrigo

Nem todos os setores da economia se ressentem da desvalorização do real ante o dólar. Um deles é o de frigoríficos.
A exportação total de carne bovina brasileira em 2021 (incluindo produtos in natura e processados) registrou crescimento de 9% na receita em comparação com a movimentação de 2020.
O faturamento subiu de US$ 8,485 bilhões em 2020 para US$ 9,236 bilhões em 2021, graças à a elevação do preço do produto nos mercados internacionais.
Apesar da receita mais alta com as exportações, o volume embarcado caiu 7%, passando de 2.016.223 toneladas em 2020, ano de recorde na exportação, para 1.867.594 toneladas em 2021.
O anúncio foi feito hoje pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) com base nos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia.
A Abrafrigo divulgou, ainda, os números de dezembro das exportações totais de carne bovina.
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A movimentação no último mês do ano passado alcançou 151.593 toneladas ante 168.155 toneladas em 2020, queda de 10%. A receita obtida foi de US$ 726,6 milhões, em comparação com US$ 741,2 milhões em 2020, redução de 2%.
Conforme a Abrafrigo, a China continua sendo o maior comprador da carne bovina brasileira, por meio da movimentação realizada pela Cidade Estado de Hong Kong e pelas compras realizadas pelo continente.
Apesar disso, o gigante asiático diminuiu suas importações do Brasil, de 1.182.673 toneladas em 2020 para 950.057 toneladas em 2021.
No ano passado, os Estados Unidos se transformaram no segundo maior importador do produto, partindo de aquisições de 59.545 toneladas em 2020 para 148.177 toneladas em 2021, com aumento de 148,9% na movimentação.
O Chile se manteve na terceira posição, saindo de 90.403 toneladas importadas em 2020 para 110.626 toneladas em 2021 (+22,4%).
No total do ano, 104 países aumentaram suas importações de carne bovina do Brasil, enquanto outros 68 reduziram suas compras.
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