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Os fundos multimercados do Nu fizeram sucesso de imediato, mas a rentabilidade tem deixado a desejar; é hora de tirar o time de campo?
Bom dia,
Acabou a competitividade no sistema financeiro? Provavelmente era isso que os grandes bancos brasileiros imaginavam — tocando a bola de lado e torcendo para o empate — até a entrada em campo do Nubank.
Com seu cartão de crédito roxo que não cobra tarifas, a fintech começou a brilhar nos gramados do mercado e atraiu uma legião de clientes — que viraram verdadeiros torcedores da marca.
Em 2017, veio mais um gol de placa com a NuConta, que permitiu aos donos do cartão manterem um saldo com rendimento de 100% do CDI.
Esse foi o primeiro lance da empresa na disputada liga dos investimentos. A grande jogada, porém, veio com a compra da corretora Easynvest, em 2020.
O negócio inspirou o Nubank a lançar em abril do ano passado uma família de fundos multimercados próprios e mais sofisticados aos clientes. E, como tudo ligado à empresa, o sucesso de público foi imediato.
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O problema é que, desta vez, os resultados dentro de campo ainda não vieram. Ou seja, a rentabilidade tem deixado a desejar — para dizer o mínimo.
Na reportagem especial de hoje do Seu Dinheiro, a Julia Wiltgen faz uma análise tática dos fundos do Nubank e fala se está na hora de o investidor tirar o time de campo.
ESQUENTA DOS MERCADOS
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TORNEIRA FECHADA
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SEU DINHEIRO EXPLICA
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Aquele abraço e uma ótima quarta-feira.
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