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Renato Carvalho
Começando bem

Alumínio que vale ouro? Bancos iniciam cobertura de CBA (CBAV3) projetando forte valorização da ação

Analistas enchem empresa de elogios, não só pela sua liderança no mercado brasileiro, mas também por seu forte posicionamento em ESG

Renato Carvalho
23 de agosto de 2021
14:59 - atualizado às 15:00
Imagem: Divulgação

Uma empresa bastante tradicional, fundada na década de 1940, mas que chegou na Bolsa há pouco mais de 1 mês. Esta é a Companhia Brasileira de Alumínio, ou CBA (CBAV3), que pertence ao Grupo Votorantim, e que já caiu nas graças dos analistas de alguns dos principais bancos e corretoras que atuam no Brasil.

Nesta segunda-feira (23), algumas casas anunciaram o início da cobertura de CBA por seus analistas, e o tom otimista é um verdadeiro consenso. Bank of America, Bradesco BBIBTG Pactual e XP recomendam compra para a ação.

Mais que isso, a projeção de valorização do papel é bastante otimista, com três dos quatro bancos (Bradesco, BTG e XP) estabelecendo preço-alvo de R$ 19, com alta potencial superior a 70%. O BofA colocou a meta em R$ 16, esperando avanço de 45% ante a cotação atual. Por volta das 14h40, CBAV3 subia 6%, a R$ 11,66.

Quais os fundamentos?

As justificativas dos analistas para esta animação começam no que a CBA produz. A XP lembra que as mudanças recentes no perfil de consumo, com as pessoas dando maior relevância à sustentabilidade, vão contribuir para aumentar a demanda por alumínio.

“Vemos a mudança estrutural para alternativas mais verdes como o principal motivador para o avanço da indústria, uma vez que o metal se destaca como um dos mais ecológicos do planeta e o material mais reciclado dentre os metais industriais, em uma base percentual”

Relatório da XP

Os analistas lembram ainda que os preços do alumínio acumulam alta de 30% em 2021, a US$ 2.569 por tonelada, com a demanda pelo metal mais aquecida, especialmente na China.

Energia limpa

Em seu relatório, o BTG Pactual destaca que a CBA utiliza 100% da sua energia vinda de fontes renováveis. A empresa possui 21 plantas de energia hídrica, “e tem tudo para capitalizar o movimento global de descarbonização”.

Por outro lado, há uma tendência mundial de mudança na gestão de estoques, no que a CBA já tem vantagem, segundo o BTG.

A empresa também se beneficia da crescente demanda por outras fontes de energia verde, fornecendo alumínio para estruturas de fontes solar e eólica, por exemplo.

E os números?

Um dos maiores pontos positivos apontados pelo BofA é o baixo custo de produção colocado em prática pela CBA. Os analistas chamam atenção para o fato da empresa ter uma atuação vertical, desde a exploração de bauxita até a produção final.

O Bradesco BBI ressalta que o fato de ter geração própria de energia também trazem uma economia de caixa grande para a CBA, que é líder no mercado brasileiro.

Os projetos de expansão com baixos riscos de execução também favorecem o potencial de retorno da CBA no longo prazo, segundo o Bradesco. O banco projeta que o preço global do alumínio permaneça na casa dos US$ 2.300 a tonelada até pelo menos 2023.

Por fim, o BofA cita o preço relativo da ação na comparação com seus pares globais, o chamado múltiplo. De acordo com o banco norte-americano, o valor atual da ação da CBA a deixa abaixo de empresas como a Alcoa, por exemplo, mesmo atuando também na distribuição do que produz, o que deixa a empresa brasileira à frente da maioria de suas concorrentes mundiais.

Veja no vídeo a indicação do analista da Empiricus, Matheus Spiess, de uma outra ação que está barata e pode trazer bons retornos:

E como foi o segundo trimestre?

Se vale a máxima “a primeira impressão é a que fica”, a recomendação dos analistas para comprar as ações da CBA tem um forte argumento no balanço do segundo trimestre de 2021, o primeiro apresentado após o IPO.

O lucro líquido da companhia chegou a quase R$ 400 milhões, ante R$ 30 milhões de um ano antes. Boa parte deste lucro foi beneficiado pela variação cambial no período.

Mas o Ebitda ajustado, que mostra um retrato mais próximo do resultado operacional, cresceu 110% em um ano, para R$ 363 milhões. A receita líquida aumentou quase 75% no período, chegando a R$ 1,9 bilhão.

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