O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ranking das 10 marcas mais valiosas do mundo em 2021 teve pódio dominado pelas big techs; nenhuma brasileira entrou na lista
Na última semana, a consultoria Interbrand divulgou o Best Global Brands 2021, seu ranking anual das marcas mais valiosas do mundo. Mais uma vez a líder da tabela foi a Apple, com um valor de US$ 408,2 bilhões.
O pódio, aliás, foi o mesmo do ano passado, dominado pelo setor de tecnologia. À marca da maçã seguiram-se a Amazon, com valor de US$ 249,2 bilhões, e a Microsoft, que havia ultrapassado o Google em 2020, com valor de US$ 210,1 bilhões.
O ranking da Interbrand tem, no total, 100 marcas, cujo valor em 2021 totaliza US$ 2,6 trilhões, uma alta de 15% ante 2020. Trata-se da maior taxa de crescimento da lista em 22 anos. Só as três primeiras marcas respondem por um terço (33%) do valor total da tabela neste ano.
| Colocação | Marca | Valor |
| 1 | Apple | US$ 408,2 bilhões |
| 2 | Amazon | US$ 249,2 bilhões |
| 3 | Microsoft | US$ 210,1 bilhões |
| 4 | US$ 196,8 bilhões | |
| 5 | Samsung | US$ 74,6 bilhões |
| 6 | Coca-Cola | US$ 57,4 bilhões |
| 7 | Toyota | US$ 54,107 bilhões |
| 8 | Mercedes-Benz | US$ 50,8 bilhões |
| 9 | McDonald's | US$ 45,8 bilhões |
| 10 | Disney | US$ 44,1 bilhões |
Segundo Beto Almeida, CEO da Interbrand no Brasil, o setor de tecnologia foi o maior responsável pelo crescimento de 15% no valor da tabela em 2021. Trata-se também do setor com maior valor médio de marca, seguido pelos segmentos de bebidas e de artigos esportivos.
Em 2021, o valor médio de marca do ranking aumentou 10%, ante uma alta de apenas 1,3% em 2020, quando as empresas foram fortemente impactadas pela pandemia.
O maior crescimento entre as marcas do ranking completo ficou com a Tesla, a montadora de carros elétricos do bilionário Elon Musk. Após voltar para a tabela no ano passado, a marca subiu 26 posições neste ano, tendo saltado para o 14º lugar. Seu valor aumentou em 184% em um ano, para US$ 36,270 bilhões, um salto percentual sem precedentes no ranking da Interbrand.
Leia Também
Também tiveram um salto na lista a Salesforce.com, que conquistou 20 posições, cravando a 38ª e valendo US$ 14,770 bilhões; e o PayPal, que subiu 18 colocações, para o 42º lugar, valendo US$ 14,322 bilhões.
A única nova participante do ranking neste ano foi a marca de cosméticos Sephora, que estreou em 100º lugar, valendo US$ 4,628 bilhões. Com isso, o Grupo LVHM tornou-se a primeira empresa a ter cinco marcas entre as mais valiosas do mundo. Além da Sephora, também estão na seleção a Louis Vuitton (13º lugar, US$ 36,766 bilhões), a Dior (7º lugar, US$ 7,024 bilhões), a Tiffany & Co. (92º lugar, US$ 5,484 bilhões) e a Hennessy (95º lugar, US$ 5,299 bilhões).
Nenhuma empresa brasileira aparece no ranking, que, no entanto, conta com uma representante chinesa (Huawei, 85º lugar) e uma mexicana (Corona, 78º lugar), além de marcas americanas, europeias, japonesas e sul-coreanas.
Você pode conferir a lista completa das 100 marcas neste link.
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem