🔴 CONHEÇA A TESE QUE PODE MULTIPLICAR O INVESTIMENTO POR 42X EM 12 MESES – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

A discussão continua

Tributação de fundos de pensão afetará rentabilidade de planos, diz associação

Segundo presidente da Abrapp, Luís Ricardo Marcondes Martins, cobrança de impostos é um retrocesso para o segmento

notas de dinheiro e moeda que representam manutenção de impostos e espaço fiscal
Imagem: Shutterstock

Em carta enviada ao governo, o presidente da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), Luís Ricardo Marcondes Martins, considerou que o aumento da tributação dos fundos de pensão é um "retrocesso" para um sistema que paga mais de R$ 70 bilhões por ano em benefícios (aposentadorias e pensões) para mais de 1 milhão de participantes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A tributação de dividendos e de fundos de investimentos, ao lado de qualquer outra forma de elevação da carga tributária incidente sobre as empresas, afetarão com certeza a rentabilidade dos planos previdenciários e, consequentemente, reduzirão os benefícios a serem pagos no futuro aos aposentados", escreveu Martins, em carta aberta encaminhada ao Subsecretário de Política Microeconômica e Financiamento da Infraestrutura do Ministério da Economia, Edson Bastos e Santos.

"Com isso o País poupará menos, com impacto não apenas sobre a renda futura de quem vai se aposentar, mas também sobre a vitalidade da economia no presente", completou Martins.

Os fundos de pensão são os principais investidores de fundos de investimentos exclusivos fechados, aplicações que possuem benefício fiscal de longo prazo.

De acordo com a interpretação da proposta do Ministério da Economia, os fundos exclusivos fechados teriam essa vantagem retirada ao serem igualadas às demais aplicações financeiras não isentas que passariam a pagar anualmente (come-cotas anual em renda fixa) 15% de imposto de renda (IR) sobre ganhos de capital e que também teriam os dividendos tributados (ações e outras aplicações que distribuem lucros e dividendos).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A proposta do governo ainda irá passar por debate no Congresso, antes de ser aprovada.

Leia Também

POLÍTICA MONETÁRIA

Copom segura Selic em 13,75% e interrompe ciclo de cortes iniciado há cinco reuniões

CALMA MERCADO

Chegou a hora: Lula fará pronunciamento neste domingo para anunciar medidas de ajuste fiscal

Maior fundo de pensão do país, a Previ, dos funcionários do Banco do Brasil, também criticou a proposta.

Pelas regras atuais, as fundações são isentas de pagamentos dos tributos sobre os aportes dos associados e sobre o rendimento das aplicações. Só no momento da aposentadoria os benefícios são tributáveis, conforme previsto na Lei 11.053/2004, que estabelece a isenção tributária para entidades fechadas de previdência complementar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Marcelo Wagner, diretor de investimentos da Previ, diz que a isenção segue uma prática internacional.

Segundo ele, a OCDE indica que o sistema de previdência tenha tratamento tributário diferenciado para estimular a poupança privada. "É uma boa prática de sociedades desenvolvidas, o incentivo fiscal para esse fim", disse.

Wagner explica que as fundações tinham anteriormente conhecimento do conteúdo do projeto de lei, mas que o ponto relacionado aos dividendos estava sendo tratado apenas como um problema de redação de texto, uma ambiguidade jurídica.

O diretor de investimentos da Previ prefere não abrir suas simulações sobre os impactos da medida nos planos da entidade. A Previ administra atualmente cerca de R$ 220 bilhões em ativos. Sozinha, paga algo como R$ 1 bilhão por mês em benefício aos seus associados. Todos os planos seriam, de alguma forma, afetados

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Um resultado possível é as pessoas terem que contribuir mais. O Plano 1 o maior da Previ, por exemplo, é afetado no rendimento", explica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). Divulgação/Giovanni Nobile 3 de novembro de 2026 - 12:30
Prédio do Banco Central. 3 de novembro de 2026 - 9:10
O economista André Lara Resende 2 de novembro de 2026 - 13:58
Gráfico de análise do mercado financeiro de ações com acumulações crescentes de moedas, uma sobreposição de gráfico em velas e um calendário. ID da foto: 2255662762 1 de novembro de 2026 - 15:04
Thumb do podcast Touros e Ursos edição 294 30 de outubro de 2026 - 19:39
Bilhete da Mega-Sena em destaque, com globo de sorteio, bolas numeradas e confetes ao fundo. Composição mostra um bilhete da Mega-Sena em primeiro plano, ao lado de um globo de sorteio e bolas numeradas, com a frase “Prêmio recorde” na base. 29 de outubro de 2026 - 5:49
Logo do Mercado Livre (MELI34) com fundo de gráfico e cotações 27 de outubro de 2026 - 14:22
Vencedor da Lotofácil fez a aposta pelos canais eletrônicos da Caixa. O outro foi a uma lotérica. 27 de outubro de 2026 - 5:58
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 26 de outubro de 2026 - 19:43
Prédio do Banco Central em Brasília. 24 de outubro de 2026 - 8:59
Homem de óculos e camisa social aparece em close-up, com fundo escuro. 23 de outubro de 2026 - 15:56
Armazém de varejo cheio de prateleiras com caixas de papelão e pacotes. 23 de outubro de 2026 - 11:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar