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Segundo a ata da reunião, foi identificada inconsistência para enquadramento nos critérios para ser conselheira independente
O Comitê de Pessoas, Remuneração e Elegibilidade (Corem) do Banco do Brasil retirou da pauta da reunião ocorrida no último dia 08 a análise da indicação de Iêda Aparecida de Moura Cagni a uma cadeira no conselho de administração da instituição, feita pela União.
Segundo a ata da reunião, foi identificada inconsistência para enquadramento nos critérios para ser conselheira independente. O comitê verificou que Cagni possui vínculo com a União, que é controladora do BB.
Procuradora da Fazenda Nacional e graduada em Direito, Cagni ocupa o cargo de Secretária-Geral de Administração da Advocacia-Geral da União.
O comitê recomenda que seja realizada a revisão das informações prestadas na ficha de cadastro, a fim de esclarecer se a indicada se enquadra ou não nos critérios de conselheira independente, para que o processo de elegibilidade seja novamente analisado.
Na mesma reunião, foram aprovados os nomes de Fernando Florêncio Campos e Rachel de Oliveira Maia para o conselho de administração, indicados por minoritários, além de Carlos Alberto Rechelo Neto e Tiago Brasil Rocha para o conselho fiscal, como titular e suplente, respectivamente.
As mudanças acontecem após quatro conselheiros deixaram seus postos, depois da saída de André Brandão da presidente do Banco do Brasil. O executivo deixou o cargo mais importante da instituição, após pressão do presidente Jair Bolsonaro.
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*Com Estadão Conteúdo
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