🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA: 3 AULAS GRATUITAS – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

SETOR ELÉTRICO EM ALERTA

ONS pede que usinas reduzam vazão de água para evitar caos

Além de Jupiá e Porto Primavera, o ONS informou que as hidrelétricas de Ilha Solteira, Três Irmãos, Xingó, Furnas e Mascarenhas de Moraes também passarão a ter novas regras de liberação de água

Usina hidrelétrica da Cesp
Usina Hidrelétrica Souza Dias (Jupiá), que fica na divisa de São Paulo com Mato Grosso do Sul. - Imagem: Clayton de Souza/Estadão Conteúdo

As atenções de todo setor elétrico se voltam, neste momento, para o nível dos reservatórios localizados na bacia do Rio Paraná. É nesta região que estão localizadas as principais barragens que abastecem todo o Sudeste e Centro-Oeste do País, com dezenas usinas espalhadas pela calha principal do Rio Paraná e pelos rios que compõem a sua bacia, como Paranaíba, Grande, Tietê e Paranapanema. Sozinha, a bacia do Paraná responde por 53% da capacidade nacional de geração de energia do País. Seu cenário, no entanto, é crítico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se considerado o volume total de água armazenada hoje na bacia do Paraná, a quantidade chega a apenas 27% de sua capacidade plena. Esse é o segundo pior nível de armazenamento dos últimos 21 anos nesta bacia. Não por acaso, o governo emitiu alerta de emergência hídrica para os cinco Estados banhados pelos rios: Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná.

Para tentar amenizar a situação e riscos de desabastecimento, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) decidiu que deverá ser liberada uma quantidade mínima de água nas barragens das hidrelétricas de Jupiá, localizada entre as cidades de Andradina e Castilho (SP) e Três Lagoas (MS); e Porto Primavera, na divisa dos municípios de Rosana (SP) e Batayporã (MS). Dessa forma, preserva-se mais água para atravessar o período seco. A questão é o impacto que essa redução pode trazer, seja ao meio ambiente e ao transporte fluvial, além de impactar na receita das donas dessas usinas.

Em condições normais, o mínimo de água que Jupiá tem que liberar é de 4.000 metros cúbicos por segundo (m³/s), enquanto Porto Primavera tem como regra o mínimo de 4.600 m³/s. Desde o fim do ano passado, o ONS tem determinado novas restrições de liberação de água. Agora, porém, impõe decisões drásticas. Em um pedido enviado ao Ibama na semana passada, o órgão afirma que, a partir de julho, a liberação de Jupiá não poderá ultrapassar 2.300 m³/s. Em Porto Primavera, a decisão é restringir a liberação a 2.700 m³/s.

"É imprescindível a redução das vazões mínimas a serem praticadas no trecho do baixo Paraná", afirma o ONS. Essa redução, segundo o Operador, "proporciona benefícios aos aspectos socioambientais em relação a uma condição natural da bacia do rio Paraná, caso se chegue na situação em que não haja nenhuma capacidade de regularização das vazões pelos reservatórios da bacia".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Questionado sobre o assunto, o ONS declarou, por meio de nota, que as ações "visam reduzir o risco da perda do controle hídrico" na bacia do rio Paraná. "Todas as medidas serão tomadas a partir de junho com o objetivo de garantir a devida governabilidade das cascatas hidráulicas, inclusive quanto à preservação do uso da água, ao longo do período seco de 2021", declarou.

Leia Também

ELEIÇÕES 2026

De processar Mark Zuckerberg a enterrar o Desenrola: o que os candidatos à presidência prometeram nesta sexta-feira

RICOS PRA VALER

Eduardo Saverin e Vicky Safra: quem são os brasileiros que lideram a lista dos mais ricos da Forbes de 2026

O operador afirmou que tem sinalizado, desde 2020, "uma situação hidrológica bastante adversa, com uma escassez hídrica que não permitiu a total recuperação dos níveis dos reservatórios no período de outubro de 2020 a março de 2021, ainda que desde outubro do ano passado, com autorização do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), estivéssemos atuando em diversas frentes e adotando medidas preventivas".

Novas regras

Além de Jupiá e Porto Primavera, o ONS informou que as hidrelétricas de Ilha Solteira, Três Irmãos, Xingó, Furnas e Mascarenhas de Moraes também passarão a ter novas regras de liberação de água. "Todas estas deliberações serão apreciadas pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e, posteriormente, encaminhadas ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), por se tratarem de importantes iniciativas para manterem a segurança no abastecimento e no atendimento eletroenergético".

A empresa CGT Brasil, dona de Jupiá, declarou que "tem conhecimento da sensível situação" e vem colaborando com o ONS e demais órgãos "para que seja mantida a governabilidade das cascatas hidráulicas" no País.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A empresa está desenvolvendo um Plano de Ação para viabilizar a redução controlada de vazão na UHE Jupiá, tendo por premissa o monitoramento e mitigação de possíveis impactos ambientais. Tal plano inclui pedido de participação dos órgãos governamentais nas ações. A empresa reforça que cumpre rigorosamente as Leis e demais normas vigentes no País e aguarda a determinação dos órgãos competentes em relação ao tema", informou.

A Cesp declarou que "reconhece e se sensibiliza com o cenário de crise hídrica vivida em âmbito nacional e vem colaborando ativamente com todas as solicitações do ONS e demais órgãos públicos, inclusive com reduções de vazão na usina hidroelétrica de Porto Primavera, já realizadas a pedido do próprio ONS, após aprovação do Ibama, sempre visando assegurar o melhor uso múltiplo da água".

A empresa também prepara um plano de trabalho de testes para avaliação conjunta de nova redução da vazão desta usina. "A Cesp reitera a importância de suas premissas socioambientais e assegura cumprir rigorosamente as leis brasileiras." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
feriado ponto facultativo folga 28 de agosto de 2026 - 5:30
cirurgia cerebral inteligência artificial IA (1) 27 de agosto de 2026 - 17:34
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 27 de agosto de 2026 - 11:44
Tesoura rosa corta a Selic, taxa básica de juros 27 de agosto de 2026 - 10:53
Pix 27 de agosto de 2026 - 9:59
Loterias batem na trave. Imagem mostra bilhetes da Lotofácil, da Quina, da +Milionária, da Dupla Sena, da Lotomania e da Super Sete saindo de dentro de uma bola de futebol. 27 de agosto de 2026 - 6:52
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 26 de agosto de 2026 - 19:53
market makers thiago salomão mercado financeiro mba 26 de agosto de 2026 - 19:33
26 de agosto de 2026 - 15:30
Rio Nilo Egito 26 de agosto de 2026 - 12:04
brasil 26 de agosto de 2026 - 9:00
Fachada da Oncoclínicas (ONCO3). 26 de agosto de 2026 - 8:53
biciletas elétricas bike 25 de agosto de 2026 - 18:00
eclipse lunar lua fenômeno (3) 25 de agosto de 2026 - 17:30
canetas emagrecedoras anvisa (1) ID da foto:2243791302 25 de agosto de 2026 - 16:30
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar