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Estadão Conteúdo

finalmente vai sair

CSN acerta preço para viabilizar IPO de unidade de mineração

Oferta será apenas secundária, com a empresa vendendo sua participação na subsidiária para reduzir endividamento

Estadão Conteúdo
21 de janeiro de 2021
7:43 - atualizado às 16:23
tela de celular mostra logotipo da CSN (CSNA3) | CSN Mineração (CMIN3) recompra de ações
Imagem: Shuttertstock

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) bateu o martelo em relação ao preço e seguirá com a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de sua unidade de mineração.

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A fabricante de minério de ferro da companhia de Benjamin Steinbruch buscará estrear na bolsa de valores com um valor de mercado entre R$ 47,5 bilhões e R$ 63 bilhões.

Inicialmente, a gigante esperava avaliação mínima de R$ 60 bilhões, mas o empresário aceitou reduzir o preço depois de interação com potenciais investidores, apurou o Estadão. A estreia na Bolsa brasileira está prevista para a segunda semana de fevereiro.

A oferta deverá girar R$ 5,3 bilhões (cerca de US$ 1 bilhão) e será apenas secundária, ou seja, com a CSN vendendo ações da sua subsidiária, disseram fontes. Com isso, os recursos provenientes do IPO irão para o caixa da CSN, que os utilizará exclusivamente para reduzir seu endividamento – uma demanda antiga do mercado. Ao fim de setembro, a dívida líquida superava os R$ 30 bilhões.

A subsidiária da CSN congrega duas minas: a Namisa e a famosa Casa de Pedra, produtora de um dos minérios de maior qualidade da região produtora. A companhia de Steinbruch possui quase 90% da CSN Mineração. Um consórcio asiático detém o restante.

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O IPO será lançado oficialmente até o fim desta semana, momento em que será dado o pontapé para as reuniões formais de apresentação da companhia a investidores nacionais e estrangeiros. Para analistas, a oferta tende a ter boa demanda por conta do elevado preço do minério de ferro, atualmente ao redor de US$ 170 a tonelada.

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A CSN já anunciou que estima que sua produção de minério cresça de 33 milhões de toneladas anuais, hoje, para nada menos do que 108 milhões, em 2033.

A agência de classificação de risco Fitch elevou recentemente o rating da empresa, além de revisar a perspectiva para positiva. Disse, contudo, que a expectativa é reflexo da expectativa de que a companhia continuará a enxugar sua estrutura de capital ao longo dos próximos 12 a 18 meses.

Já analistas do Credit Suisse, após participarem de viagem organizada pela companhia para conhecer Casa de Pedra, disseram que a CSN sinalizou entender que a redução das dívidas vem antes dos projetos de crescimento programados. O banco disse ainda, em relatório, que a venda de ativos deverá ser o foco da companhia em 2021.

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Procurada, a CSN não comentou.

* As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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