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2022-03-02T12:54:14-03:00
Beatriz Azevedo Pinto
RÚSSIA X UCRÂNIA

Bitcoin (BTC) como ‘arma de guerra’? Ucranianos recebem doações em criptomoedas para financiar resistência ao ataque russo

De acordo com um levantamento da Elliptic, empresa de análise de cripto, mais de 4 mil doações em criptomoedas já foram feitas para financiar resistência aos russos na Ucrânia; ONGs do país já angariam fundos em cripto desde 2014

27 de fevereiro de 2022
14:43 - atualizado às 12:54
Bitcoin na guerra
Imagem: Shutterstock

Ucranianos estão recorrendo ao Bitcoin (BTC) para levantar fundos na tentativa de combater a invasão russa. As informações são de um relatório da Elliptic, empresa de análise de dados sobre o mercado cripto. 

De acordo com o levantamento, mais de 4 mil doações foram feitas até agora. Um doador anônimo chegou a enviar US$ 3 milhões (R$ 15 milhões) em bitcoins para uma ONG. A doação média é de US$ 95 (quase R$ 500).

Ao longo da tarde de ontem, a conta oficial da Ucrânia no Twitter afirmou estar aceitando colaborações em bitcoin, ethereum e USDT e divulgou o endereço das carteiras para o recebimento do dinheiro. 

O Ministério Digital ucraniano afirmou que o dinheiro servirá para ajudar as forças armadas da Ucrânia. No entanto, a instituição não deu detalhes sobre como o valor recebido será gasto. 

Criptomoedas financiando guerras? 

“As criptomoedas estão sendo cada vez mais usadas para financiar a guerra através de campanhas de crowdfunding, inclusive com a aprovação tácita dos governos”, afirma Tom Robinson, fundador da Elliptic, em entrevista para a CNBC. 

Já à BBC, Robinson destaca que enquanto algumas empresas de crowdfunding e pagamentos se recusam a permitir que doações sejam feitas a grupos que apoiam os militares ucranianos, as criptomoedas surgiram como uma alternativa poderosa.

Em 2014, protestos populares derrubaram o então presidente da Ucrânia, Viktor Yanukovych, que contava com o apoio de Vladimir Putin. Desde então, voluntários e organizações não governamentais se organizam para oferecer suporte à resistência da Ucrânia contra ameaças russas.

A princípio, os meios utilizados para arrecadar fundos eram mais tradicionais - como bancos e fintechs -, mas a descentralização das criptomoedas se tornou um chamariz para que essas operações passassem a acontecer na blockchain. 

A ONG Comecbak Alive, uma organização não governamental ucraniana que presta apoio material às forças armadas ucranianas, aceita criptomoedas desde 2018. E a Cyber Alliance, um grupo de ativistas digitais engajado na defesa e em ações contraofensivas contra alvos russos, teria recebido US$ 100.000 em Bitcoin, Ethereum (ETH), Litecoin (LTC) e stablecoins para financiar suas atividades.

Veja também - Guerra na Ucrânia: terceira guerra mundial? Entenda o conflito e os interesses dos EUA por trás

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