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O grupo confia na retomada econômica no segundo semestre, mas o aumento no número de casos de covid-19 ainda preocupa

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) confirmou, em comunicado divulgado nesta terça-feira (27), a manutenção do acordo entre as nações envolvidas para conter a oferta da commodity.
A nota foi divulgada após reunião em nível ministerial do grupo, o qual informou que a data para o próximo encontro do cartel será em 1º de junho.
Os preços do petróleo reagiam bem à notícia. Por volta das 17h20, o contrato WTI, negociado nos Estados Unidos, tinha forte avanço de 2,05%, a US$ 63,21 o barril. O do tipo Brent, negociado em Londres, também subia 1,50%, a US$ 66,68.
A Opep+ afirma que a taxa de cumprimento do acordo para corte na oferta ficou em 115% em março, ou seja, superou o combinado.
O grupo destacou as "contribuições positivas em andamento" dos envolvidos para reequilibrar o mercado. Para a Opep+, o crescimento global deve ganhar impulso no segundo semestre, em um quadro de retomada econômica, com níveis "sem precedentes" de apoio monetário e fiscal.
Por outro lado, o cartel diz haver um aumento no número de casos da covid-19, "apesar de campanhas de vacinação em andamento", algo potencialmente negativo para a recuperação da demanda por petróleo.
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O comunicado afirma que, apesar da taxa de cumprimento geral acima do combinado, alguns países não atingiram suas metas individuais, e deverão compensar a diferença nos meses seguintes, até setembro deste ano.
Os países ainda prometem seguir "vigilantes e flexíveis", diante das "condições de incerteza do mercado". A nota também destaca o ajuste voluntário adicional "significativo" anunciado pela Arábia Saudita em abril de 2021, de 1 milhão de barris por dia, e o fato de que os sauditas retomarão esses volumes apenas gradualmente em maio, junho e julho.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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