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Série de relatórios destaca ações que já têm recomendação de compra e ainda assim podem superar as expectativas; confira a lista completa

O Bank of America (BofA) publicou nesta segunda-feira (3) um relatório em que indica suas oito ações favoritas para 2022 no mercado brasileiro. O documento faz parte da série Top10 Ideas e é revisado trimestralmente. Confira quais são os papéis que o banco tem em alto conceito:
Apesar do cenário doméstico desafiador, o banco americano espera que o Bradesco continue sólido e registre crescimento robusto neste ano, podendo até atingir os dois dígitos. Por isso, suas ações continuam atrativas.
Isso se deve a uma expectativa de recuperação no setor de saúde, que sofreu com a pandemia, o que deve melhorar os resultados do conglomerado. Espera-se também que o banco seja capaz de gerar ganhos de eficiência.
A alta do juros também foi levada em consideração, mas espera-se que o banco brasileiro seja capaz de emprestar mais caro, de maneira que não haja impacto significativo na margem. O aumento na inadimplência não preocupa tanto, já que a instituição possui provisões grandes o suficiente para não requerer grandes ajustes.
A fusão entre NotreDame e Hapvida motivou a inclusão da empresa na lista, já que as sinergias entre as duas empresas têm o potencial de turbinar seus resultados em 2022.
O desenvolvimento de uma estratégia para aumentar a atratividade de seus serviços para empresas de abrangência nacional, o ganho de escala que possibilitará economias nas despesas de vendas e administrativas e o benefício fiscal embasam o otimismo do banco americano com a operadora de saúde.
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Apesar das conversas entre Aliansce Sonae e BRMalls terem agitado o noticiário — e o mercado — nos últimos dias, o Bank of America aposta nas ações de outra empresa do segmento de administração de shopping centers: a Multiplan.
A empresa conseguiu voltar aos níveis pré-pandemia no terceiro trimestre de 2021 e a expectativa é que continue a se recuperar. O foco no consumidor de alta renda deve levar a uma recuperação mais rápida das receitas quando comparada a administradoras que têm em seu portfólio propriedades que atendem regiões de menor poder aquisitivo.
A JBS, maior empresa de proteínas do mundo, é mais uma das recomendações do Bank of America. A companhia brasileira tem superado expectativas e registrado bons números operacionais, em grande medida devido ao desempenho do segmento de bovinos nos EUA.
Apesar de uma normalização no mercado norte-americano de carne estar no radar, espera-se que a JBS registre margem superior à de seus concorrentes. Além disso, a intenção da empresa de abrir capital nos EUA e a recente obtenção de grau de investimento, que facilita o gerenciamento da dívida, também são vistas com bons olhos.
Para o Bank of America, o papel é um dos de maior potencial no segmento de alimentos e bebidas. Em sua análise, poderia atingir R$ 70,00 por ação, o que representa mais de 80% de valorização em relação aos valores de hoje. Isso porque a empresa é capaz de crescer ao passo que remunera bem o acionista através de programas de recompra de ações e distribuição de dividendos.
Quando falamos em produtos de informática, quem chamou a atenção do banco americano foi a Multilaser. Com suas concorrentes focadas em mercados maiores em outras partes do planeta, a brasileira encontra espaço para crescer.
Além disso, a empresa tem se provado capaz de vencer licitações, já que consegue mitigar, em algum grau, a desvalorização do real e os problemas que a cadeia de suprimentos do setor tem enfrentado. Por isso, a expectativa é de um bom desempenho do papel.
Outra ação que aparece como oportunidade para 2022, na avaliação do Bank of America, é a Eletrobras. A recomendação é motivada pela expectativa de que a estatal poderá concluir sua privatização ainda neste ano, já que se espera que o TCU se pronuncie em março para que o processo possa ser concluído em maio.
Na avaliação do banco americano, a petroleira adquiriu parcelas de ativos estratégicos que melhoram a eficiência e reduzem o custo da operação. O alto preço do petróleo também colabora no curto prazo. O BofA espera ainda que a PetroRio adquira da Petrobras áreas importantes com alto potencial de exploração, o que deve afetar suas ações positivamente.
O minério de ferro também foi prestigiado pelo Bank of America. Apesar da recente acomodação, o nível de preços ainda elevado da commodity possibilita boas margens para a siderúrgica.
A demanda doméstica continua sólida, puxada pelo maquinário agrícola. Além disso, um real mais desvalorizado beneficia a companhia ao deixar o aço brasileiro mais competitivo no mercado internacional, ao passo que também protege o segmento de mineração da empresa, que sofre com oscilações no preço da commodity.
Por isso, na avaliação do BofA, ainda há espaço para a valorização dos papéis.
Além de avaliar ações, o Bank of America também publicou relatório tratando do cenário econômico. Em sua avaliação da conjuntura brasileira, o banco americano chamou atenção para a tendência de desaceleração da inflação, confirmada pelo IPCA-15 de dezembro abaixo das estimativas do mercado.
A queda no desemprego também não passou despercebida: de acordo com o IBGE o desemprego ficou em 12,1%, abaixo das expectativas de seus analistas, que esperavam um número em torno de 12,4%.
Mesmo considerando o 'bônus' das festas de final de ano na quantidade de pessoas empregadas, houve queda sensível no desemprego, que saiu de 12,6% para 12,3% em números dessazonalizados.
O mercado de crédito também foi alvo de análise do banco: em novembro, o crédito cresceu 15,65% quando comparado ao ano passado e superou 53% do PIB. Os bancos públicos são responsáveis por disponibilizar 42,5% do total e os privados ficam com os 57,5% restantes.
O Bank of America ainda destacou, na sua avaliação, que estes números são resultado do avanço na vacinação, de menos restrições e do retorno de atividades que haviam sido interrompidas pela pandemia da Covid-19.
Os R$ 15 bilhões de superávit registrados no mês de novembro foram capazes de inverter o déficit. O resultado foi puxado principalmente pelos governos locais, que fecharam no azul em R$ 11,7 bilhões, o que representa alta expressiva em comparação aos R$ 6,6 bilhões registrados em outubro. Foi a primeira vez desde outubro de 2014 que o país registrou superávit primário (no acumulado do ano).
Já para o ano que vem os R$ 113 bilhões em gastos adicionais que se sucederam à aprovação da PEC dos precatórios levaram o banco a atualizar a projeção de déficit do setor público em 2022, de R$ 49,6 bilhões para R$ 79,6 bilhões.
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