🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Mercado em 5 Minutos: Sinais de alívio em bolsas de valores do mundo inteiro

Por aqui, o otimismo internacional permite digerir bem o resultado eleitoral do primeiro turno, que animou os investidores, não pela questão presidencial, mas pela composição do Congresso

4 de outubro de 2022
9:51 - atualizado às 10:01
Homem respira com alívio a href='httpsbr.freepik.comfotos-vetores-gratismodelo-homem'Modelo homem foto criado por cookie_studio - br.freepik.coma
Imagem: Freepik

Bom dia, pessoal. Lá fora, as ações da Ásia e do Pacífico encerraram o pregão em alta nesta terça-feira (4), acompanhando as movimentações predominantemente positivas no Ocidente. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Adicionalmente, os investidores repercutem três movimentações na região:

  1. A inflação de preços ao consumidor japonês em setembro, que sobe 2,8% na comparação anual (a mais alta desde 2014);
  2. A alta na Bolsa da Indonésia, impulsionada pelo fluxo de investimento estrangeiro e pelos preços mais altos das commodities; e
  3. A alta em 25 pontos-base da taxa de juros na Austrália, para 2,60% ao ano, abaixo do esperado. 

Na Europa, também vemos forte alta nos principais mercados do continente, acompanhados pela alta dos futuros americanos. 

O bom presságio neste início de dia pode ser invertido ao longo do pregão, claro, mas pelo menos começamos bem a terça-feira. 

O Brasil pode continuar a surfar o mesmo otimismo que impulsionou os ativos por aqui na segunda-feira (3), sendo que as ADRs brasileiras listadas em NY já começam o dia em alta. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As sinalizações, pelo menos por enquanto, são boas. A ver... 

Leia Também

00:43 — E a euforia pode continuar

Por aqui, no Brasil, o otimismo internacional neste início de semana permite que possamos digerir bem o resultado eleitoral do primeiro turno, que animou bastante os investidores, não pela questão presidencial, mas, sim, pela composição do Congresso. 

Como antecipamos por aqui, a decisão em segundo turno depois da eleição de uma legislatura de centro e de direita serviria de gatilho para os ativos de risco. 

A virada de Bolsonaro, ainda que pouco provável, está na mesa, o que indicaria mais quatro anos de um governo alinhado com ideias mercadológicas, privatizações e mais reformas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para tal, a campanha do presidente irá focar nos votos de Zema, em MG, de Cláudio Castro, no RJ, e nos espólios de outros candidatos no primeiro turno (dedicação para ganhos no Nordeste e manutenção no Sudeste).  

Enquanto isso, a vitória de Lula, visto como favorito, não seria mais a do "cheque em branco", forçando o ex-presidente a se afastar das alas mais radicais do PT e convergir para o centro. 

Os esforços estarão depositados em manter a votação no Nordeste e ganhar espaço no Sudeste, se valendo dos espólios dos demais candidatos derrotados e negociando o apoio de partidos como o PDT, de Ciro Gomes, o MDB, de Simone Tebet, o União Brasil e o PSDB. 

Devemos continuar surfando otimismo por aqui, no aguardo das primeiras pesquisas (que erraram feio no primeiro-turno em vários aspectos e precisam se redimir com o eleitorado) e da materialização da conversão ao centro dos candidatos, em busca dos eleitores mais centristas e pragmáticos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mercado deverá seguir festejando até o segundo turno, com algumas correções pontuais (árvores não crescem até o céu). 

01:49 — O bom andar da carruagem

Ontem (3), nos Estados Unidos, um rali tomou conta das bolsas em Wall Street, com os investidores voltando a apostar em uma movimentação mais leve sobre os juros, em linha com o que aconteceu posteriormente na Austrália. 

O S&P 500, por exemplo, avançou 2,6% no dia, em sua melhor sessão desde o final de julho 

A semana é relevante para essa tese, uma vez que contém os dados de emprego de setembro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Números abaixo do esperado podem reforçar essa tese, enquanto dados fortes podem voltar a fazer as Bolsas caírem. 

Por enquanto, o movimento tem sido positivo, mas tudo pode mudar durante o pregão, como muito bem sabemos. 

Ao longo de hoje, os dados de vagas de emprego (JOLTS) e o número de pedidos de fábrica serão devidamente avaliados. 

Pelo menos quatro membros do Federal Reserve (Fed boys) falam com o mercado, podendo dar sinais duros sobre a condução da política monetária. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois de três trimestres avassaladores, em que os principais índices americanos caíram mais de 20%, uma recuperação é esperada. 

02:49 — Inflação e recuos

Na Zona do Euro, os investidores digerem os dados de inflação de preços ao produtor de agosto, que não só acelerou para 43,3% na comparação anual (de 38% em julho), como também superou as expectativas dos investidores (mediana apontava para 43,1% de avanço em um ano) — no mês, subiu 5%. 

Apesar da surpresa, as bolsas sobem por lá. Como sabemos, os dados permanecem à mercê dos preços da energia. Será importante ouvir o que Christine Lagarde tem a dizer sobre isso em evento hoje. 

Enquanto isso, no Reino Unido, os mercados reagem bem ao recuo do governo ao plano mirabolante de Liz Truss — com menos de um mês do cargo, mais da metade dos britânicos acha que sua nova primeira-ministra deveria renunciar. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante o final de semana, o chanceler do Tesouro, Kwasi Kwarteng, informou que o governo não estaria prosseguindo com a abolição da alíquota de 45% do imposto. 

O movimento é bom para o mercado, mas evidencia o desgaste político britânico. Começam a estipular que o Reino Unido pode estar caminhando para seus últimos anos de Partido Conservador depois de mais de uma década. 

03:16 — Mais sobre o petróleo

Os preços do petróleo voltaram a se fortalecer hoje, com o Brent flertando com os US$ 90 por barril. 

Os preços do petróleo sobem diante das expectativas de corte de produção da reunião da Opep+ na reunião marcada para amanhã — um corte de mais de um milhão de barris por dia é esperado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O desejo do grupo liderado pela Arábia Saudita por preços elevados não é surpresa após a reunião do mês passado, quando foi anunciado o corte da produção de petróleo em 100 mil barris por dia. 

A medida seria uma progressão natural por parte da Opep+ para impedir volatilidade nos preços. 

Com isso, não é difícil ver como o petróleo poderia voltar para US$ 100 por barril, mesmo com a economia enfraquecida — a oferta falaria mais alto. 

Nitidamente, o movimento é benéfico para petroleiras, como a Petrobras, que devem ganhar com o movimento internacional de preços. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

04:02 — O problema da água 

O mundo precisa desesperadamente de água. A seca e o aumento das temperaturas ameaçam afetar quase todos os principais setores da economia, da energia à agricultura. 

A Europa está sofrendo a pior seca que já se viu em pelo menos 500 anos. 

Os rios europeus atingiram níveis mínimos de água, interferindo na produção agrícola e de energia, bem como no transporte — o Rio Reno caiu tão baixo que o transporte teve que ser severamente reduzido, causando problemas de abastecimento na Suíça e na Alemanha. 

Ao mesmo tempo, espera-se que os rendimentos das principais culturas caiam em pelo menos 10% a 20% devido às restrições hídricas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas não é só a Europa que passa por dificuldades. 

A seca também envolve o sudoeste dos Estados Unidos, que passa pelo seu período mais seco da história moderna — os rendimentos agrícolas podem cair até um terço este ano em comparação com o ano passado por causa da seca e do calor extremo. 

As secas, que antes ocorriam apenas uma vez a cada 10 anos, agora estão acontecendo cerca de 1,7 vezes por década, em média. 

Se o problema continuar, caminhamos para uma ocorrência de 2,5 vezes por década, o que vai trazer problemas alimentares graves para o mundo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O estresse nos orçamentos públicos tornará difícil para os governos de todo o mundo resolverem por conta própria os problemas de acesso à água e secas. 

Por isso, as empresas de capital aberto são cada vez mais propensas a fazer parte da solução, com oportunidades de crescimento.

À medida que essas demandas por água potável aumentam, as empresas envolvidas em atividades de negócios relacionadas à água devem crescer nos próximos anos (hoje, a indústria global de água vale cerca de US$ 480 bilhões). 

Foi pensando nisso que desenvolvemos o Vitreo Água, justamente para ganhar exposição a essa tese. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Faturamento de R$ 160 milhões no combate ao desperdício, guerra no Oriente Médio, e tudo o que você precisa saber hoje

11 de março de 2026 - 8:26

Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como lucrar com a Copa sem cometer crimes, as consequências de uma guerra mais longa para os juros, e o que mais afeta a bolsa hoje

10 de março de 2026 - 8:38

A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O petróleo volta a ditar o humor dos mercados, mas não é só isso: fertilizantes e alimentos encarecem, e até juros são afetados

10 de março de 2026 - 7:32

O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A fila dos IPOs na B3, a disparada do petróleo, e o que mais move o mercado hoje 

9 de março de 2026 - 8:11

Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital

TRILHAS DE CARREIRA

O fim da Diversidade? Por que a Inteligência Artificial (IA) me fez questionar essa agenda novamente

8 de março de 2026 - 8:00

Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

De volta à pole: com Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 e a retomada da produção nacional, Audi aquece os motores

7 de março de 2026 - 9:01

São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid.  Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Ainda dá para investir em Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), o FII do mês, e o que mais move seus investimentos hoje

6 de março de 2026 - 8:35

Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira

SEXTOU COM O RUY

Petrobras e Prio disparam na Bolsa — descubra por que não é tarde demais para comprar as ações

6 de março de 2026 - 6:55

Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A luta pelos dividendos da Petrobras (PETR4), o conflito no Oriente Médio e o que mais impacta o seu bolso hoje

5 de março de 2026 - 8:07

Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Dá mesmo para ter zero de petróleo e gás?

4 de março de 2026 - 19:52

A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Depois do glow up, vêm os dividendos com a ação do mês; veja como os conflitos e dados da economia movimentam os mercados hoje

4 de março de 2026 - 8:59

A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

3 de março de 2026 - 8:37

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Ormuz no radar: o gargalo energético que move os mercados e os seus investimentos

3 de março de 2026 - 7:00

Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O gringo já tem data para sair do Brasil, o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã nos mercados, e o que mais move a bolsa hoje

2 de março de 2026 - 8:46

Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]

DÉCIMO ANDAR

Hora de olhar quem ficou para trás: fundos imobiliários sobem só 3% no ano, mas cenário pode estar prestes a virar

1 de março de 2026 - 8:00

Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Turismo avança e cidades reagem – mas o luxo continua em altitude de cruzeiro

28 de fevereiro de 2026 - 9:02

Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os dividendos da Vivo, a franquia do bolo da tarde e o nascimento de um gigante na saúde: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje 

27 de fevereiro de 2026 - 9:07

Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje

SEXTOU COM O RUY

Quer investir com tranquilidade e ainda receber bons dividendos? Você precisa da Vivo (VIVT3) na sua carteira

27 de fevereiro de 2026 - 6:13

Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026

ALÉM DO CDB

Renda fixa: com prêmios apertados, chegou a hora de separar o joio do trigo no crédito privado

26 de fevereiro de 2026 - 17:35

Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Pausa para um anedótico — janeiro crava o ano para o Ibovespa? 

25 de fevereiro de 2026 - 19:58

Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar