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Apesar de ser difícil decidir ir contra a maioria, no longo prazo, é a estratégia que dá resultados; entenda como ganhar dinheiro com esta abordagem
Se você estava no Brasil nos anos 90, você passou alguns domingos na frente da TV assistindo ao programa Silvio Santos — não adianta fingir que não, todo mundo fez isso.
Pois o jovem Victor adorava o programa Tentação, em que os clientes do Baú da Felicidade respondiam a uma série de trivias sem muito sentido. Uma mistura fascinante de psicologia coletiva e fatos aleatórios tirados de alguma enciclopédia.
“Quantas patas tem o escorpião da Austrália? Seis, oito ou dez?” — e lá iam os participantes escolher uma alternativa; se a maioria decidisse que a resposta era oito, tenha certeza que os dissidentes mudariam de ideia num estalar de dedos, com medo de serem eliminados do jogo.
Conto isso porque, veja só, o mercado de ações tem um quê de programa Tentação. É difícil lutar contra a maioria — se todos vão para um lado, é melhor seguir o bonde; a humilhação de errar sozinho traz dores ao bolso e à mente.
É fácil constatar esse comportamento de manada: quando tudo vai bem e a bolsa está nas máximas, há um impulso quase irresistível para continuar comprando, por mais que a perspectiva de lucro seja cada vez menor.
Por outro lado, quando tudo vai mal e o mercado está jogado às moscas, o instinto nos diz para sair correndo, mesmo que os preços das ações estejam uma pechincha — e o espaço para um ganho sólido seja bastante óbvio.
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Mas é claro: se você quiser se destacar do resto e ter um ganho acima da média, é preciso nadar contra a maré — seja no mercado de ações, seja no palco do Silvio Santos.
E é exatamente esse o ponto do nosso colunista Ruy Hungria. Um velho ensinamento da bolsa nos diz que é preciso compreender o ciclo dos investimentos: nos momentos de euforia, venda; nos de depressão, compre.
É duro ir contra a manada e, em muitas vezes, pode parecer que as coisas vão dar errado. Mas, no longo prazo, é a estratégia que dá resultados. E o Ruy, que ganhou todos os prêmios do Baú, fala mais sobre essa abordagem na coluna desta sexta-feira.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas operam sem direção, bitcoin (BTC) cai abaixo dos US$ 40 mil e PEC dos combustíveis liga alerta dos investidores antes da abertura do Ibovespa. As atenções se voltam para a próxima quarta-feira (26), quando ocorrerá a primeira reunião do Fed em 2022.
DILEMA NOS FIIS
Investidores decidem nesta sexta se vendem suas cotas no fundo imobiliário PATC11 em leilão; veja o que está em jogo e o que recomendam os especialistas. Afinal, é hora de aproveitar a oferta da Capitânia e colocar o dinheiro no bolso ou apostar na recuperação do FII do Pátria Investimentos?
PRESENTE DE CASAMENTO
Intermédica (GNDI3) anuncia R$ 1 bilhão em dividendos, mas proventos extraordinários estão condicionados à fusão com Hapvida (HAPV3). O pagamento da bolada deverá ocorrer até 29 de março.
O COMETA PASSOU LONGE
Não olhe para cima: ações da Netflix desabam com avanço menor no número de assinantes. O mercado olhou para o dado na busca de sinais de como a empresa de streaming vai performar em um mundo no qual a pandemia estará mais controlada.
MONEY TIMES
Pingando na conta: Banco do Brasil (BBAS3) vai distribuir 40% do lucro aos seus acionistas neste ano. Os proventos referentes ao exercício de 2022 serão pagos em forma de dividendos ou de juros sobre o capital próprio.
MANIA DIGITAL
Mais um passo em direção ao metaverso: Facebook e Instagram criam plataforma para negociar e vender NFT. Estratégia pode ajudar a Meta a impedir que plataformas de terceiros, como a OpenSea, ganhe força demais nesse segmento.
INVASÃO DAS BIG TECHS
Google faz contratação de peso e se prepara para entrar no mercado de pagamentos em criptomoedas e competir com a Apple. Empresas parecem querer acompanhar os esforços do Facebook no metaverso e o investimento do Twitter em infraestrutura de criptografia.
Boa leitura!
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Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
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