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O nome do CEO da Tesla ainda repercutiu na mídia após prever a morte do mercado imobiliário e anunciar que certos funcionários do Twitter poderiam continuar em home office
Com fortuna de US$ 203 bilhões, Elon Musk é considerado o homem mais rico do mundo atualmente. Mas nem mesmo o patrimônio do CEO da Tesla seria o suficiente para pagar a indenização multibilionária de um processo por um suposto esquema de pirâmide criptográfica envolvendo a Dogecoin (DOGE).
A DOGE foi originalmente projetada em 2013 como uma piada sobre o bitcoin (BTC), mas a moeda-meme com símbolo de um cachorro da raça Shiba Inu passou a ser um dos ativos digitais mais comentados durante os últimos dois anos.
Apresentado no Tribunal de Nova York ontem, o processo de ação coletiva está pedindo US$ 258 bilhões por danos referentes às negociações com Dogecoin. Segundo os autos, Musk não seria o único a pagar o pato, caso seja condenado — suas empresas Tesla e SpaceX também teriam que lidar com indenizações. .
“Elon Musk usou seu pedestal como o homem mais rico do mundo para operar e manipular o Esquema da Pirâmide Dogecoin para lucro, exposição e diversão”, alegou o norte-americano Keith Johnson no processo.
O valor da indenização, de US$ 258 bilhões, solicitado no processo contra Elon Musk, equivale a quase 34 vezes o atual valor de mercado atual da Dogecoin, de US$ 7,62 bilhões.
Se comparados ao maior valor de mercado de DOGE na história, de US$ 88,68 bilhões, os danos correspondem a quase três vezes a máxima da criptomoeda.
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Mas por que um montante tão exorbitante? Essa indenização assume que Musk e suas empresas foram “enriquecidos injustamente” em US$ 86 bilhões após condutas ilegais como fraude eletrônica, jogos de azar e propaganda enganosa.
Desse modo, Keith Johnson pede no processo que receba os mesmos US$ 86 bilhões em danos, uma vez que ele e outros na ação coletiva teriam perdido esse valor entre maio de 2021 e junho deste ano, além de outros US$ 172 bilhões em danos e taxas.
O CEO da Irreverent Labs, Rahul Sood, diz considerar o processo de ação coletivo “estúpido”. "É incrível que alguém nos EUA pudesse lançar uma ação coletiva tão estúpida. Todos esses caras sabiam no que estavam se metendo. Ridículo."
Não é novidade que Elon Musk apoia fortemente investimentos em Dogecoin (DOGE); afinal, os comentários do CEO da Tesla sobre a maior memecoin do mundo já acontecem há algum tempo.
O favoritismo é tamanho que o bilionário chegou a se autoproclamar “pai” da criptomoeda, batizado de “DogeFather”.
No começo do ano, Musk anunciou que a fabricante de veículos elétricos passaria a aceitar DOGE como forma de pagamento. Em maio, a empresa de exploração espacial SpaceX também permitiu esse tipo de transação.
“O réu Musk é o autonomeado 'Dogefather', 'ex-CEO da Dogecoin', sócio, desenvolvedor, porta-voz, publicitário, vendedor, comerciante e promotor da Dogecoin, que montou o 'Exército Doge’, incluindo suas corporações e vários bilionários, influenciadores e celebridades para aumentar o preço, o valor de mercado e o volume de negociação de Dogecoin”, afirma o texto.
Depois de polêmicas envolvendo a moeda meme, o processo do americano Keith Johnson também exige que as negociações de Dogecoin sejam consideradas jogo de azar, o que seria uma violação das leis estaduais e federais dos Estados Unidos.
“Como não foi informado que a negociação de Dogecoin nada mais era que um esquema de jogos de azar, o Autor e a classe [Keith Johnson e os envolvidos na ação coletiva] exigem o retorno de todas as ‘apostas’ perdidas negociando Dogecoin.”
Desse modo, a causa ordena que Elon Musk, a Tesla, a Starlink e quaisquer outros profissionais não licenciados estariam proibidos de fazer publicidade ou promover a Dogecoin no futuro.
O processo de Johnson incluiu como evidência o tweet do criador da Dogecoin, Shibetoshi Nakamoto. Após a comunidade reagir negativamente à causa judicial, Nakamoto foi ao Twitter demonstrar insatisfação com as alegações.
“Quero dizer, Dogecoin é o mesmo que todo o restante, então eles querem transformar todas as criptomoedas em jogos de azar? O processo é obviamente estúpido para car…, mas eu não acho que a negociação de moedas digitais seja muito diferente desse tipo de jogo.”
Elon Musk costuma ter seu nome envolvido em polêmicas constantemente, e a aquisição do Twitter pelo bilionário não está sendo diferente. Desde que anunciou a compra da empresa de mídia social, o CEO da Tesla já ameaçou suspender o negócio algumas vezes.
Desta vez, o mais novo capítulo da novela é referente ao home office dos funcionários do Twitter.
O bilionário já se posicionou fortemente contra o trabalho remoto e deu duas opções aos empregados da Tesla: voltar ao esquema presencial ou deixar a empresa. “O trabalho remoto não é mais aceitável”, disse Musk no assunto do e-mail enviado aos funcionários.
Vale destacar que o homem mais rico do mundo não hesitou em fazer cortes da equipe. Musk avisou que queria enxugar o quadro de funcionários da Tesla em cerca de 10% e deu início às demissões na montadora de veículos na semana passada.
No caso do Twitter, o trabalho presencial não é um ultimato de Musk, mas uma preferência — especialmente se o funcionário for de baixo escalão. "Você deve buscar fazer as coisas pessoalmente", disse o bilionário em reunião com funcionários da empresa ontem.
Para o executivo, apenas empregados de alto nível deveriam poder faltar ao escritório. “Se alguém é excepcional em seu trabalho, é possível que seja eficaz mesmo trabalhando remotamente.”
De acordo com Leslie Berland, chefe de pessoas e diretor de marketing do Twitter, cerca de 1.500 trabalhadores da empresa trabalham de modo completamente remoto, enquanto aproximadamente 6 mil operam em regime híbrido.
Além de estar na lista de compras de Elon Musk, o Twitter é também o meio de comunicação favorito do bilionário para falar sobre seus insights de mercado. O mais novo comentário do CEO da Tesla trouxe um presságio.
Em forma de meme, Musk avaliou que as criptomoedas e as ações já foram abatidas pelo ceifador dos ativos financeiros. Para o bilionário, a foice da morte já escolheu a próxima vítima da catástrofe: o mercado imobiliário.
O bilionário não foi o primeiro a prever o impacto da alta dos juros sobre o setor. Afinal, o mercado imobiliário reage mais devagar ao aumento das taxas ou a uma economia em desaceleração, uma vez que leva mais tempo para negociar imóveis do que ações ou ativos digitais.
*Com informações de Cointelegraph, Insider e The Wall Street Journal
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