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Por aqui, o otimismo internacional permite digerir bem o resultado eleitoral do primeiro turno, que animou os investidores, não pela questão presidencial, mas pela composição do Congresso
Bom dia, pessoal. Lá fora, as ações da Ásia e do Pacífico encerraram o pregão em alta nesta terça-feira (4), acompanhando as movimentações predominantemente positivas no Ocidente.
Adicionalmente, os investidores repercutem três movimentações na região:
Na Europa, também vemos forte alta nos principais mercados do continente, acompanhados pela alta dos futuros americanos.
O bom presságio neste início de dia pode ser invertido ao longo do pregão, claro, mas pelo menos começamos bem a terça-feira.
O Brasil pode continuar a surfar o mesmo otimismo que impulsionou os ativos por aqui na segunda-feira (3), sendo que as ADRs brasileiras listadas em NY já começam o dia em alta.
As sinalizações, pelo menos por enquanto, são boas. A ver...
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Por aqui, no Brasil, o otimismo internacional neste início de semana permite que possamos digerir bem o resultado eleitoral do primeiro turno, que animou bastante os investidores, não pela questão presidencial, mas, sim, pela composição do Congresso.
Como antecipamos por aqui, a decisão em segundo turno depois da eleição de uma legislatura de centro e de direita serviria de gatilho para os ativos de risco.
A virada de Bolsonaro, ainda que pouco provável, está na mesa, o que indicaria mais quatro anos de um governo alinhado com ideias mercadológicas, privatizações e mais reformas.
Para tal, a campanha do presidente irá focar nos votos de Zema, em MG, de Cláudio Castro, no RJ, e nos espólios de outros candidatos no primeiro turno (dedicação para ganhos no Nordeste e manutenção no Sudeste).
Enquanto isso, a vitória de Lula, visto como favorito, não seria mais a do "cheque em branco", forçando o ex-presidente a se afastar das alas mais radicais do PT e convergir para o centro.
Os esforços estarão depositados em manter a votação no Nordeste e ganhar espaço no Sudeste, se valendo dos espólios dos demais candidatos derrotados e negociando o apoio de partidos como o PDT, de Ciro Gomes, o MDB, de Simone Tebet, o União Brasil e o PSDB.
Devemos continuar surfando otimismo por aqui, no aguardo das primeiras pesquisas (que erraram feio no primeiro-turno em vários aspectos e precisam se redimir com o eleitorado) e da materialização da conversão ao centro dos candidatos, em busca dos eleitores mais centristas e pragmáticos.
O mercado deverá seguir festejando até o segundo turno, com algumas correções pontuais (árvores não crescem até o céu).
Ontem (3), nos Estados Unidos, um rali tomou conta das bolsas em Wall Street, com os investidores voltando a apostar em uma movimentação mais leve sobre os juros, em linha com o que aconteceu posteriormente na Austrália.
O S&P 500, por exemplo, avançou 2,6% no dia, em sua melhor sessão desde o final de julho
A semana é relevante para essa tese, uma vez que contém os dados de emprego de setembro.
Números abaixo do esperado podem reforçar essa tese, enquanto dados fortes podem voltar a fazer as Bolsas caírem.
Por enquanto, o movimento tem sido positivo, mas tudo pode mudar durante o pregão, como muito bem sabemos.
Ao longo de hoje, os dados de vagas de emprego (JOLTS) e o número de pedidos de fábrica serão devidamente avaliados.
Pelo menos quatro membros do Federal Reserve (Fed boys) falam com o mercado, podendo dar sinais duros sobre a condução da política monetária.
Depois de três trimestres avassaladores, em que os principais índices americanos caíram mais de 20%, uma recuperação é esperada.
Na Zona do Euro, os investidores digerem os dados de inflação de preços ao produtor de agosto, que não só acelerou para 43,3% na comparação anual (de 38% em julho), como também superou as expectativas dos investidores (mediana apontava para 43,1% de avanço em um ano) — no mês, subiu 5%.
Apesar da surpresa, as bolsas sobem por lá. Como sabemos, os dados permanecem à mercê dos preços da energia. Será importante ouvir o que Christine Lagarde tem a dizer sobre isso em evento hoje.
Enquanto isso, no Reino Unido, os mercados reagem bem ao recuo do governo ao plano mirabolante de Liz Truss — com menos de um mês do cargo, mais da metade dos britânicos acha que sua nova primeira-ministra deveria renunciar.
Durante o final de semana, o chanceler do Tesouro, Kwasi Kwarteng, informou que o governo não estaria prosseguindo com a abolição da alíquota de 45% do imposto.
O movimento é bom para o mercado, mas evidencia o desgaste político britânico. Começam a estipular que o Reino Unido pode estar caminhando para seus últimos anos de Partido Conservador depois de mais de uma década.
Os preços do petróleo voltaram a se fortalecer hoje, com o Brent flertando com os US$ 90 por barril.
Os preços do petróleo sobem diante das expectativas de corte de produção da reunião da Opep+ na reunião marcada para amanhã — um corte de mais de um milhão de barris por dia é esperado.
O desejo do grupo liderado pela Arábia Saudita por preços elevados não é surpresa após a reunião do mês passado, quando foi anunciado o corte da produção de petróleo em 100 mil barris por dia.
A medida seria uma progressão natural por parte da Opep+ para impedir volatilidade nos preços.
Com isso, não é difícil ver como o petróleo poderia voltar para US$ 100 por barril, mesmo com a economia enfraquecida — a oferta falaria mais alto.
Nitidamente, o movimento é benéfico para petroleiras, como a Petrobras, que devem ganhar com o movimento internacional de preços.
O mundo precisa desesperadamente de água. A seca e o aumento das temperaturas ameaçam afetar quase todos os principais setores da economia, da energia à agricultura.
A Europa está sofrendo a pior seca que já se viu em pelo menos 500 anos.
Os rios europeus atingiram níveis mínimos de água, interferindo na produção agrícola e de energia, bem como no transporte — o Rio Reno caiu tão baixo que o transporte teve que ser severamente reduzido, causando problemas de abastecimento na Suíça e na Alemanha.
Ao mesmo tempo, espera-se que os rendimentos das principais culturas caiam em pelo menos 10% a 20% devido às restrições hídricas.
Mas não é só a Europa que passa por dificuldades.
A seca também envolve o sudoeste dos Estados Unidos, que passa pelo seu período mais seco da história moderna — os rendimentos agrícolas podem cair até um terço este ano em comparação com o ano passado por causa da seca e do calor extremo.
As secas, que antes ocorriam apenas uma vez a cada 10 anos, agora estão acontecendo cerca de 1,7 vezes por década, em média.
Se o problema continuar, caminhamos para uma ocorrência de 2,5 vezes por década, o que vai trazer problemas alimentares graves para o mundo.
O estresse nos orçamentos públicos tornará difícil para os governos de todo o mundo resolverem por conta própria os problemas de acesso à água e secas.
Por isso, as empresas de capital aberto são cada vez mais propensas a fazer parte da solução, com oportunidades de crescimento.
À medida que essas demandas por água potável aumentam, as empresas envolvidas em atividades de negócios relacionadas à água devem crescer nos próximos anos (hoje, a indústria global de água vale cerca de US$ 480 bilhões).
Foi pensando nisso que desenvolvemos o Vitreo Água, justamente para ganhar exposição a essa tese.
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