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De 2018 para cá, o total de lotes disponíveis recuou à metade: de 125,4 mil para 67,4 mil. Só no ano passado, a queda foi de 33%, de acordo com a Aelo

Após encolher no ano passado em meio aos efeitos da pandemia na atividade econômica, o mercado de terrenos residenciais deve voltar a crescer este ano sustentado pela mudança de hábitos da população.
No ano passado, o recuo nas vendas foi de 4% -, que fez o setor colocar o pé no freio dos lançamentos. Por outro lado, a combinação de aumento da demanda, sem aumento correspondente da oferta, fez com que o estoque de terrenos caísse bastante.
De 2018 para cá, o total de lotes disponíveis recuou à metade: de 125,4 mil para 67,4 mil. Só no ano passado, a queda foi de 33%, de acordo com a Aelo, associação das empresas de loteamento e desenvolvimento urbano. A alta na procura já começa a se refletir nos preços.
Tendência é de preços em alta e estabilidade em lançamentos
Se existe demanda e um estoque finito de determinado produto (ou serviço), o caminho natural é que a oferta suba para aproveitar o apetite dos consumidores, certo? No caso dos loteamentos residenciais, de acordo com a Aelo, associação que reúne as empresas do setor, há um empecilho: os altos custos de urbanização, que subiram 50%, atrapalham uma aceleração significativa dos lançamentos de condomínios pelo País.
A expectativa, por isso, é que os lançamentos permaneçam estáveis em 2021 na comparação com 2020.
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"Esse acréscimo tem trazido mais cautela para os lançamentos", diz o presidente da Aelo, Caio Portugal. De maneira geral, o executivo também afirma que, apesar da queda brusca nos estoques de terrenos, os preços dos lotes ficaram, em média, 8,5% mais caros. A exceção, diz ele, são os condomínios fechados voltados para a alta renda.
Nesses casos, alguns empreendimentos viram uma alta nos valores de venda de até 100% em pouco mais de um ano de pandemia de covid-19.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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