O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O novo capítulo do romance trágico da exchange de criptomoedas é o balanço fraco do primeiro trimestre, que veio abaixo das projeções dos analistas
O mercado de criptomoedas está passando por uma verdadeira maré vermelha nos últimos dias. Mas não só os ativos digitais estão inclusos nisso. Imagine uma empresa de tecnologia, já sensível à alta dos juros, que mexe com ativos voláteis como o bitcoin. É a situação ideal para o negócio afundar como uma âncora, e a Coinbase (Nasdaq: COIN) está passando justamente por isso.
A queda do setor tech aliada à baixa das criptomoedas atingiu em cheio uma das maiores corretoras cripto dos Estados Unidos, e a ação perdeu mais de 70% do seu valor desde o fim de março.
Só durante a manhã desta quarta-feira (11), os papéis COIN despencaram mais de 23,75% na bolsa de tecnologia norte-americana Nasdaq, cotados a US$ 55,65 por volta de 12h.
Considerando o acumulado do ano, a queda chega a 77,9%.
Para explicar o abismo que atingiu as ações da Coinbase, é preciso entender a série de desastres que a gigante das criptomoedas dos EUA teve que lidar em maio — e que não parece ter um fim tão próximo.
Primeiro, a norte-americana teve que abrir mão da tentativa de comprar a 2TM, dona do Mercado Bitcoin. Depois, o lançamento de seu mercado de NFTs ao público não atraiu usuários.
Leia Também
Agora, no mais novo capítulo da saga de terror, as ações estão derretendo depois que a empresa divulgou o balanço do primeiro trimestre de 2022. Vamos começar por aqui.
A corretora divulgou ontem o resultado trimestral, com números abaixo do esperado pelos analistas e que não agradaram nem um pouco o mercado.
A norte-americana teve um prejuízo líquido de US$ 430 milhões entre janeiro e março, revertendo o lucro de US$ 840 milhões reportado no último trimestre do ano passado.
A receita do período somou US$ 1,17 bilhão, contra uma projeção de US$ 1,48 bilhão segundo os analistas consultados pela Refinitiv.
Já o volume negociado chegou a US$ 309 bilhões, abaixo das estimativas de US$ 331,2 bilhões para o período e menor que os US$ 547 bilhões registrados no quarto trimestre de 2021.
Os usuários de transações mensais de varejo foi de 9,2 milhões nos três primeiros meses deste ano, também inferior às projeções de 9,9 milhões dos analistas e ao total de 11,4 milhões no trimestre anterior.
“Acreditamos que essas condições de mercado não são permanentes e continuamos focados no longo prazo”, disse a empresa em carta aos acionistas.
A Coinbase (COIN) ainda passa por dificuldades em relação ao seu marketplace de NFTs (tokens não fungíveis, em português), o Coinbase NFT.
A princípio, a corretora permitiu o acesso à lista de espera da plataforma apenas para um número seleto de pessoas nas últimas semanas.
Porém, quando a versão beta do mercado de tokens finalmente foi aberta ao público em 4 de maio, poucos usuários decidiram se cadastrar no site.
Na estreia, o Coinbase NFT registrou menos de 150 novos usuários em sua plataforma, de acordo com dados da Dune Analytics, e teve um volume de negociação de aproximadamente US$ 75 mil ethers (ETH) negociados.
Outra situação que impactou a Coinbase foi a negociação da 2TM, a dona do Mercado Bitcoin e de outras plataformas.
O acordo para a fusão da gigante das criptomoedas e a brasileira 2TM não rendeu frutos, e a norte-americana decidiu voltar atrás na compra do negócio.
A conclusão da fusão estava marcada para acontecer no fim de abril, de acordo com os anúncios iniciais em março de 2022.
Os motivos da desistência? As companhias não conseguiram se entender sobre o critério utilizado para o valuation da 2TM.
Além disso, parte do pagamento para a 2TM poderia ser feita com ações da Coinbase, mas o desempenho dos papéis COIN têm desapontado em 2022.
Gabriel Bearlz, da Mercurius Crypto, e Valter Rebelo, da Empiricus, falam sobre o que está por trás do tombo histórico do BTC
Exchange sul-coreana atribui erro a funcionário e promete reembolsar clientes que venderam seus bitcoins (BTC) durante onda de pânico.
Criptomoedas reagem ao melhor humor nos EUA, mas seguem pressionadas por juros altos e cenário geopolítico
CEO da 2TM diz que janela internacional é oportunidade, enquanto empresa segue captando recursos no mercado privado
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
Plataforma criada para interações entre inteligências artificiais já reúne milhões de agentes, criou religião própria e lança criptomoedas
Com o Fear & Greed Index em “medo extremo”, especialistas projetam oscilações entre US$ 70 mil e US$ 80 mil no curto prazo
Tempestade de inverno pressiona redes elétricas americanas e leva mineradores a reduzirem o consumo de eletricidade
Um trio de especialistas participa do evento Onde Investir, do Seu Dinheiro, e aponta as tendências, os riscos (incluindo as eleições) e as melhores estratégias para obter bons retornos com ativos digitais na primeira metade do ano
Em relatório, o MB lista suas teses para o mercado de criptomoedas neste ano, o que inclui o avanço da tokenização de ativos e dos ETFs
Relatório mostra 200 incidentes no ano, envolvendo perdas de US$ 2,935 bilhões; ecossistema Ethereum é o mais afetado
Uma falha na versão 2.68 da extensão da Trust Wallet para Google Chrome resultou em perdas milionárias; empresa promete ressarcimento e recomenda atualização para a versão 2.69
Enquanto uns brilharam, outros comeram poeira em meio à volatilidade que marcou o ano — o ativo digital que mais perdeu no período caiu quase 90%; saiba para onde olhar em 2026
A maior empresa de tesouraria de bitcoin do mundo informou que adicionou mais de 10 mil BTC ao seu caixa, investindo US$ 980 milhões em plena fase de baixa do mercado
A 21shares espera um movimento de preços menos volátil e correções mais moderadas, com a adoção institucional reduzindo oscilações extremas
Duas moedas físicas criadas em 2011 e 2012, quando o bitcoin valia centavos, reaparecem e somam R$ 975 milhões
Com a recente forte correção do bitcoin, analistas voltam a prever o fim da criptomoeda — e o contador de “mortes” já chega a 450
Mercado global de criptomoedas perdeu cerca de US$ 1 trilhão desde o pico de preços nos últimos dias
Queda expressiva do Bitcoin derrubou o desempenho da competição da Synthetix, onde quase 90% dos participantes terminaram no prejuízo
Dado forte nos EUA reduziu apostas de corte de juros, elevou a aversão ao risco e pressionou a criptomoeda