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ELEIÇÕES 2022

Lula na Globo reconhece erros de Dilma e diz que Bolsonaro parece um “bobo da corte”

Confira a cobertura ao vivo das eleições 2022 com as principais notícias sobre os principais candidatos à Presidência e nos Estados

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25 de agosto de 2022
20:01 - atualizado às 21:37
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) - Imagem: Ricardo Stuckert

RESUMO DA NOITE: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o penúltimo candidato a participar da sabatina do Jornal Nacional, da TV Globo. Na entrevista desta quinta-feira (25), os jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos questionaram o ex-presidente sobre corrupção, economia e alianças, entre outros temas. Leia a seguir as respostas de Lula.

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Lula fala sobre corrupção na Petrobras; assista

Assista ao momento em que o ex-presidente Lula fala no Jornal Nacional, da TV Globo, sobre corrupção na Petrobras:

 

Em mensagem final, Lula promete reduzir dívida da população e investir em educação

Na mensagem final durante participação em sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, Lula prometeu governar para os mais pobres, investir em educação e reduzir a dívida da população, especialmente das mulheres — um público que rejeita, em sua maioria, o presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Vamos tentar fazer mais pessoas chegarem à universidade. Pegamos o Brasil com 3,5 milhões de estudantes universitários e deixamos com 8 milhões”, afirmou.

“Este é um país do futuro. Não existe um país que avançou no mundo sem investir em educação”, acrescentou.

Lula também prometeu negociar com o setor privado e o sistema financeiro para reduzir o endividamento da população.

“Vamos resolver também a questão do endividamento, especialmente das mulheres, que comandam muitas famílias no país e são parte importante das pessoas que se endividaram”, completou.

“Meu governo foi o que mais fez pelo agronegócio”

Questionado sobre a falta de apoio do agronegócio à sua candidatura, Lula disse que seu governo foi o que mais fez pelo setor.

“Bolsonaro está ganhando apoio do agronegócio porque está dando armas. Alguns empresários do setor acham que matar alguém é uma boa ideia. O que precisamos é de uma convivência pacífica”, disse.

Lula defendeu a exploração correta da biodiversidade da Amazônia para geração de empregos e obtenção de insumos para a indústria.

Ele também disse que o MST de hoje não é mais o de 30 anos atrás. “O MST é o maior produtor de arroz orgânico do país”, disse, ao destacar que é possível a convivência entre o grupo e os grandes produtores do agronegócio.

“PT aceitou Alckmin de corpo e alma”

Sobre a chapa com Geraldo Alckmin para a disputa da Presidência, Lula disse que o PT já aceitou a escolha do vice, negando que ainda existe intolerância de algumas alas petistas ao ex-governador de São Paulo.

“Estou até com ciúme do Alckmin. Ele é muito esperto e vai me ajudar a governar”, disse. “No meu tempo, a gente tinha rivalidade política, mas não éramos inimigos. Se eu encontrasse alguém em um restaurante, eu não teria problema nenhum em cumprimentá-lo”, acrescentou.

Lula ainda afirmou que a experiência de Alckmin como governador de São Paulo vai ajudá-lo “a consertar esse país”.

“Só não quero que ele se filie ao PT porque não quero brigar com o PSB”, afirmou, em tom de brincadeira.

Questionado sobre o fato de falar em “nós e eles” e estimular a divisão política no Brasil, Lula afirmou que a polarização é saudável.

“A polarização é saudável, não podemos confundir polarização com estímulo ao ódio”, afirmou.

Bolsonaro não manda nada, parece um bobo da corte

O ex-presidente Lula fez duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro e ao chamado centrão, afirmando que se eleito irá negociar com cada partido — destacando a necessidade de composição política para governar.

“Bolsonaro não manda nada. Ele é refém do Congresso. Bolsonaro sequer controla o orçamento, isso nunca aconteceu na história do Brasil. Ele parece um bobo da corte”, afirmou.

Questionado como pretende mudar a questão do orçamento secreto, Lula disse que vai conversar com os deputados.

Lula reconhece erros do governo Dilma e diz que fará diferente

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reconheceu os erros do governo Dilma e afirmou que fará diferente, sinalizando uma tendência de se alinhar com o que foi a primeira gestão do petista.

O ex-presidente citou entre os equívocos do governo de Dilma a questão dos combustíveis, as desonerações e isenções fiscais.

“Quando ela tentou mudar, havia uma dupla dinâmica contra ela”, afirmou, referindo-se a Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara, e ao então senador Aécio Neves. Segundo Lula, o Congresso impediu que ela fizesse qualquer mudança para evitar que o Brasil quebrasse.

Lula também se referiu ao seu primeiro mandato na economia ao citar números. Ele fez questão de lembrar que quando tomou posse, em 2003, o Brasil tinha uma inflação de 10,5% e 12,5% de desemprego.

“Nós reduzimos a inflação para a meta de 4,5%, reduzimos a dívida pública de 60,4% para 39%, fizemos uma reserva em dólar e emprestamos ao FMI”, disse ele.

Lula afirmou ainda que seu governo será baseado em três pilares: credibilidade, previsibilidade e estabilidade.

“Temos que garantir que, quando a gente falar, as pessoas acreditem. Ninguém pode ser pego dormindo com mudanças no governo e empresários brasileiros e estrangeiros precisam ter estabilidade para fazer negócios aqui”, afirmou.

"Não quero um procurador leal a mim"

Ao ser questionado sobre por que não é claro sobre a escolha do procurador-geral caso seja eleito em outubro, Lula não quis dar pistas sobre o que pretende fazer se vencer as eleições.

Ele afirmou que, com isso, quer deixar o atual procurador-geral da República, Augusto Aras, com a “pulguinha atrás da orelha”.

“Quero deixar todo mundo sem saber o que eu vou fazer, em suspense”, afirmou ele, acrescentando: “Não quero um procurador leal a mim, o procurador tem que ser leal ao povo brasileiro”.

Embora não tenha sinalizado o que pretende fazer sobre a indicação do procurador-geral caso seja eleito, Lula garantiu que “será o mais republicano possível”.

Lula ironizou os 100 anos de sigilo decretados pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em informações públicas, embora não tenha citado o nome do chefe do Planalto. 

“Eu poderia ter escolhido um procurador-geral engavetador. Poderia ter impedido que a Polícia Federal tivesse um delegado. Poderia ter colocado 100 anos de sigilo nas informações públicas. Não fiz”, afirmou.

“O roubo foi oficializado pelo Ministério Público”

Lula admitiu corrupção na Petrobras, mas acusou o Ministério Público de “oficializar o roubo” com delações premiadas no âmbito das investigações da Operação Lava Jato.

“Quem confessava levava metade do que roubou”, disse, em sabatina ao Jornal Nacional.

Para o ex-presidente, as investigações da Lava Jato levaram a 4 milhões de desempregados e o país deixou de arrecadar R$ 58 bilhões.

Lula disse que as investigações contra a corrupção precisam ser feitas com “seriedade”, e deu exemplos de países como Coreia, França.

“É preciso punir, mas permitir que as empresas continuem funcionando. Aqui no Brasil, [a Lava Jato] quebrou empresas de engenharia que levamos 100 anos para construir.”

“Não há hipótese de uma pessoa não ser investigada no meu governo”

A primeira pergunta da sabatina ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Jornal Nacional foi sobre os casos de corrupção no governo petista.

Lula afirmou que, caso seja eleito, não haverá hipótese de que uma pessoa não seja investigada em seu governo, para ser punida ou absolvida.

“A corrupção só aparece quando se permite que ela seja investigada”, afirmou.

Questionado sobre a Lava Jato, Lula disse que a operação ultrapassou o limite da investigação e entrou no limite da política.

“E o limite era o Lula”, afirmou. “Moro, você está condenado a me condenar”, acrescentou o ex-presidente, ao se referir ao ex-juiz da Lava Jato.

Lula afirmou ainda que foi no governo petista que instrumentos de combate à corrupção foram criados, a exemplo do portal da transparência e leis contra a lavagem de dinheiro.

“Colocamos o Cade para combater os cartéis. No meu governo o Ministério Público era independente assim como a Polícia Federal”, disse.

Lula aproveitou para alfinetar o atual governo, afirmando que poderia escolher um procurador-geral que arquivasse todos os casos contra ele, mas que optou pela lista tríplice — que em tese dá mais independência a quem é escolhido.

Começa a entrevista de Lula

Entrevista de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começa no Jornal Nacional. Assim como aconteceu na sabatina de Jair Bolsonaro (PT), panelaços foram ouvidos no início da transmissão.

As regras da entrevista ao JN

As entrevistas dos candidatos à Presidência ao Jornal Nacional são conduzidas pelos jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos nos estúdios da Rede Globo, no Rio de Janeiro.

Todas as entrevistas acontecem ao vivo a partir das 20h30 e têm 40 minutos de duração cada. 

A Globo utilizou como critério para selecionar os sabatinados os candidatos mais bem colocados na pesquisa Datafolha realizada no fim de julho.

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