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Ministro voltou a falar em reduzir o IPI sobre produtos de linha branca – medida adotada em governos petistas para estimular o consumo
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a reforma tributária será "muito simples" e que é a que "dá para fazer". Em evento do BTG Pactual, o ministro voltou a falar em reduzir o IPI sobre produtos de linha branca - medida adotada em governos petistas para estimular o consumo.
O ministro disse ainda que o governo e o Congresso lançarão o "passaporte tributário", uma medida nos moldes de um Refis para renegociar dívidas tributárias com descontos significativos.
"Dá desconto de 70%, o cara paga", exemplificou Guedes. O tema foi tratado ontem em reunião na residência oficial do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG)."(Com o passaporte) Os pequenininhos você alivia, deixa seguir a vida", disse Guedes.
O ministro ainda adotou uma espécie de vacina contra eventuais críticas. A própria Receita Federal costuma ser contra a adoção de programas como o Refis porque incentivam o devedor contumaz, que fica no aguardo de oportunidades como essa para quitar débitos com descontos.
"Vai ser simples, vai ser difícil ficar contra", afirmou o ministro, ressaltando que a medida busca dar alívio às empresas em dificuldade.
Guedes disse ainda que o valor das desonerações e do contencioso tributário no Brasil, que juntos passam dos trilhões de reais, é uma evidência de que o "imposto está fora do lugar". "É tão alto que quem tem poder político consegue desoneração. O cara prefere pagar um escritório de advocacia (a pagar imposto)", disse.
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O ministro voltou a falar ainda na criação de um fundo com recursos de privatizações para ser destinado aos mais pobres. "Quem sabe com esse argumento conseguimos acelerar as privatizações e melhorar o problema da desigualdade social", completou.
Guedes falou que o Brasil está barato para investidores estrangeiros e afirmou que os "gringos" que entrarem no Brasil neste momento, com o dólar cotado perto de R$ 5,50, poderão sair com a moeda a R$ 3 em "dois ou três anos".
O ministro disse que participa de menos road shows com investidores do que ministros anteriores, mas disse que o País "incontornavelmente" terá de ir em direção aos mercados. "Primeiro tem de trabalhar para depois vender o Brasil", completou, se referindo às reformas pretendidas por sua administração.
O ministro voltou a dizer que a conta da pandemia do coronavírus não pode ficar para as próximas gerações. "Não vamos jogar dívida da pandemia para 100% do PIB", completou.
No início de sua fala, Guedes disse que queria "parabenizar todos os economistas que já integraram o governo". "Antes de entrar no governo, eu achava tudo muito fácil, não é bem assim", brincou o ministro, que está há dois anos e cinco meses no cargo e já travou negociações duras com o Congresso Nacional.
Guedes disse ainda que, com os sucessivos resultados positivos na arrecadação de tributos, o governo está revendo para baixo a projeção de déficit público neste ano.
"Estava em R$ 280 bilhões a previsão de déficit há duas semanas. A arrecadação veio tão formidável que já estamos revendo para R$ 180 bilhões", comentou.
Ele afirmou ainda que são necessários investimentos em infraestrutura para que o Brasil se integre à América Latina, mas voltou a dizer que o País não pode ficar preso ao Mercosul.
"O Brasil tem que ser a âncora dos grandes investimentos e transbordar a produção para a América Latina. Não vamos ficar presos à região, foi um erro, o Mercosul nos aprisionou", completou o ministro.
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