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Petrobras (PETR4) pagou 20% de dividendos aos acionistas em 2021 – e tem potencial para mais em 2022; confira o preço-alvo e os números que motivam o ânimo do mercado
A venda da Refinaria Landulpho Alves (RLAM), localizada na Bahia, por R$ 1,8 bilhão para o fundo árabe de investimentos Mubadala Capital, confirmada na noite da última terça-feira (30), marca o início do fim do monopólio da Petrobras (PETR4) no setor de refino.
Em relatório assinado pelo analista Frank McGann, o Bank of America (BofA) sinaliza que a venda da refinaria reforça a boa situação financeira da petroleira, o que pode fortalecer seu caixa e dar ainda mais robustez à nova política de dividendos.
“A Petrobras tem fortes tendências operacionais, juntamente com um forte rendimento de fluxo de caixa livre e alto rendimento de dividendos”, afirma McGann.
E não é para menos. A Petrobras divulgou, no final de novembro, sua nova política de dividendos, agora com pagamento a cada três meses e com uma expectativa de dividend yield em torno de 5% por trimestre ao investidor.
“Isso coloca nossa previsão de dividendos entre 60% e 80% da geração de fluxo de caixa livre, implicando um dividend yield anual de 20% a 25%. Isso não inclui recursos potenciais de desinvestimentos que apresentam mais potencial para distribuição”, explicam os analistas do banco de investimentos UBS. Só nos últimos 12 meses, a Petrobras pagou 20,78% de dividend yield.
Em análise do UBS, os números equivalem a um retorno de 100% apenas em dividendos com PETR4 nos próximos cinco anos, o que compensa possíveis riscos de interferência do governo que, segundo análises de mercado, já estão embutidos no preço da ação.
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Logo abaixo explicamos as expectativas de alta de 40% para Petrobras, mas antes você pode assistir também a um vídeo que preparamos para você sobre outras empresas de commodities, que podem estar em um bom ponto de entrada:
O BofA recomenda a compra de PETR4 com preço-alvo de R$ 43,50, o que equivale a um potencial de alta de 40% em relação às cotações atuais. Atualmente, o papel está sendo negociado na casa dos R$ 27.
De acordo com levantamento realizado pelo TradeMap, PETR4 tem 9 recomendações de compra, 2 para manter em carteira e nenhuma de venda até esta manhã de quinta-feira (2). Segundo a plataforma, os upsides calculados pelo mercado variam de R$ 34 a R$ 44 para o papel.
O otimismo parte também dos bons números operacionais e financeiros do seu balanço do 3º trimestre: embora o país esteja numa situação conturbada, da porta para dentro a Petrobras está nos trinques.
A receita líquida foi de R$ 121,6 bilhões entre julho e setembro deste ano, alta de 72% em relação ao mesmo período do ano passado; a média das projeções de casas de análise consultadas pelo Seu Dinheiro apontava para uma receita menor, de R$ 116,8 bilhões.
O destaque, no entanto, fica com o lucro líquido de R$ 31,1 bilhões, quase 90% maior que o esperado pelo mercado — no terceiro trimestre de 2020, a Petrobras teve prejuízo de R$ 1,5 bilhão. O Ebitda de R$ 60,7 bilhões (+82% em um ano) ficou em linha com as estimativas.
É verdade que esse lucro reportado pela Petrobras teve alguns empurrõezinhos: houve uma reversão de provisões da ordem de R$ 16,4 bilhões, ligadas à revisão da curva de preços do petróleo em alguns campos — com a commodity mais cara, os ativos da estatal se valorizam. Ganhos tributários também turbinaram o resultado.
Mas, mesmo que esses efeitos não-recorrentes sejam excluídos do balanço, o lucro líquido da Petrobras ainda ficaria em R$ 17,4 bilhões, acima das expectativas dos analistas, de R$ 16,4 bilhões. Um sinal de que, de fato, a estatal trabalhou bem no trimestre.
Frank McGann afirma que a Petrobras já sinalizou que a venda de outras duas refinarias podem "potencialmente ocorrer em 2022, o que pode ser ainda mais positivo para a política. Outras vendas, porém, ainda não estão claras "até que ocorram as eleições de 2022 ou até mais tarde".
Isso é um fator a mais para a saúde financeira da companhia e, consequentemente, para seu caixa e sua receita, influenciando de forma positiva na geração de bons dividendos. É importante destacar, porém, que os temores do mercado em relação à nova variante do coronavírus, a Ômicron, pode derrubar o mercado e, consequentemente, as ações da petroleira.
Vale lembrar também que as eleições de 2022 podem pressionar os papéis da Petrobras, bem como mudanças no alto escalão da companhia e intervenções do governo.
VEJA TAMBÉM: COVID-19: variante ÔMICRON pode derrubar AÇÕES, BITCOIN, IBOVESPA e outros investimentos em 2022?
Em entrevista ao Seu Dinheiro, o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Pedro Rodrigues, disse que o avanço das vendas das refinarias tende a aumentar a concorrência no setor. Isso, na visão dele, vai reduzir a pressão sobre o preço dos combustíveis, visto que é bem provável que uma disputa por valores mais atrativos comece a aparecer entre a iniciativa privada.
O presidente da Petrobras, general Joaquim SIlva e Luna, segue a mesma linha. “Acreditamos que, com novas empresas atuando no refino, o mercado será mais competitivo e teremos mais investimentos, o que tende a fortalecer a economia e gerar benefícios para a sociedade”, afirma.
LEIA TAMBÉM: entenda as condições e o que está por trás da nova política de dividendos da Petrobras
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