O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após 4 anos de governo Bolsonaro, Lula se prepara para o seu terceiro mandato, e, como em 2003, quando sucedeu Fernando Henrique Cardoso, volta a dizer que está recebendo uma herança maldita
Não é de hoje que os políticos eleitos se utilizam da tática da “herança maldita” para dizer que o antecessor não fez um bom trabalho e que terá muito a consertar.
Isso pode servir como justificativa para pedir licença para gastar mais ou convencer a população da necessidade de reformas. Num caso ou no outro, a verdade é que nem sempre é tão simples saber separar o fato da narrativa.
Após 4 anos de governo Bolsonaro, Lula se prepara para o seu terceiro mandato, e, como em 2003, quando sucedeu Fernando Henrique Cardoso, volta a dizer que está recebendo uma herança maldita.
Como essa questão divide não só os políticos, mas também a Faria Lima, conversamos com uma economista especialista em fiscal, tema prioritário pro Brasil hoje, para entender qual será efetivamente a herança que o próximo governo irá receber: boa, ruim ou mais ou menos.
Yara Cordeiro, economista da Novus Capital, dividiu a bancada com Guilherme Motta, gestor do Studio Long Bias, num episódio que foi da questão fiscal brasileira ao futuro da Natura em pouco mais de 2 horas de duração.
Yara explicou os pontos positivos do atual governo e a questão da herança maldita:
Leia Também
“O governo começou muito bem do ponto de vista fiscal, na minha opinião. A Reforma da previdência foi importantíssima e muito boa. Reajustes para o funcionalismo, contratações e outros gastos tiveram um freio.
“Mas, nos últimos 12 meses, isso foi praticamente por água abaixo. Desde a PEC dos precatórios, passando pelos gastos para se reeleger, gerou-se uma gastança quase desenfreada. Deixaram de lado todas as premissas de fiscalismo e destruíram o arcabouço institucional que existia. A gente descobriu que uma PEC não adianta para uma regra fiscal, porque é possível mudar no momento que você quiser.”
“Na minha opinião, os últimos meses geraram uma herança maldita.”
E essa herança, para ela, vai além da questão fiscal:
“A herança é maldita especialmente pela quebra institucional. Como serão as próximas eleições? Todo mundo poderá gastar o quanto quiser? O governo que se dizia liberal se desvirtuou. Esses últimos 12 meses foram caóticos.”
Por isso, na visão dela, se o governo "liberal" foi capaz de abrir mão da responsabilidade fiscal e desfazer importantes regras, o próximo, que em tese é mais “gastão”, se sentirá no direito de fazer igual, ou até pior.
Voltaremos a ser o "Brasilzão velho de guerra, o paraíso da renda fixa”, como definiu Samuel Pessôa? Nesta semana, o André Jakurski, da JGP, disse que espera uma renda fixa performando melhor que a renda variável durante o governo Lula.
Esse risco existe, mas tudo depende do preço, como bem disse Motta: a carteira dele na Studio está rodando com uma TIR perto de 14% e algumas bizarrices de preço já começam a aparecer, como foi em 2015 e 2016, quando a nossa bolsa iniciou um forte movimento de alta.
Aguardando os próximos capítulos.
Entenda o que acontece com as ações da Azul, que vivem uma forte volatilidade na bolsa, e qual a nova investida de Trump contra o Fed, banco central norte-americano
Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países
A relação das big techs com as empresas de jornalismo é um ponto-chave para a nascente indústria de inteligência artificial
Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
Descubra oito empresas que podem ganhar com a reconstrução da Venezuela; veja o que mais move o tabuleiro político e os mercados
O jogo político de 2026 vai além de Lula e Bolsonaro; entenda como o trade eleitoral redefine papéis e cenários
Veja por que companhias brasileiras estão interessadas em abrir capital nos Estados Unidos e o que mais move os mercados hoje
As expectativas do norte-americano Rubio para a presidente venezuelana interina são claras, da reformulação da indústria petrolífera ao realinhamento geopolítico
Assim como na última temporada de Stranger Things, encontrar a abertura certa pode fazer toda a diferença; veja o FII que ainda é uma oportunidade e é o mais recomendado por especialistas
Crise na Venezuela e captura de Maduro expõem a fragilidade da ordem mundial pós-1945, com EUA e China disputando influência na América Latina
A construtora Direcional (DIRR3) recebeu três recomendações e é a ação mais indicada para investir em janeiro; acompanhe também os efeitos do ataque no preço da commodity
O ano novo bate mais uma vez à porta. E qual foi o saldo das metas? E a lista de desejos para o ano vindouro?
China irá taxar importação de carne, o que pode afetar as exportações brasileiras, mercado aguarda divulgação de dados dos EUA, e o que mais você precisa saber para começar o ano bem-informado
Da Cogna (COGN3) , que disparou quase 240%, à Raízen (RAIZ4), que perdeu 64% do seu valor, veja as maiores altas e piores quedas do Ibovespa no ano de 2025
Conheça a história da Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), e quais são seus planos para ajudar ainda mais mulheres
A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência
Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança, e o Banco do Brasil (BBAS3). Veja como se saíram também Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11)
Mesmo em um cenário adverso, não surpreende que o segmento em destaque tenha encerrado 2025 como o segundo que mais se valorizou dentro do universo de FIIs