O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Agora o PL segue para votação na Câmara e, em seguida, volta ao Senado para um segundo turno

Não é de hoje que o Brasil faz história no mercado de criptomoedas: o país foi um dos primeiros a aprovar os fundos de índice (ETF, em inglês) relacionados aos ativos digitais e agora encabeça a inovação mais uma vez: o Senado acaba de aprovar a primeira lei sobre bitcoin (BTC) e criptomoedas do país.
Enquanto Estados Unidos e Europa lutam para tentar aprovar leis para restringir esse mercado, a proposta brasileira é um pouco diferente — o que é considerado positivo pelos participantes deste universo.
O Projeto de Lei (PL) 3.825 de 2019, proposto pelo Senador Flávio Arns (PODEMOS-PR), tem como relator seu colega de Casa, Irajá Silvestre Filho (PSD-TO).
Com a aprovação da proposta, o PL que regulariza a atividade das corretoras de criptomoedas (exchanges) segue para a Câmara. Se aprovado sem maiores ressalvas, volta para um segundo turno de votação no Senado para passar a valer.
Resumo da proposta: “Propõe a regulamentação do mercado de criptoativos no país, mediante a definição de conceitos; diretrizes; sistema de licenciamento de Exchanges; supervisão e fiscalização pelo Banco Central e CVM; medidas de combate à lavagem de dinheiro e outras práticas ilícitas; e penalidades aplicadas à gestão fraudulenta ou temerária de exchanges de criptoativos”
A proposta visa a regulamentar e definir quem são os entes desse mercado, estabelecendo diretrizes, licenciamentos para corretoras de criptomoedas (exchanges), assim como definir a quem cabe fiscalizar e supervisionar cada uma delas.
Leia Também
O texto afirma que essas exchanges passam a ser reguladas majoritariamente pelo Banco Central e, em determinados casos, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que regula o mercado de capitais brasileiro.
Um dos pontos da proposta afirma que as regras passarão a valer tanto para empresas locais quanto do exterior, o que pode favorecer a competitividade local, como foi levantado por Reinaldo Rabelo, CEO do unicórnio brasileiro Mercado Bitcoin, em entrevista ao Seu Dinheiro.
As exchanges ainda devem prestar informações à Receita Federal, como já acontece hoje em dia, e apresentar planos de ação contra a lavagem de dinheiro, além de adequações à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Além do PL 3.825, outras duas propostas também tramitam no Congresso sobre criptomoedas e criptoativos.
São eles: o PL 3.949, sobre a regulação de ativos digitais, e o PL 4.207, sobre a mineração de criptomoedas, com destaque para o incentivo do uso de energia renovável para essa atividade.
Saiba mais e veja a íntegra dos projetos de regulação de criptomoedas:
No Papo Cripto #015, eu conversei com o advogado e especialista em blockchain pelo MIT Rodrigo Caldas de Carvalho Borges. Ele esteve próximo dos primeiros debates sobre regulação no Brasil e comenta as principais mudanças das propostas desde 2016:
Nós também estamos no Spotify:
Conteúdo Empiricus
MAIS SEGURANÇA
ZONA DE PERIGO
Conteúdo Empiricus
Conteúdo Empiricus
Conteúdo Empiricus
CRIPTOMOEDAS
BITCOIN
BITCOIN PIZZA DAY
DEIXOU NO CHINELO
ETF DAY
MERCADO CRIPTO
POR TRÁS DA TESE
VEJA QUAL É
VIVA OU MORTA?
DEU NO NEW YORK TIMES
CRIPTOATIVOS
CRIPTOMOEDAS
CRIPTOMOEDAS
CRIPTOMOEDAS