O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Brasília se encaminha para a reta final dos preparativos para a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva — não só acertando os últimos detalhes para o rito de passagem de bastão e a festa que acontecerá na Esplanada dos Ministérios, mas também colocando no lugar as últimas peças da engrenagem que farão o novo governo funcionar a partir de 2 de janeiro.
Depois das semanas de tensão e preocupação com o caminho da política fiscal a ser adotada na gestão de Fernando Haddad no Ministério da Fazenda, o mercado financeiro parece estar digerindo melhor as sinalizações do novo governo — e também da futura oposição.
Da parte de Haddad, o dia foi marcado pelo compromisso em rever diversas desonerações e despesas contratadas pelo governo de Bolsonaro na véspera das eleições. A mais importante delas talvez seja a feita para segurar o preço dos combustíveis.
A transição pediu para que a gestão atual não prolongasse a medida, o que deve ter um impacto na inflação no curto prazo, mas pode reforçar em até R$ 50 bilhões os cofres públicos.
Já a base de Bolsonaro, futura oposição ao governo petista, tenta consolidar um texto que redesenhe o teto de gastos. Com a benção de Paulo Guedes, a ideia é se antecipar ao novo governo e pautar a discussão da âncora fiscal.
O compromisso com a redução de despesas e a busca pelo aumento da arrecadação animou os investidores locais, ainda que o dia tenha sido negativo no exterior e marcado mais uma vez pela baixa liquidez do fim de ano.
Leia Também
O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,53%, aos 110.236 pontos, enquanto o dólar à vista acompanhou a forte queda dos juros futuros e caiu 0,60%, a R$ 5,2551.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quarta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
VERSÃO DEFINITIVA
B3 confirma a exclusão de Positivo (POSI3) e IRB (IRBR3) da próxima carteira do Ibovespa. Apesar da saída dos ativos, nenhuma empresa será promovida ao Ibovespa no primeiro trimestre de 2023; de janeiro a abril, o índice contará com 89 papéis em negociação, abrangendo 86 empresas.
QUEDA DE BRAÇO
CVM dá sinal verde para assembleia da Gafisa no dia 2, em vitória da gestora Esh sobre Nelson Tanure; papéis GFSA3 disparam 28%. A reunião vai discutir, entre outros pontos, uma possível ação de responsabilidade contra o empresário e outros administradores.
CARROS ELÉTRICOS
Ação da Tesla caminha para a pior semana, o pior mês e o pior ano da sua história — e o Twitter tem relação com as perdas. Com o mau desempenho, a empresa de Elon Musk superou a Meta e tornou-se a big tech de pior desempenho em 2022.
DEIXANDO PARA TRÁS
CCR (CCRO3) vende unidade multimídia por R$ 245 milhões. Segundo a empresa, a transação faz parte da “estratégia contínua de revisão de portfólio e alocação de capital” e está sujeita à aprovação dos órgãos reguladores.
NAS BAGAGENS
Vai viajar para o exterior? Pois saiba que as regras para carregar dinheiro vivo vão mudar. A partir de 30 de dezembro, cada brasileiro poderá carregar consigo até US$ 10 mil em espécie ou o equivalente em outra moeda estrangeira, sem a necessidade de declaração.
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo