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Caso os sindicatos tivessem realmente entrado em greve, mais de 7 mil trens teriam sido paralisados, gerando um custo de aproximadamente US$ 2 bilhões por dia

Imagine os efeitos que uma greve ferroviária nacional causaria em um país em que quase metade do comércio de longa distância fosse transportado pelo setor. Foi essa imagem que atormentou o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, nas últimas 20 horas — e o forçou a encontrar um modo para evitar, ainda que temporariamente, a greve no setor.
A solução encontrada pelo presidente, porém, foi uma corrida contra o tempo, visto que a data limite estipulada pelos trabalhadores antes de iniciar a greve era à meia-noite de sexta-feira (16).
Após quase um dia de negociações entre os líderes de sindicatos e os representantes das ferroviárias, Biden informou nesta quinta-feira (15) que os trabalhadores e as empresas fecharam um "acordo provisório".
“Agradeço aos sindicatos e empresas ferroviárias por negociarem em boa-fé e chegarem a um acordo provisório que manterá nosso sistema ferroviário funcionando e evitará a interrupção de nossa economia”, disse Joe Biden, em comunicado oficial.
As ações de empresas ferroviárias dispararam durante o pré-mercado em Wall Street depois do anúncio do acordo provisório de última hora.
Apesar de o movimento ter desacelerado, a CSX Corp avançava 0,96% na bolsa norte-americana Nasdaq às 9h50, enquanto a Union Pacific e a Norfolk Southern subiam 2,80% e 2,91% na NYSE, respectivamente.
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A possibilidade de uma greve ferroviária nacional ameaçava fechar um segmento da rede de transporte dos EUA, responsável por 40% do deslocamento do comércio de longa distância do país.
Caso os sindicatos tivessem realmente entrado em greve, mais de 7 mil trens teriam sido paralisados, o que geraria um custo de aproximadamente US$ 2 bilhões por dia.
A Casa Branca esteve em negociações com sindicatos e empresas ferroviárias por meses.
Entretanto, as discussões anteriores foram suspensas por conta de atrasos no progresso da questão de licenças médicas remuneradas.
O novo acordo deve melhorar os salários dos ferroviários e suas condições de trabalho.
Os contratos contarão com um aumento salarial de 24% pelo período de cinco anos, de 2020 a 2024, incluindo pagamentos médios imediatos de US$ 11 mil após a assinatura dos sindicatos, de acordo com a Association of American Railroads.
"Esses trabalhadores ferroviários receberão melhores salários, melhores condições de trabalho e tranquilidade em relação aos custos de saúde", afirmou Biden, em comunicado.
O pacto é resultado de quase um dia de negociações na sede do Departamento do Trabalho dos EUA, em Washington, e deverá ser submetido à votação nos sindicatos.
"Para o povo americano, o trabalho árduo feito para chegar a esse acordo provisório significa que nossa economia pode evitar os danos significativos que qualquer paralisação traria", disse o presidente.
*Com informações de Estadão Conteúdo, CNBC e AP
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