O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A medida, que cria um programa de estabilização do valor do petróleo e derivados, foi a forma encontrada para amenizar a alta dos preços sem interferir na política da Petrobras
Relator do projeto de lei que cria um programa de estabilização do valor do petróleo e de derivados no Brasil, o senador Jean-Paul Prates (PT-RN) avalia que a votação no Congresso Nacional tem que ser feita este ano, ou não será implantada no ano que vem.
O projeto foi aprovado na terça-feira (7) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, e foi uma maneira encontrada pelo Partido dos Trabalhadores para amenizar as altas dos combustíveis em um momento em que o governo não pode alterar a política de preços da Petrobras.
Por meio de um colchão estabilizador, o sistema ameniza o impacto ao consumidor, e, por consequência, na inflação. "Se não for para votar nesta semana ou na próxima, vai cair no limbo, e a questão de combustíveis é premente", disse Prates ao Broadcast.
Ele explica que a solução apresentada pelo PL 1.472/2021 não é a ideal, mas foi a possível para escapar da "armadilha" que o governo acabou se colocando com a política implantada na Petrobras a partir de 2016, de paridade com a importação (PPI), e na qual não pode interferir.
"Diante da armadilha de retórica e de prática ultra neoliberal que o governo acabou se colocando, o governo não pode interferir na empresa estatal, ou o mercado reage, mas sabe que é péssimo para ele (governo) e para o Brasil em geral ter uma política de combustíveis submetido às oscilações do preço internacional imediatamente", explicou.
Pelo novo mecanismo proposto, o governo será o responsável pela gestão da política de preços de combustíveis, adotando um sistema de banda para dar estabilidade aos preços dos derivados do petróleo, a exemplo da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), hoje zerada, e que era abastecida por imposto sobre o combustível.
Leia Também
O PL apresentado pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE) cria seis novas fontes de recursos, um deles o imposto sobre a exportação de petróleo, que recebeu críticas da indústria, já que pode afastar investidores.
"Com o mecanismo que a gente está instituindo, o governo vai fazer uma política de preços para dentro, que vai preservar o preço internacional para quem vende para o mercado brasileiro em geral, tanto refinaria da Petrobras, como refinarias privadas, e importadores", explicou Prates. "Na verdade, a conta vai remunerar a diferença entre o preço do mercado interno e o PPI, para o refinador e o importador se manterem blindados", completou.
De acordo com a Federação Única dos Petroleiros (FUP), ainda não é possível saber se o subsídio ao PPI será ou não do governo.
"O PL faz recomendações, não indica a fonte de financiamento. Se for criado o imposto de exportação, quem subsidia é quem paga o imposto. Se for feito com dividendos da Petrobras, quem subsidia são os acionistas. Se for encaminhado por royalties, aí sim quem subsidia é o governo. Isso ainda está em aberto", informou a área econômica e jurídica da FUP.
Segundo a FUP, como o PPI é uma política de preços da Petrobras, só a gestão da estatal pode mudar essa política.
"O que o PL faz é criar parâmetros, estabelecer recomendações e indicar caminhos. O PL cria regras para que a política de preços não seja completamente internacionalizada, financeirizada e dolarizada, mas ele não muda a PPI. Ele regra a PPI", explicou.
De acordo com o Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás Natural (IBP), para cada centavo em subsídio no preço final dos principais derivados de petróleo, será necessário um colchão de cerca de R$ 1 bilhão por ano, considerando o volume de derivados consumidos em 2020.
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro
Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira
A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira
Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos
Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje
As empresas começam a divulgar os resultados na próxima semana e, como “esquenta”, a Vale (VALE3) publica hoje seu relatório de produção e vendas
Empresas de laticínios estão recolhendo lotes de fórmulas infantis à medida que cresce a preocupação de contaminação por toxina
Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores
Primeiro hotel de alto padrão da capital federal, o Torre Palace nasceu como símbolo de sofisticação, mas afundou em disputa familiares
Em 2026, com apenas três semanas, o ouro já acumula valorização de 17%
Medida vale para Lima e Callao e prevê multas, pontos na carteira e até apreensão do veículo em meio ao estado de emergência no país
Executivos do Master e do BRB, empresários e ex-dirigentes prestam depoimento à Polícia Federal nesta semana. O que está em jogo?
A estimativa da prefeitura de Congonhas, cidade vizinha também afetada pelo vazamento, é que foram derramados 200 mil m³ de água e lama; incidente ocorreu no aniversário de sete anos do rompimento de barragem em Brumadinho
Avanço da inteligência artificial eleva investimentos e pressiona debate sobre governança, riscos sistêmicos e atuação do Banco Central
Fundo imobiliário negocia com 15% de desconto e pode se beneficiar da retomada dos FIIs de tijolo
25 de janeiro de 1995 por pouco não impediu que o Brasil fosse pentacampeão mundial de futebol, entre outros acontecimentos das últimas três décadas
Em depoimento à PF, controlador diz que o banco sempre operou ancorado no FGC, com ciência do BC, e que a crise de liquidez começou “quando a regra do jogo mudou”
Academias de alto padrão e loterias da Caixa Econômica foram destaque no Seu Dinheiro, mas outros assuntos dividiram a atenção dos leitores; veja as matérias mais lidas dos últimos dias