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O dia transcorreu tranquilo com a colheita dos frutos que haviam sido plantados recentemente – as decisões de política monetária do Federal Reserve e do BC brasileiro
A guerra no leste europeu segue, a inflação é uma pedra no sapato dos bancos centrais do mundo inteiro, não se sabe ao certo onde a taxa básica de juros vai parar, mas muito pouco disso impediu que o Ibovespa fechasse a sexta-feira (18) no maior nível do ano.
Com uma alta de 1,98%, o principal índice da bolsa brasileira se consolidou no patamar dos 115 mil pontos, acumulando um avanço de 3,22% na semana. Se não fosse o impacto negativo que a Petrobras teve nos negócios, os ganhos poderiam ter sido maiores. Em Wall Street, o S&P 500 teve o melhor desempenho semanal desde novembro.
No mercado de juros, a indicação de que o Comitê de Política Monetária deve encerrar o ciclo de alta da Selic mais cedo do que o esperado levou a um ajuste de baixa nos principais vencimentos. O dólar à vista acompanhou e fechou em queda de 0,37%, a R$ 5,0158. Na semana, o recuo foi de 0,81%.
Em uma aparente calmaria, o dia transcorreu com a colheita dos frutos que haviam sido plantados recentemente – as decisões de política monetária do Federal Reserve e do BC brasileiro, as notícias de que a China deve estimular a economia local e o setor de infraestrutura, e o alívio na cotação do petróleo.
A queda no preço da commodity vem de uma percepção de que a guerra pode não durar tanto tempo. Ainda que essa não seja uma esperança nova, a mobilização da Rússia e da Ucrânia para resolver o conflito abrem margem para que um cessar-fogo seja decretado em breve.
Com a guerra no leste europeu na cabeça, os investidores também observaram atentamente o telefonema entre Joe Biden, dos Estados Unidos, e Xi Jinping, da China. O presidente americano fez questão de lembrar que o apoio a Moscou pode custar caro e não será tolerado, enquanto Pequim reforçou que a paz e segurança devem ser uma prioridade.
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HORA DA VIRADA?
Saindo do fundo do poço? Stone (STOC31) apresenta balanço fraco, mas ações chegam a subir 40% com a confiança de 2022 será muito melhor. Apesar dos números do quarto trimestre, as perspectivas positivas embalaram os papéis da empresa.
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PÓDIO DA XP
Cury (CURY3) supera inflação e vence a última bateria de balanços das construtoras no quarto trimestre; veja o pódio completo. Entre tombos e desacelerações, a empresa encontrou estratégias certeiras para ultrapassar o obstáculo inflacionário.
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