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2022-06-08T15:45:14-03:00
Flavia Alemi
Flavia Alemi
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pela FIA. Trabalhou na Agência Estado/Broadcast e na S&P Global Platts.
recessão improvável

SPX diz que PIB teria de cair 4% para que inflação fique no centro da meta em 2023

Para a SPX, se inflação cair para qualquer valor dentro da banda de tolerância em 2023 seria ‘uma grande vitória’

8 de junho de 2022
15:45
Rogério Xavier, sócio-fundador da SPX Capital
Rogério Xavier, sócio-fundador da SPX Capital - Imagem: Leo Martins

Com a inflação passando de 12% nos últimos 12 meses, a gestora SPX estima que o preço a se pagar pela desaceleração da alta de preços viria na forma de recessão.

De acordo com a gestora, o PIB brasileiro teria de contrair 4% para que a inflação caia para o centro da meta no ano que vem. Lembrando que a meta para 2023 é de 3,25%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

“Posteriormente, seria preciso cortar drasticamente os juros para não errar a meta de 2024 para baixo”, afirma a SPX na carta do gestor mais recente.

No entanto, a gestora de Rogério Xavier ressalta que prender-se a modelos teóricos para exigir uma convergência da inflação mais abrupta “é falta de bom senso”.

“Consideraríamos uma grande vitória se a inflação retrocedesse dos atuais 12% para algum valor dentro da banda de tolerância em 2023”, aponta a SPX.

Brasil no equilíbrio antigo

Com o Banco Central elevando os juros para tentar conter a inflação, a SPX prevê que o Brasil caminha para o “antigo equilíbrio dos juros altos, câmbio apreciado e baixo crescimento crônico.”

“Em política monetária, os extremos não costumam ser bons, e o papel dos bancos centrais deve ser suavizar os ciclos, e não adicionar volatilidade”, reforça a gestora.

No último relatório Focus, as expectativas do mercado apontam para uma inflação de 8,89% no final de 2022 e crescimento de 1,20% do PIB.

SPX Nimitz em maio

O fundo multimercado SPX Nimitz fechou o mês de maio com valorização de 1,38%, puxada pela estratégia de juros. O fundo manteve posições favoráveis à alta de juros em países nos quais a gestora acredita haver desequilíbrio entre as condições econômicas e os preços de mercado.

Veja abaixo a atribuição de performance do SPX Nimitz:

SPX NIMITZMAIO 20222022
Ações-0,17%0,27%
Commodities-0,07%0,28%
Crédito-0,04%0,01%
Juros1,06%14,62%
Moedas-0,18%3,72%
Taxas e custos-0,25%-4,48%
CDI1,03%4,34%
TOTAL1,38%18,77%
Fonte: SPX

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