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“Precisamos gastar algum tempo nessa situação para entender tudo e alguém precisa ir para a cadeia”, disse o senador republicano pela Louisiana, John Kennedy
O princípio de falência da FTX tem dado o que falar nos últimos dias. O mercado de criptomoedas como um todo sentiu o baque da queda de um titã que chegou a ser avaliado em mais de US$ 30 bilhões — e o seu ex-CEO, Sam Bankman-Fried, o SBF, também está com grandes problemas.
Em uma entrevista conduzida pelo sistema de mensagens diretas no Twitter (conhecido como DM), SBF conversou com a jornalista do portal Vox, Kelsey Piper. O que se sucedeu foi uma série de mensagens de conteúdo que não favorecem a defesa do agora ex-CEO da FTX.
“F*da-se o regulador, eles fazem com que tudo seja pior”, disse ele quando perguntado sobre uma publicação recente em que dizia ser a favor da regulação e sugeria pontos específicos para esse mercado. “Foi tudo relações públicas”.
Quem não quer saber se as mensagens foram em tom exaltado é o Congresso estadunidense, que pediu para Sam Bankman-Fried comparecer a uma audiência em Washington.
O ex-CEO da FTX não deve se perder nos corredores do Capitólio. Afinal de contas, SBF já havia participado de uma audiência na Câmara dos Representantes em fevereiro deste ano — curiosamente, para falar de regulação.
Desta vez, os parlamentares não querem ouvir o que SBF tem a dizer sobre regulação — ou mesmo cobrar algum desaforo nas redes sociais —, mas entender o que aconteceu com a FTX e cobrar medidas dos reguladores.
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A frase acima foi dita pelo senador republicano pela Louisiana, John Kennedy, homônimo sem parentesco com o histórico presidente democrata. “Precisamos gastar algum tempo nessa situação para entender tudo e alguém precisa ir para a cadeia”, disse.
Além de SBF, os membros do Congresso querem ouvir outros executivos do setor sobre o colapso repentino e completo da FTX, incluindo o impacto que o evento teve sobre os clientes e todo o ecossistema de ativos digitais.
Com isso, o Congresso deve formar um comitê bipartidário para analisar a situação junto ao ex-CEO da FTX e a SEC, a CVM dos EUA.
Um dos problemas envolvendo chamar o falido ex-CEO da FTX é encontrá-lo. De acordo com informações do Daily Mail, SBF vive uma luxuosa vida em um apartamento nas Bahamas avaliado em US$ 40 milhões.
Nada foi confirmado até o momento, mas havia um plano do FBI, a polícia federal estadunidense, de extraditar Bankman-Fried, segundo a publicação inglesa.
A empresa de SBF possui duas empresas com operações diferentes. A primeira delas é a FTX Global — a que entrou com pedido de reestruturação empresarial, o chapter 11 —, e a segunda específica para os Estados Unidos, a FTX.US.
A FTX.US estava sob a asa de uma parca regulação por lá, o que deve gerar menos transtornos para os clientes estadunidenses. Mas isso não quer dizer que os órgãos reguladores agora deixem de lado a aprovação de leis mais específicas para o mercado de criptomoedas.
O Congresso estadunidense está prestes a apresentar um texto bipartidário assinado pelos principais representantes de cada partido para estabelecer uma regulação para este mercado. Nem mesmo as eleições de meio de mandato afetaram o otimismo em relação à publicação, de acordo com fontes ouvidas pelo Seu Dinheiro.
Entretanto, os problemas começam aí: é esperado que o equilíbrio de forças entre as casas legislativas e órgãos reguladores — isto é, do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), e do Tesouro estadunidense — acabe pesando a mão na lei e limite o mercado de alguma maneira.
Por falar nisso, no último Papo Cripto, eu conversei com Paulo Camargo, analista da Empiricus. Ele explicou o que acontecerá a partir de agora com os investidores que tinham fundos na FTX. Ouça:
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