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A fintech planeja usar o NuCoin como um programa de fidelidade em que o cliente acumula tokens e pode receber benefícios, como descontos em produtos ou serviços
A entrada de grandes empresas no universo das criptomoedas ganhou um novo capítulo nesta quarta-feira (19). O Nubank (NUBR33) anunciou a intenção de lançar uma moeda digital própria em uma das principais redes (blockchain) desse universo.
A moeda deve se chamar NuCoin. Já a rede escolhida foi a Polygon Tecnology, que emite a criptomoeda com o ticker MATIC.
Essa blockchain permite transações mais rápidas e baratas do que a rede ethereum (ETH).
O anúncio ocorre em um momento turbulento, tanto para o mercado de criptomoedas quanto para os papéis do Nubank.
A empresa deixou de ser uma companhia aberta no Brasil, mantendo apenas recibos de ações (BDRs) negociados por aqui.
E os papéis não vão tão bem: desde o lançamento em dezembro de 2021, o BDR recua 50,13%, negociado a R$ 3,79. Em NY, o recuo dos papéis é de 57,40%, com as ações cotadas a US$ 4,40.
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A fintech planeja usar o NuCoin como um programa de fidelidade. O cliente acumula tokens e pode receber benefícios, como descontos em produtos ou serviços do Nubank.
Ainda não foram divulgados maiores detalhes sobre todos os benefícios e usos do NuCoin.
O que se sabe é que os clientes passem a receber o token — de maneira gratuita — durante o lançamento oficial, que deve acontecer no primeiro semestre de 2023.
“O Nucoin é uma nova forma de reconhecer a fidelidade de clientes e incentivar o engajamento com os produtos do Nubank", afirma Fernando Czapski, líder do Nucoin.
Em um primeiro momento, o Nubank fará testes com o NuCoin com cerca de dois mil no chamado processo de utilização e dinâmicas relacionadas à criptomoeda.
A seleção de será feita entre outubro e novembro, contemplando os usuários mais engajados na comunidade e serviços da empresa.
A ideia é “explorar um processo descentralizado de criação de produto, característico da Web3”, de acordo com o comunicado enviado à imprensa.
Com as poucas informações disponíveis, fica difícil dizer “sim” ou “não”. O que nos resta é especular.
Do lado positivo, empresas de marketplace e finanças podem explorar o universo das criptomoedas com seus tokens.
Ao invés de reais, o cliente pode usar o NuCoin para pagar a fatura ou comprar um produto são algumas alternativas interessantes.
É o caso da criptomoeda Mercado Coin, do Mercado Pago.
O projeto abre oportunidades para que a empresa possa oferecer pagamentos em moedas digitais — seja a sua própria ou em bitcoin (BTC), ethereum (ETH), entre outras.
Apesar disso, a moeda é usada como cashback por enquanto.
Já no campo negativo, os usuários mais tradicionais do universo das criptomoedas podem não gostar da ideia de uma criptomoeda emitida por uma empresa privada — da mesma maneira que olham com ceticismo para stablecoins e CDBCs, as criptomoedas de Bancos Centrais.
A reportagem entrou em contato com o Nubank para entender um pouco mais de como funcionará o token, em especial na questão de volatilidade — típica do mercado de criptomoedas. Segue a nota na íntegra:
"O nosso foco neste primeiro momento com o Nucoin é que ele seja o elemento de inovação do programa de recompensas ao cliente do Nubank. Estamos avaliando diferentes funcionalidades para garantir que a experiência de nossos clientes seja incrível.
No futuro, é possível que os Nucoins possam ser negociados de forma semelhante à nossa experiência de compra, venda e manutenção de criptomoedas, o Nubank Cripto, que oferece a possibilidade de negociação de Bitcoin e Ethereum e que registrou recentemente a marca de 1,8 milhão de clientes que fizeram ao menos uma compra de criptomoeda.
O Nucoin será um token que terá volatilidade de preço com base na oferta e demanda dos clientes."
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