O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além disso, a empresa terá de constituir uma reserva bancária de 30 milhões de euros para eventual indenização de prejuízos
A Peugeot, subsidiária da Stellantis, pagará 10 milhões de euros por responder a um inquérito criminal na justiça francesa que investiga uma suposta fraude da montadora em emissões de diesel de seus veículos entre 2009 e 2015.
A companhia nega as acusações, mas diz que vai cooperar com o judiciário do país europeu para "resolver o assunto com celeridade".
Segundo comunicado emitido pela Stellantis, do total a ser pago à Justiça da França, como parte do rito processual local, 8 milhões serão destinados à quitação de potenciais danos e 2 milhões visam assegurar a representação da empresa em tribunal.
Além disso, a Peugeot terá de constituir uma reserva bancária de 30 milhões de euros para eventual indenização de prejuízos.
Representantes da Citroën e da FCA, outras duas subsidiárias da Stellantis, também foram intimados a comparecer no Tribunal Judicial de Paris, em 10 de junho e 10 de julho, respectivamente, no âmbito da mesma investigação.
"Essa etapa formal da investigação judicial permitirá que as partes investigadas tenham pleno acesso ao processo e lhes dará a oportunidade de se defenderem de alegações que ainda não foram avaliadas em processos com direito ao contraditório", diz a Stellantis, na nota. "As empresas acreditam firmemente que seus sistemas de controle de emissões atenderam a todos os requisitos aplicáveis nos momentos relevantes e continuam a fazê-lo e aguardam a oportunidade de demonstrar isso", acrescenta.
Leia Também
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas