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Depois de um dia de animação, preocupações com o movimento dos preços e a atividade econômica pelo mundo estragaram o humor dos investidores
Foram alguns anos na geladeira antes de voltar a brilhar nos principais palcos — não importa se estamos falando de Brasil, China, Europa ou Estados Unidos, por onde passa o efeito tende a ser devastador.
Ela não ressurgiu como protagonista, muito pelo contrário. Quando a pandemia do coronavírus estourou e trouxe pânico aos mercados, ela era uma mera figurante.
A covid-19 trouxe entraves nas cadeias de produção, consumo reprimido de bens e serviços e retração da renda da população — elementos suficientes para transformar a inflação em uma grande protagonista indesejada do mercado financeiro global.
Depois dela, as idas ao mercado ou ao shopping não são mais as mesmas e todos os sinais apontam para a existência de mais vítimas, como a margem de lucro das grandes empresas.
Alimentada pelos trilhões de dólares injetados na economia com patrocínio dos bancos centrais, ela se tornou a vilã da história e já começa a evoluir para outros papéis, mas atendendo por novo nome: estagflação, o terror dos banqueiros centrais.
Nos Estados Unidos, os principais índices apresentaram perdas da ordem de 4% após uma série de balanços corporativos indicarem que gigantes estão tendo dificuldades para crescer com o atual patamar da pressão inflacionária.
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No mundo desenvolvido, a desaceleração do crescimento das empresas mostra que a dose errada de remédio contra a alta dos preços pode jogar os países em recessão.
Ao mesmo tempo, uma inflação acima de 2% por um período tão prolongado está fora de cogitação. Más notícias para o Federal Reserve, que cada vez mais se vê tendo que lutar duas batalhas ao mesmo tempo.
Do outro lado do mundo, na China, novas restrições impostas pelo coronavírus amargaram ainda mais o humor dos investidores, derrubando a cotação do minério de ferro e do dólar.
O Banco Central brasileiro se adiantou e começou a agir contra a inflação antes mesmo que ela voltasse a chamar a atenção dos demais críticos — o que dá alguma vantagem ao Ibovespa.
Por aqui, o principal índice da bolsa teve uma queda mais limitada e recuou 2,34%, aos 106.267 pontos. O dólar à vista voltou a se aproximar da casa dos R$ 5 e subiu 0,80%, a R$ 4,9826.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quarta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
CAMINHO ABERTO
TCU forma maioria para privatização da Eletrobras (ELET3). Uma das prioridades do governo federal, a desestatização da companhia ainda enfrenta outros obstáculos.
BROOKFIELD PASSOU O CHEQUE
BR Properties (BRPR3) vende 80% do portfólio para fundo canadense, em transação de quase R$ 6 bilhões. Além de representar um movimento importante no atual cenário macroeconômico brasileiro, o negócio marca a saída de boa parte do capital do fundo soberano de Abu Dhabi (ADIA) da empresa.
COMPRE BANCÃO
Por que o Bank of America cortou o preço-alvo das ações dos bancos brasileiros, mas ainda recomenda comprar os papéis? Resultados das instituições financeiras no primeiro trimestre foram bons, mas a revisão tem mais a ver com a conjuntura macroeconômica global.
AÇÃO FICOU BARATA?
Após desabar 17% na bolsa, Hapvida (HAPV3) reforça a defesa e amplia recompra de ações. Agora a empresa poderá adquirir até quatro vezes mais papéis do que no programa anterior, aprovado em outubro do ano passado.
PROVENTOS
CSN Mineração (CMIN3) já distribuiu bilhões em dividendos, mas ainda vai depositar mais R$ 2,5 bilhões na conta dos acionistas. Poderá receber o pagamento amanhã o investidor com ações até o fim do pregão de 29 de abril deste ano.
CONCORRÊNCIA NO VAREJO
Magalu ameaçada? Dona da rival Shopee tem salto na receita e lidera aplicativos baixados no Brasil. De acordo com a Sea Limited, já são mais de dois milhões de lojistas brasileiros cadastrados na plataforma da Shopee.
Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso
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A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
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