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Cotações por TradingView
2022-12-05T17:04:57-03:00
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MERCADOS AGORA

Bolsa agora: Ibovespa intensifica queda com cenário fiscal e cautela em Wall Street; dólar fecha em alta de 1,3%

5 de dezembro de 2022
7:19 - atualizado às 17:04

RESUMO DO DIA: O Ibovespa está diante de uma semana movimentada. Na quarta-feira (07), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reúne pela última vez no ano. Na sexta-feira (09) serão conhecidos os números da inflação em novembro. Além disso, a PEC da Transição deve ser votada pelo Senado esta semana. Ao mesmo tempo, as bolsas internacionais acompanham os desdobramentos da guerra entre Rússia e Ucrânia e o avanço da covid-19 na China.

‘Vai se criando um clima terrível’ para o Fed — e as bolsas globais desabam com a cautela; Ibovespa recua mais de 2% antes de votação da PEC da Transição

A goleada de 4 a 1 do Brasil sobre a Coreia do Sul, logo após a derrota na última rodada da fase de grupos, serviu para convencer a torcida e aliviar o coração daqueles que esperavam que o bordão cunhado por Galvão Bueno durante a clássica derrota da amarelinha para a seleção alemã em 2014 fizesse uma aparição.  

Essa pode até ter sido a realidade dentro de campo, mas não no mercado financeiro. Ao longo de todo o dia, foi se criando um clima “terrível” para o próximo encontro do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês). 

Na semana passada, Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, fez questão de acalmar o mercado ao dizer que vê espaço para uma redução do ritmo de aperto monetário já na reunião de dezembro — mas desde então, dois dos principais indicadores econômicos dos Estados Unidos mostraram uma resiliência muito maior do que o inicialmente projetado. 

Na sexta-feira (02), a surpresa foi com o mercado de trabalho, e hoje foi a vez de o índice de gerente de compras (PMI, na sigla em inglês), um importante termômetro da atividade de serviços, vir acima do esperado. 

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FECHAMENTO

Ibovespa encerrou o dia em queda de 2,25%, aos 109.401 pontos.

FECHAMENTO EM NOVA YORK
  • Nasdaq: -1,93%
  • Dow Jones: -1,40%
  • S&P 500: -1,79%
FECHAMENTO

O Brent fechou o dia em forte queda de 3,38%, a US$ 82,68

DATA MARCADA

A sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado que irá votar a PEC da Transição já tem dia para acontecer.

O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, agendou para amanhã (6), às 9h30. O relator será Alexandre Silveira, do PSD

FECHAMENTO

O dólar à vista encerrou o dia em alta de 1,30%, a R$ 52829

A piora das bolsas em Nova York repercute no Brasil, com o Ibovespa renovando mínimas mais uma vez. Há pouco, o principal índice da bolsa brasileira recuava mais de 2%.

CAUTELA PREDOMINA

A tendência é que as próximas horas sejam de liquidez reduzida na bolsa brasileira. Antes do início da partida entre Brasil e Coreia do Sul, o dólar à vista renovava máximas, em alta de 1,14%, enquanto o Ibovespa recuava mais de 1,70%.

FIQUE ATENTO

Assim como aconteceu durante a fase de grupos, a bolsa brasileira não irá interromper as negociações durante a partida da Seleção brasileira. A liquidez, no entanto, fica comprometida, já que os investidores tendem a focar no campeonato.

PIOR DESEMPENHO DO DIA

A pressão nos juros futuros é prejudicial ao desempenho do setor de tecnologia, mas as ações da Positivo (POSI3) recuam mais que a média nesta tarde.

Em queda de mais de 9%, os papéis são pressionados pela possível saída do ativo da próxima carteira do Ibovespa. Fora do índice, a tendência é que o papel tenha uma menor liquidez.

SÓ COMMODITIES SALVAM

A retirada de algumas das restrições impostas pelo coronavírus na China ajudam as companhias produtoras de commodities a escaparem da queda generalizada do Ibovespa nesta seginda-feira (05). A alta do dólar em escala global também ajuda exportadoras como Klabin (KLBN3) e Suzano (SUZB11).

CÓDIGONOMEULTVAR
CSNA3CSN ONR$ 14,661,03%
BRAP4Bradespar PNR$ 29,441,03%
VALE3Vale ONR$ 87,640,97%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 3,840,79%
KLBN11Klabin unitsR$ 19,910,45%
PEGANDO CARONA

O Ibovespa vem acelerando o ritmo de queda nesta tarde, em linha com o comportamento visto em Wall Street. Mais cedo, indicadores da economia americana mostraram que existe um espaço para que o Federal Reserve siga alongando o seu ciclo de aperto monetário, levando os investidores a deixarem de lado os sinais dados por Jerome Powell, presidente do Fed, na semana passada.

Apesar das commodities responderem positivamente ao noticiário vindo da China, as incertezas domésticas sem resolução seguem sendo fator adicional de cautela.

FECHAMENTO NA EUROPA
  • Frankfurt: -0,56%
  • Londres: +0,17%
  • Paris: -0,67%
  • Stoxx-600: -0,38%
DESKTOP (DESK3) FARÁ AUMENTO DE CAPITAL DE ATÉ R$ 300 MILHÕES; AÇÕES CAEM FORTE NA B3

Mais uma empresa que abriu o capital na safra mais recente da bolsa brasileira decidiu "passar o chapéu" e pedir mais dinheiro aos acionistas. Agora é a vez da Desktop (DESK3).

A provedora de serviços de internet por banda larga que atua no Estado de São Paulo fará um aumento de capital privado, que pode chegar a R$ 300 milhões.

A empresa vai emitir as novas ações por R$ 9 cada. Esse valor representa um desconto de 12,5% em relação ao preço médio dos papéis DESK3 nos últimos 30 dias. Mas em relação às cotações das ações na oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês), o deságio chega a quase 62%.

Principal acionista da companhia, o fundo HIG pretende participar do aumento de capital, o que deve garantir pelo menos R$ 120 milhões para a Desktop.

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COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera em queda nesta segunda-feira, com foco no cenário fiscal. Contudo, o mau humor do exterior também pesa sobre a bolsa brasileira, que registra queda de 1,20%, aos 110.583 pontos.

As perdas do dia são limitadas pela valorização das commodities no mercado internacional.

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, em alta superior a 2% após o país flexibilizar as medidas de enfrentamento da Covid-19. Neste fim de semana, o governo chinês determinou, entre outras mudanças, que a capital Pequim e a metrópole Shenzhen não devem mais exigir testes negativos para o uso do transporte público.

Ontem (4), a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+) decidiram, em assembleia, manter suas metas de produção de petróleo. A mudança de estratégia, já que o cartela vinha cortando a produção nos últimos meses, acontece após a União Europeia e os países do G7 terem concordado com um teto de US$ 60 por barril de petróleo russo. Isso têm refletido positivamente na comercialização da commodity hoje, que sobe quase 1,39%, a US$ 86,83 o barril.

No Ibovespa, os destaques são CSN (CSNA3), Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4;PETR3) com alta superior a 1%. Na ponta negativa, Positivo (POSI3) lidera as perdas, impulsionada pelo avanços dos DIs.

No exterior, o dia também é de cautela, com a proximidade da última reunião do Federal Reserve (Fed) deste ano. O conselho monetário se reúne nos dias 13 e 14 de dezembro e os analistas preveem uma alta de 50 pontos-base na taxa de juros americana.

Há pouco, Nova York intensificou o mau humor após o PMI de novembro ficar abaixo dos 50 pontos, o que indica uma retração da economia. Confira o desempenho de Wall Street:

  • Dow Jones: -0,93%;
  • S&P 500: -1,08%;
  • Nasdaq: -1,13%.

Por fim, o dólar à vista registra alta de 0,57%, a R$ 5,2466.

Será a volta por cima? Credit Suisse atrai interesse de príncipe saudita e de fundo dos EUA

O Credit Suisse já foi um dos bancos de investimento mais robustos do mundo. Nos últimos anos, porém, uma sucessão de escândalos levou a instituição suíça para a beira do abismo financeiro.

Às voltas com prejuízos bilionários, saques da ordem de dezenas de bilhões de francos suíços - centenas de bilhões se convertermos para o real - e um aumento de capital, o Credit Suisse agora chama a atenção de potenciais investidores.

Um príncipe-herdeiro saudita e um fundo de private equity dos EUA estariam entre aqueles que enxergam uma oportunidade na crise do banco, segundo informações do Wall Street Journal.

Quem são os potenciais investidores do Credit Suisse?

O príncipe herdeiro Mohammed bin Salman está considerando um investimento de cerca de US$ 500 milhões na CS First Boston (CSFB), nova unidade do banco de investimento.

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POR QUE AS CONSTRUTORAS RECUAM EM BLOCO HOJE?

A semana começou negativa para as ações das principais construtoras e incorporadoras da B3. Pressionado pela alta dos juros futuros, o setor recua em bloco nesta segunda-feira (5) e marca presença entre as maiores quedas do Ibovespa.

Por volta das 12h05, nenhum dos papéis que compõem o índice imobiliário da bolsa brasileira operava em alta. Os piores desempenhos eram registrados por Tenda (TEND3) e Even (EVEN3), com quedas acima dos 7%. Veja abaixo:

AçãoVariação
Tenda (TEND3)-7,92%
Even (EVEN3)-7,35%
EZTec (EZTC3)-6,59%
Cury (CURY3)-6,18%
Cyrela (CYRE3)-6,02
Fonte: TradeMap

No caso da Even, pesou também uma notícia corporativa: a renúncia de Daniel Matoni aos cargos de diretor financeiro e de relação com os investidores da companhia.

O sucessor, Marcelo Dzik já foi eleito pelo conselho de administração e deve tomar posse em janeiro do próximo ano. Dzik entrou na construtora como estagiário e já passou por diversas áreas; o executivo foi alçado à diretoria em 2019 e atuava como diretor de incorporação desde então.

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EUA: REAÇÃO AO PMI

Com o PMI, indicador de atividade econômica, abaixo dos 50 pontos — o que sinaliza que a economia segue em retração —, as bolsas americanas intensificaram a queda com temor a uma nova alta de maior magnitude na taxa de juros.

As bolsas de Nova York operam em queda superior a 1%: [

  • Dow Jones: -1,02%;
  • S&P 500: -1,16%;
  • Nasdaq: -1,14%.

ATIVIDADE ECONÔMICA DOS EUA

O índice gerente de compras (PMI, na sigla inglês), que mede a atividade econômica, recuou em novembro.

O PMI composto  — que inclui indústria e serviços — recuou de 48,2 pontos em outubro a 46,4 em novembro, na leitura final publicada há pouco pela S&P Global.

O indicador no setor de serviços caiu de 47,8 em outubro a 46,1 em novembro.

Sendo assim, os números seguem abaixo dos 50 pontos, indicando uma retração econômica.

POSITIVO (POSI3) DESPENCA

Os papéis da Positivo (POSI3) lideram as perdas do dia. A companhia registra queda de 7,52%, com ações negociadas a R$ 8,37.

O movimento de baixa acontece em razão da alta dos juros futuros nos contratos de Depósitos Interfinanceiro (DIs).

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York abriram em queda nesta segunda-feira. Os investidores ainda repercutem os dados econômicos divulgados na semana passada, entre eles o payroll, que veio acima das expectativas.

Com isso, o mercado aposta em uma elevação da taxa de juros em 50 pontos-base na próxima reunião do Federal Reserve (Fed), que acontece entre os dias 13 e 14 de dezembro.

Confira a abertura em Nova York:

  • Dow Jones: -0,61%;
  • S&P 500: -0,69%;
  • Nasdaq: -0,61%

A bolsa brasileira ampliou a queda com o cenário fiscal doméstico, apesar da alta das commodities que limitam as perdas.

O Ibovespa cai 1,26%, aos 110.509 pontos.

O Ibovespa intensifica as perdas e cai 0,90%, aos 110.916 pontos.

Além da cautela do exterior, os investidores seguem atentos às movimentações do governo para tramitação da PEC de Transição e o possível nome de Fernando Haddad (PT) como ministro da Fazenda.

O dólar à vista registra leve alta de 0,01%m a R$ 5,2369.

MENOS OTIMISTA?

Após ver o prejuízo do terceiro trimestre disparar mais de 70% em um ano, a Locaweb (LWSA3) perdeu apelo na lista de empresas de tecnologia favoritas do JP Morgan — e, agora, o banco posiciona a brasileira atrás de companhias como o Mercado Livre (MELI34) e a Totvs (TOTV3).

Os analistas mantiveram a recomendação de compra para as ações LWSA3, mas o otimismo reduzido levou ao corte do preço-alvo dos papéis, que caiu de R$ 12 para R$ 11 por ativo. 

Mesmo assim, o valor implica em um potencial de valorização de 22,6% em relação ao fechamento do último pregão, de R$ 8,97. 

As ações da Locaweb operam em forte queda na sessão desta segunda-feira e figuram entre as maiores baixas do Ibovespa, com recuo de 3,23% por volta das 10h55, cotadas a R$ 8,68. 

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ALTA DOS DIS PRESSIONA

Os setores de construção, saúde, tecnologia e varejo — mais sensíveis aos juros devido ao fator consumo — compõem as perdas do dia no Ibovespa. Confira as maiores quedas.

CÓDIGONOMEULTVAR
EZTC3EZTEC ONR$ 14,82-4,26%
CYRE3Cyrela ONR$ 14,07-3,76%
POSI3Positivo Tecnologia ONR$ 8,70-3,76%
TOTS3Totvs ONR$ 29,07-3,74%
SOMA3Grupo SomaR$ 10,59-3,64%

Os contratos de Depósito Financeiro (DIs) — ou seja, os juros futuros — operam em alta, em linha com o dólar.

ECORODOVIAS (ECOR3) CAI

Os papéis de Ecorodovias (ECOR3) caem 3,47%, A R$ 4,17.

Mais cedo, o Itaú BBA atualizou a recomendação da companhia para neutra com preço-alvo de R$ 5,50 para 2023, um potencial de alta de 15,7% em relação ao último fechamento. Segundo os analistas do banco, as taxas de juros de longo prazo são o principal fator de desempenho, resultado em uma perspectiva de curto prazo "medíocre".

"Esperamos que Ecorodovias seja um bom nome para surfar na tendência assim que os investidores ganharem confiança na reversão do ciclo. No entanto, dada as incertezas persistentes significativas em torno do cenário macro, acreditamos que é muito cedo para ficar otimista com a ação, apesar da sua TIR [taxa interna de retorno] nominal alavancada", afirma o relatório assinado por Daniel Gasparete, Gabriel Rezende e Luiz Capistrano.

No acumulado do ano, as ações ECOR3 registram queda de 40%.

*Com informações de Broadcast.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em queda de 0,25%, aos 111.650 pontos, e acompanha o desempenho do exterior. O setor de commodities limitam as perdas do pregão, com a valorização do petróleo e minério de ferro no cenário internacional.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRFG3Marfrig ONR$ 8,413,96%
CSNA3CSN ONR$ 15,043,65%
USIM5Usiminas PNAR$ 7,753,20%
PETR3Petrobras ONR$ 30,302,26%
PETR4Petrobras PNR$ 26,482,20%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
POSI3Positivo Tecnologia ONR$ 8,75-3,21%
EZTC3EZTEC ONR$ 15,01-3,04%
CYRE3Cyrela ONR$ 14,21-2,80%
ECOR3Ecorodovias ONR$ 4,20-2,78%
VBBR3VIBRA energia ONR$ 15,94-2,45%
SETOR DE COMMODITIES SOBEM

A valorização do minério de ferro e a alta do petróleo impulsionam as companhias de commodities no Ibovespa, o que limita as perdas do dia. Confira o desempenho das principais empresas do setor:

CÓDIGONOMEULTVAR
CSNA3CSN ONR$ 14,892,62%
USIM5Usiminas PNAR$ 7,702,53%
PETR3Petrobras ONR$ 30,181,86%
GGBR4Gerdau PNR$ 31,671,83%
VALE3Vale ONR$ 88,321,75%
PETR4Petrobras PNR$ 26,361,74%
PRIO3PetroRio ONR$ 37,201,39%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PNR$ 13,680,88%
RRRP33R Petroleum ONR$ 36,900,85%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 3,840,79%

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, em alta superior a 2% após o país flexibilizar as medidas de enfrentamento da Covid-19. Neste fim de semana, o governo chinês determinou, entre outras mudanças, que a capital Pequim e a metrópole Shenzhen não devem mais exigir testes negativos para o uso do transporte público.

Ontem (4), a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+) decidiram, em assembleia, manter suas metas de produção de petróleo. A mudança de estratégia, já que o cartela vinha cortando a produção nos últimos meses, acontece após a União Europeia e os países do G7 terem concordado com um teto de US$ 60 por barril de petróleo russo. Isso têm refletido positivamente na comercialização da commodity hoje, que sobe quase 3%, a US$ 88,10 o barril.

BITCOIN DEFENDE OS US$ 17 MIL EM MEIO A 'ORGANIZAÇÃO' DO MERCADO

O baque da falência da FTX no mercado de criptomoedas parece estar calculado, e a onda de choque começa a se dissipar. O bitcoin (BTC) tenta formar um novo patamar de preços em US$ 17 mil após escalar na volatilidade dos últimos dias.

Além da FTX, outras grandes firmas como a BlockFi também entraram com pedido de reestruturação empresarial, conhecido como chapter 11. No entanto, a liquidez dos ativos não foi tão afetada quanto se esperava e as criptomoedas já começam a reagir com otimismo à possibilidade de redução na escalada de juros nos Estados Unidos.

Naturalmente, o mercado de ativos digitais ainda é sensível ao noticiário e qualquer nova informação sobre a quebra da FTX ou de outras empresas do setor pode voltar a exercer pressão sobre os preços.

Confira o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

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ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu em queda de 0,47%, aos 111.393 pontos e acompanha os índices futuros de Nova York, que operam com maior cautela nesta segunda-feira apesar de melhora nas perspectivas sobre China.

No mesmo horário, o dólar à vista opera em alta de 0,66%, a R$ 5,2189.

ATIVIDADE ECONÔMICA NO BRASIL

A S&P Global apontou que o índice gerente de compras (PMI, na sigla em inglês), indicador econômico sobre atividade, composto — que inclui indústria e serviços — caiu de 53,4 pontos em outubro a 49,8 em novembro.

O índice abaixo dos 50 pontos indica, entre outros fatores, uma retração da economia no período.

O PMI de serviços recuou de 54,0 em outubro para 51,6 em novembro.

SEM PREVISÃO DO FIM DA ALTA DOS JUROS NA EUROPA

O dirigente do Banco Central Europeu (BCE), François Villeroy de Galhau, afirmou hoje que ainda é cedo para falar de uma taxa de juros terminar e que o órgão deve decidir o ritmo necessário de aumento de juros a cada reunião.

MINÉRIO DE FERRO FECHA EM ALTA

O minério de ferro negociado em Dalian, na China, encerrou o dia em alta de 2,45%, com a tonelada cotada a US$ 114,29.

O Ibovespa futuro não sustentou o ganhos da abertura e opera em queda de 0,41%, aos 111.790 pontos. O índice acompanha os futuros americanos, que registram maior aversão ao risco nesta segunda-feira.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

RESERVA NÃO TEM ESSE NOME À TOA

Lá fora, os mercados asiáticos encerraram o dia predominantemente em alta nesta segunda-feira (5), apesar dos sinais mistos de Wall Street verificados na sexta-feira, com os investidores ainda otimistas com a expectativa de que o Fed dos EUA diminuirá o ritmo de aumento das taxas de juros já neste dezembro, mesmo que os dados tenham mostrado um crescimento de empregos mais forte do que o esperado em novembro. Tal fato acalmou os temores de uma desaceleração econômica global.

Enquanto isso, os mercados europeus amanhecem sem uma única direção, com digestão dos comentários na semana passada que sugeriram que Christine Lagarde, a presidente do BCE, não tinha certeza de que a inflação havia atingido o pico na Europa, ainda que os números mais recentes possam indicar um pico. Os futuros americanos também não vão bem, com muita ansiedade para os dados da semana, que podem nivelar as expectativas para a reunião do Fed na semana que vem.

Outro ponto de atenção tem sido o mercado de commodities. Há um destaque para a digestão da reunião da OPEP+, que começou no final de semana e optou por não alterar neste momento a oferta de petróleo depois dos últimos atritos com os EUA. Há também certo ruído com relação ao impacto das sanções da União Europeia e do G7 sobre as compras das exportações de petróleo bruto da Rússia. Os contratos do barril sobem nesta manhã, o que pode ser um vetor positivo para o Brasil.

A ver…

00:58 — O jogo é jogado

Por aqui, todos querem saber sobre o número da inflação oficial de novembro, o IPCA, a ser divulgado na sexta-feira. O dado vem depois da conclusão da reunião do Copom, na quarta-feira, que deverá manter a taxa de juros inalterada em 13,75% ao ano, apesar da curva indicar uma alta de 25 pontos-base, fruto do estresse fiscal recente. Será importante avaliarmos o comunicado que acompanha a decisão, com as percepções do BC sobre a inflação e as incertezas fiscais.

Paralelamente, temos também uma grande semana na política; afinal, a PEC da Transição já pode ser votada amanhã na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Em sendo o caso, poderá ser votada em primeiro turno já na quarta-feira pelo plenário do Senado. Ainda faltará o segundo turno e o diálogo com a Câmara, sendo que o tempo é bem curto (apesar das atividades do Congresso continuarem até dia 22 de dezembro, o prazo limite para a PEC é dia 15 de dezembro).

Pelo menos já temos um número para trabalharmos. Ao que tudo indica, o texto deverá ser fruto de uma versão híbrida entre a proposta do senador Tasso Jereissati e do PT, tendo um limite de R$ 150 bilhões (ainda em aberto) e um prazo de dois anos, o que é bom pois dá ao governo tempo para definir uma nova regra fiscal crível, o grande tema para os próximos anos. Ao mesmo tempo, a semana também reserva o julgamento das emendas de relator — se derrubadas, darão margem para as negociações de Lula.

01:59 — Os dados de empregos

Nos EUA, o mercado leu de maneira mista o relatório de emprego de sexta-feira. O material, no entanto, mostrou um mercado de trabalho ainda robusto (é possível questionar essa ideia, mas não é um caminho simples) — a economia americana criou 263 mil empregos em novembro, mostrando crescimento salarial de 0,6% no mês.

Em outras palavras, o relatório de empregos mais forte do que o esperado de sexta-feira dá ao Federal Reserve mais motivos para continuar aumentando as taxas de juros e manter uma política monetária mais rígida por mais tempo, pelo menos até que o mercado de trabalho comece a enfraquecer, algo que o mercado não quer ouvir.

De todo modo, uma desaceleração para uma alta de 50 pontos base na reunião entre 14 e 15 de dezembro continua muito provável. A semana atual, contudo, terá alguns dados importantes para nivelar as expectativas, como o índice de gerentes de compras de serviços e o índice de preços ao produtor de novembro. Muita coisa pode mudar.

02:39 — No final, a greve dos ferroviários foi evitada

Ainda nos EUA, na semana passada, o Senado americano aprovou um projeto de lei por uma margem de 80 a 15 que evitará uma temida greve dos ferroviários do país, apenas um dia depois de ter sido aprovado na Câmara. A medida foi na sequência para a mesa do presidente Biden, que havia pedido ao Congresso para agir rapidamente antes do prazo de greve de 9 de dezembro.

Com o movimento, um novo contrato foi promulgado, oferecendo aos trabalhadores ferroviários um aumento de 24% nos salários de 2020 a 2024, pagamentos imediatos em média de US$ 11.000 após a ratificação, bem como um dia de folga adicional remunerado além do período de férias existente. Assim, um dos principais vetores logísticos dos EUA deixa de sofrer perigo imediato de paralisação.

Para se ter ideia, segundo algumas estimativas, as ferrovias impactam cerca de um terço a cerca de 45% de todo o frete nos EUA, o que significa que uma greve poderia desencadear efeitos indiretos para muitos setores e se tornar outra ameaça inflacionária gigante, custando aos americanos cerca de US$ 2 bilhões em produção econômica por dia. A notícia é muito boa para a possibilidade de rali de final de ano.

03:27 — Opep+ mais conservadora em seus movimentos e o preço-teto

Neste domingo, a Opep+ manteve as metas de produção de petróleo, depois de o último corte de 2 milhões de barris por dia em outubro ter irritado bastante as autoridades americanas e elevado o risco de alguma represália. A decisão vem junto do início do preço-teto de US$ 60 para o petróleo russo por parte dos países do G7 e da proibição europeia ao transporte dessa commodity pelo mar.

O movimento gera volatilidade no mercado de petróleo, que vê nesta manhã uma alta nos preços dos contratos. Vale dizer que, embora as nações ocidentais tenham concordado em se livrar do petróleo bruto importado da Rússia, os suprimentos de petróleo russo ainda estão fluindo para os mercados globais através da Ásia. Assim, as novas movimentações afetam ainda mais a oferta global de petróleo.

A situação toda torna muito difícil para a Rússia vender petróleo a um preço mais alto, uma vez que as principais empresas de navegação e seguros do mundo estão sediadas nos países do G7. Ao mesmo tempo, a Rússia disse repetidamente que não venderá petróleo a países que implementam um limite de preço. Isso poderia causar estragos na oferta global e aumentar os preços.

04:14 — Mais flexibilizações na China

As últimas semanas reservaram uma continuidade da onda de flexibilização das restrições do Covid-19 na China após protestos em massa contra a política de zero-Covid. O movimento, claro, está ajudando o sentimento do mercado, mesmo em meio à quantidade enorme de dados a serem divulgados na China nos próximos dias.

Agora, a novidade da vez foi a facilitação de alguns dos requisitos de teste nas principais cidades, fazendo com que os mercados de risco fiquem muito animados — tanto que tivemos alta nos mercados asiáticos, enquanto vemos quedas na Europa e nos EUA, pelo menos nesta manhã. A notícia é boa para as commodities e para o Brasil.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

A valorização do dólar à vista, com as atenções voltadas à tramitação da PEC de Transição, e maior cautela do exterior com a proximidade da última reunião do Federal Reserve (Fed) neste ano.

Confira:

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2313,67%13,66%
DI Jan/2413,88%13,82%
DI Jan/2512,96%12,90%
DI Jan/2612,67%12,59%
DI Jan/2712,55%12,47%
ADRS DE VALE E PETROBRAS EM NOVA YORK

Os ADRs  recibos de ações em bolsas estrangeiros  da Petrobras e da Vale, empresas com maior peso no Ibovespa, operam de forma mista no pré-mercado em Nova York, com a valorização das commodities e a maior cautela do exterior na segunda-feira.

O ADR da Petrobras sobe 1,40%, a US$ 11,56, beneficiado pelo petróleo. Já o recibo de ações da Vale sobe de 0,78%, a US$ 16,85, refletindo a maior cautela do exterior com atenções voltadas à China.

O dólar à vista deixou o campo da estabilidade e opera em alta, após a abertura. A moeda americana sobe 0,23%, a R$ 5,2271.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO E DO DÓLAR

O Ibovespa futuro abriu em alta de 0,49%, aos 112.800 pontos, na contramão do exterior.

No mesmo horário, o dólar à vista abriu estável, a R$ 5,2151.

ATIVIDADE ECONÔMICA NA EUROPA

 Mais cedo, a consultoria S&P Global divulgou o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) das principais economias europeias. Confira:

Zona do Euro

Na Zona do Euro, o indicador composto, que abrange a indústria e serviços, subiu de 47,3 na leitura final de outubro para 47,8 em novembro, em leitura final do dado.

O PMI apenas do setor de serviços da zona do euro teve leve queda de 48,6 em outubro a 48,5 em novembro, na mínima em 21 meses e um pouco abaixo da previsão de estabilidade de analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal.

Alemanha

O índice de gerentes de compras composto da Alemanha subiu de 45,1 em outubro para 46,3 em novembro.

Apenas no setor de serviços, o PMI recuou de 46,5 em outubro a 46,1 em novembro, ante previsão de 46,4 dos analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal. O indicador de serviços continua, porém, bem abaixo da marca de 50, que marca contração da expansão nessa pesquisa.

Reino Unido

O PMI do setor de serviços do Reino Unido ficou estável em 48,8 em novembro. A leitura final do dado veio em linha com o que esperavam analistas ouvidos pelo The Wall Street Journal.

O PMI composto, que abrange serviços e a indústria, também se estabilizou em 48,2 no mês em questão. Com isso, ele permanece abaixo da marca de 50, que separa contração da expansão nessa pesquisa, pelo quarto mês consecutivo.

*Com informações de Broadcast.

BOLETIM FOCUS

Confira o Boletim Focus desta segunda-feira (5) com as projeções do mercado para indicadores da economia local:

Inflação

  • IPCA para 2022: de 5,91% para 5,92% (↑)
  • IPCA para 2023: de 5,02% para 5,08% (↑)

Atividade econômica 

  • PIB para 2022: de 2,81% para 3,05% (↑)
  • PIB para 2023: de 0,70% para 0,75% (↑)

Dólar

  • Câmbio para 2022: de R$ 5,27 para R$ 5,25 (↓)
  • Câmbio para 2023: permanece em R$ 5,25 (=)

Juros 

  • Selic/22: permanece em 13,75% (=)
  • Selic/23: de 11,50% para 11,75% (↑)
DAY TRADE NA B3

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Telefônica Brasil - Vivo (VIVT3).

VIVT3: [Entrada] R$ 39.68; [Alvo parcial] R$ 40.88; [Alvo] R$ 42.70; [Stop] R$ 37.68

Recomendo a entrada na operação em R$ 39.68, um alvo parcial em R$ 40.88 e o alvo principal em R$ 42.70, objetivando ganhos de 7.6%.

O stop deve ser colocado em R$ 37.68, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

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COMMODITIES EM ALTA COM RÚSSIA E CHINA

O dia começou positivo para as principais commodities do mundo. Os investidores podem agradecer principalmente à Rússia e à China pelo forte desempenho do petróleo e minério de ferro.

Começando pela principal commodity energética do planeta, o petróleo disparou nesta segunda-feira (05). Hoje passa a valer o teto de US$ 60 por barril para o produto importado da Rússia para a União Europeia. Os preços também foram sustentados pela decisão da Opep+ de manter a produção.

Já do outro lado do mundo, a China começou a rever a política de "covid zero" no país. As restrições começaram a ser afrouxadas, permitindo alguma circulação em grandes centros urbanos.

Em outras palavras, a perspectiva de que a segunda maior economia do planeta precise de energia também auxilia as cotações do petróleo. Do mesmo modo, o minério de ferro também sobe, acompanhando essa expectativa.

Veja:

  • Petróleo Brent: US$ 87,30 (+2,03%)
  • Minério de ferro (Dalian, China): US$ 108,65 (+1,96%)
AGENDA SEMANAL

Dezembro começa com uma agenda econômica agitada no Brasil: a última reunião do Copom em 2022 poderá trazer mais pistas quanto à postura do Banco Central na condução da política monetária no próximo ano; a decisão em si, no entanto, não deve trazer surpresas — é esperada a manutenção da Selic nesta quarta (7), nos atuais 13,75% ao ano.

Ainda no Brasil, atenção para a inflação medida pelo IPCA em novembro, a ser conhecida na sexta (12); a trajetória dos preços têm mostrado alívio nos últimos meses, mas, no acumulado em um ano, ainda está girando em patamares relativamente altos; no mês passado, o saldo era de 6,47%.

O exterior terá uma semana mais calma: na zona do euro, destaque para o PIB do terceiro trimestre e para os dados de vendas no varejo; nos EUA, números de atividade concentrarão as atenções dos investidores.

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FUTUROS DE NOVA YORK RECUAM ANTES DE SEMANA ESVAZIADA

Os índices futuros de Nova York iniciam a semana em queda. O mercado norte-americano reage ainda aos dados do payroll, o relatório mensal de emprego dos Estados Unidos.

Segundo o documento referente a novembro, divulgado na última sexta-feira, o número de postos de trabalho abertos superou em muito as expectativas.

Ao mesmo tempo, a taxa de desemprego permaneceu estável, em 3,7%.

Investidores temem que, apesar da desaceleração da alta dos preços, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) veja na resistência do mercado de trabalho uma justificativa para manter o ritmo agressivo da alta dos juros.

Por falar no BC por lá, há grande expectativa com o encontro do comitê de mercado aberto (Fomc, em inglês, o Copom americano) da semana que vem. Entre os dias 13 e 14 de dezembro, os membros do Fed decidirão sobre a próxima alta de juros estadunidenses.

Isso porque o presidente do Fed, Jerome Powell, sinalizou que pode reduzir o ritmo do aperto monetário nos próximos encontros. Em geral, a última reunião do ano é a mais decisiva, por é quando o BC faz as mudanças mais drásticas da política monetária.

Confira:

  • Dow Jones futuro: -0,34%;
  • S&P 500 futuro: -0,40%;
  • Nasdaq futuro: -0,33%.
BOLSAS DA EUROPA OSCILAM COM INDECISÃO SOBRE PETRÓLEO RUSSO

As bolsas de valores europeias iniciam a semana sem uma direção única.

Os investidores assimilam as notícias de afrouxamento de restrições na China junto com a decisão da Opep+ de manter inalterada a política de produção de petróleo até que a União Europeia aplique as sanções prometidas às exportações russas.

A partir de hoje começa a valer o teto de US$ 60 para o petróleo da Rússia, que ameaça parar o fornecimento aos países que endossaram a medida.

O mercado também reage a índices de atividade previstos para os dias que antecedem as últimas reuniões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra.

Confira:

  • Euro Stoxx 50: -0,27%
  • DAX (Alemanha): -0,52%
  • CAC 40 (França): -0,35%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,23%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM ALTA COM ALÍVIO DA ‘COVID ZERO’ NA CHINA

As bolsas de valores da Ásia fecharam em alta nesta segunda-feira. Os índices de ações da região foram catapultados pela China.

As bolsas chinesas registraram forte alta diante da retirada de algumas restrições à circulação de pessoas em importantes cidades do país no âmbito da estratégia de covid zero.

Outro impulso veio da nova recomendação do Morgan Stanley para as ações chinesas, elevada de neutra para compra.

O banco de investimentos mantinha recomendação neutra para os ativos chineses desde janeiro de 2021.

Veja o fechamento das bolsas por lá:

  • Xangai (China): +1,76%
  • Nikkei (Japão): +0,15%
  • Kospi (Coreia do Sul): -0,62%
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