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O corte parcial do Swift foi um dos mecanismos utilizados pelos Estados Unidos para impor sanções à Rússia pela invasão da Ucrânia
A tecnologia que deu vida ao mercado de criptomoedas agora invade os sistemas internacionais de pagamento. A Sociedade para Telecomunicações Financeiras Interbancárias Internacionais — ou simplesmente Swift, na sigla em inglês — passou a fazer testes com transações em blockchain.
O projeto piloto com a fintech Symbiont conta com parceiros de peso, como o Citigroup, a Vanguard e a Northern Trust. A informação foi dada em primeira mão pela Bloomberg.
Essa novidade ajudaria a otimizar e dar eficiência às transações internacionais, hoje feitas pelo Swift, e auxiliar na “comunicação de eventos corporativos significantes” — ou, em outras palavras, pagamentos de dividendos, fusões de empresas, entre outros.
Aqui no Seu Dinheiro nós já fizemos uma matéria especial falando sobre os usos da blockchain no dia a dia das pessoas. No caso do Swift, o sistema passaria a facilitar remessas entre países e empresas.
Vale lembrar que o corte parcial do Swift foi um dos mecanismos utilizados pelos Estados Unidos para impor sanções à Rússia pela invasão da Ucrânia. Entretanto, o efeito indesejado dessa suspensão foi a impossibilidade do pagamento da dívida internacional de Moscou.
Com mais de 11 mil empresas e 200 países e territórios, o Swift é o sistema de trocas mais utilizado no planeta, movimentando trilhões de dólares. O projeto piloto pretende automatizar o trabalho por trás das máquinas.
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As informações do Swift serão transferidas para a Symbiont, que cuidará da parte tecnológica da blockchain.
Os dados serão então processados por meio de contratos inteligentes (smart contracts) entre as partes envolvidas no processo, revelando “discrepâncias, contradições ou inconsistências entre os custodiantes”, disse Tom Zschach, chefe de inovação do Swift, em um post.
O Swift foi criado em 1973 e passou a ser o sistema mais utilizado internacionalmente. Entretanto, não é perfeito: em 2016, um levantamento mostrou que cibercriminosos usavam o Swift para lavar dinheiro.
Isso porque a gestão de dados dos usuários e outras informações não são transparentes no sistema atual.
O próprio desenho da blockchain impede alguns problemas desse tipo. O sistema funciona por meio do encadeamento de blocos de informação, criptografados de tal maneira que é praticamente impossível — pelo menos, até a conclusão desta matéria — burlar seu algoritmo.
Vamos usar como exemplo blocos A, B e C, com informações “aaa”, “bbb” e “ccc”:
O exemplo é extremamente simples. As blockchains mais novas utilizam um método alfanumérico — com números e letras maiúsculas e minúsculas — para criptografia. Outras mais sofisticadas ainda usam adicionam símbolos, como arroba, pontuação e por aí vai, às suas chaves de segurança.
Ou seja, é extremamente difícil hackear uma blockchain. Além disso, é impossível alterar uma informação inserida na rede, o que garante que o processo seja mais seguro.
Para entender o grau de dificuldade para burlar o sistema, a empresa de cibersegurança Hive Systems mostrou quanto tempo demoraria para adivinhar uma senha, relacionando o número de letras com o tipo de caractere:
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