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Lucas Schoch, CEO da Bitfy, também contou seus segredos de como investir em criptomoedas, em entrevista exclusiva ao Papo Cripto
O início do conflito entre Rússia e Ucrânia tomou o noticiário desde a última quinta-feira (24), o que fez o apetite de risco global ir para o chão — junto com bolsas e criptomoedas. Nesse cenário, o bitcoin (BTC) chegou a cair mais de 10% e entrar em uma zona de perigo.
Mas existe uma característica específica da maior criptomoeda do mundo que é uma luz no fim do túnel para a população em meio a um conflito que envolve forças políticas e econômicas.
Além de proteção contra a inflação, as criptomoedas também podem ser usadas como resguardo de governos, como comenta Lucas Schoch, CEO da Bitfy.
Em entrevista ao Papo Cripto, o programa de criptomoedas do Seu Dinheiro no YouTube, Schoch afirma que os ativos digitais não podem ser confiscados, diferentemente das moedas emitidas pelos Bancos Centrais.
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Para entender melhor isso, precisamos dar alguns passos para trás.
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O bitcoin surgiu como uma forma de trocas pessoa a pessoa (peer to peer ou P2P) sem a necessidade de um Banco Central por trás. Assim sendo, é praticamente impossível uma autoridade monetária confiscar esse tipo de moeda.
Não precisamos ir muito longe: quem pode se esquecer do confisco da poupança feito pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello? “Esse tipo de coisa não aconteceria com o bitcoin”, comenta Schoch.
Mas esse não foi o único assunto da conversa. Evidentemente, a tradicional pergunta do próximo milhão trouxe uma resposta inusitada para os ouvintes.
O CEO da Bitfy não contou apenas quais os projetos ele está de olho, mas também como ele investe seu dinheiro neles. “Se, no próximo papo, alguém aqui estiver rico, saiba que eu também estarei muito bem”, brincou ele.
Não deixe de conferir a entrevista completa com Lucas Schoch no YouTube do Seu Dinheiro, no nosso Papo Cripto #013:
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