🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Os campeões do ano

Bitcoin foi ativo mais rentável do ano e o único que conseguiu superar a inflação; veja a lista completa dos melhores investimentos de 2021

Criptomoeda foi seguida pelo dólar e pelas debêntures; veja o ranking completo dos investimentos que tiveram retorno positivo no ano

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
30 de dezembro de 2021
15:27 - atualizado às 11:02
bitcoin, dólar e touro do bull market
Bitcoin e dólar foram os dois ativos que mais se valorizaram no ano. Imagem: Shutterstock

O ano de 2021 não foi nada fácil para o investidor brasileiro, nem quando consideramos as mais bem-sucedidas classes de ativos. A inflação galopante, que obrigou o Banco Central a dar um cavalo de pau nos juros e elevar a Selic bruscamente, colocou no chinelo mesmo as aplicações financeiras que se saíram bem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os principais investimentos, apenas um conseguiu vencer a alta generalizada dos preços no Brasil: o bitcoin. Apesar da forte volatilidade ao longo do ano e do seu inferno astral recente, a criptomoeda conseguiu acumular uma valorização de mais de 70% em reais em 2021, ficando à frente do IGP-M e do IPCA de dois dígitos.

A principal moeda digital do planeta começou o ano cotada a cerca de R$ 150 mil, e hoje já está na casa dos R$ 260 mil, mas chegou a ultrapassar os R$ 370 mil no melhor momento do ano.

Em dólares, a valorização do bitcoin foi da ordem de 60%, passando de cerca de US$ 29 mil no início do ano para os atuais US$ 47 mil. Na máxima, o criptoativo foi aos US$ 68 mil.

O segundo melhor ativo do ano, porém, já não conseguiu vencer a inflação oficial projetada, dada a sua queda de mais de 2% no último pregão do ano. O dólar fechou 2021 com um ganho de cerca de 7,5%, terminando o ano em R$ 5,58. No começo de 2021, a divisa rondava os R$ 5,20. É… bons tempos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Finalmente, em terceiro lugar, vieram as debêntures, papéis de renda fixa que representam títulos de dívidas de empresas, que se beneficiaram da inflação e dos juros em alta, dado que costumam ter sua remuneração atrelada a índices de preços ou ao CDI. Seu retorno médio superou os 6% no ano.

Leia Também

Confira a seguir o ranking completo dos melhores investimentos de 2021, isto é, aqueles que conseguiram obter algum retorno positivo no ano. Todos os investimentos da tabela têm fechamento em 30 de dezembro de 2021, exceto onde indicado.

Os melhores investimentos de 2021

InvestimentoRentabilidade em 2021
Bitcoin74,38%
IGP-M17,78%
IPCA*10,02%
Dólar à vista7,46%
Dólar PTAX7,40%
Índice de Debêntures Anbima Geral (IDA - Geral)6,84%
Poupança antiga**6,17%
Índice de Debêntures Anbima - IPCA (IDA - IPCA)5,69%
Ouro4,43%
Selic4,36%
CDI4,36%
Poupança nova**2,94%
(*) Segundo projeção do último Boletim Focus do Banco Central, de 27/12/2021.
(**) Poupança com aniversário no dia 28.
Fontes: B3/Broadcast, Banco Central, Anbima e Coinbase, Inc..

Uma montanha-russa e tanto

As criptomoedas foram, sem dúvidas, as grandes estrelas do ano em termos de rentabilidade. A valorização do bitcoin, inclusive, não foi nada perto dos retornos impressionantes de algumas delas, como o AXS, que subiu quase 19.000%.

Mas vamos nos ater à principal e maior criptomoeda do mercado. O gráfico de desempenho do bitcoin em 2021 é uma verdadeira montanha-russa, com duas grandes pernadas de alta e um grande vale no meio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa baixa no meio do ano se deu por conta da proibição da China à mineração de criptomoedas no seu território, após uma série de restrições aos criptoativos.

Responsável por boa parte da mineração do planeta, o gigante asiático abalou o mundo cripto, mas os mineradores logo se realocaram, e o mercado conseguiu restabelecer o seu normal.

Mais recentemente, o aperto monetário do banco central americano (como veremos adiante) e a detecção da variante ômicron do coronavírus causaram um novo movimento global de aversão a risco, que vem impactando negativamente o preço do bitcoin. Mesmo assim, não foi o suficiente para levar a cripto de volta às mínimas do ano.

O grande motor de alta do bitcoin no ano foi sem dúvida a popularização do investimento cripto. A chegada de novos investidores pessoas físicas e institucionais e a profissionalização desse mercado pressionou os preços dos criptoativos para cima.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em adição a isso, na primeira pernada de alta do bitcoin no ano, a abertura de capital da corretora de criptomoedas (exchange) Coinbase, com oferta de ações na bolsa, foi o grande motivador da valorização.

Uma retrospectiva do ano

O ano começou com a perspectiva de reabertura e reaquecimento da atividade econômica com o avanço da vacinação contra a covid-19, elevação temporária da inflação (tanto aqui como nos Estados Unidos) e alguma alta nos juros (mas nada cavalar).

Basta olhar para as perspectivas do mercado para os principais indicadores econômicos no início do ano para ver que era para 2021 ter sido um ano bom, inclusive para os investimentos.

Segundo o último relatório Focus de 2020, publicado no dia 31 de dezembro, o mercado esperava que 2021 terminasse com avanço de 3,40% no Produto Interno Bruto (PIB); inflação de 3,32%, abaixo do centro da meta para este ano, que é de 3,75%; dólar a R$ 5; e Selic em 3,00%. Risos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em vez disso, a reabertura aconteceu, mas não foi a boia de salvação que se esperava. Muito embora a estimativa para o crescimento econômico brasileiro tenha subido bastante, com o PIB surpreendendo para cima, a recuperação e os bons resultados das empresas não bastaram para vermos uma redução brusca no desemprego, um aumento na renda da população ou uma disparada nos preços das ações.

Agora, o mercado espera um crescimento de 4,51% para o PIB em 2021. Mas, segundo o IBGE, o desemprego caiu de 14,2% para 12,1% apenas - o país ainda tem quase 13 milhões de desempregados -, e o rendimento médio despencou de R$ 2.686 para R$ 2.449.

Além disso, vimos a inflação surpreender para cima, e agora o IPCA deve terminar o ano na casa dos 10%, corroendo o poder de compra da população em um cenário de desemprego ainda alto e renda nominal mais baixa.

Inflação e alta do dólar

A pressão inflacionária vem de várias frentes e foi tudo menos temporária, tanto no Brasil quanto no exterior, e acabou motivando um movimento global de alta nos juros que só favoreceu os investimentos conservadores, em detrimento dos ativos de risco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De saída, vimos uma continuidade da inflação de oferta que começou a se desenhar durante a pandemia em 2020, com a desorganização das cadeias produtivas em razão de lockdowns e fechamentos de fronteiras - que, por sinal, continuaram ocorrendo pontualmente ao longo de 2021. Em paralelo, tivemos uma recuperação econômica global, com aumento da demanda.

Também houve a questão da alta liquidez global - dinheiro abundante e barato. A grande quantidade de estímulos monetários por parte dos bancos centrais para combater as consequências econômicas e sanitárias da pandemia começou a cobrar o seu preço na forma de inflação (sem trocadilho).

Com a disparada dos preços nos Estados Unidos, o banco central americano foi obrigado a admitir o caráter mais permanente da inflação e a iniciar o processo de retirada dos estímulos monetários.

Inicialmente, com a redução das compras de ativos; em seguida, com a projeção de altas para os juros, para enxugar ao menos um pouco toda essa liquidez. A previsão é de três aumentos em 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O aperto monetário nos EUA, que tende a ser seguido por outros países ricos, provoca um movimento conhecido como “voo para a qualidade”, ou “fly to quality”, em inglês.

Os recursos financeiros globais começam a migrar dos ativos mais arriscados - moedas e ações de países emergentes, ações de empresas pequenas (small caps) e de empresas de tecnologia que ainda estão em estágios iniciais do seu ciclo de vida - para ativos mais “premium” - moedas e títulos de dívida de países desenvolvidos (notadamente o dólar e os títulos do Tesouro americano), além de ações e títulos de dívida de empresas mais estabelecidas.

Assim, vimos o dólar se valorizando ao longo do ano, ao mesmo tempo em que o real se depreciou. A moeda americana subiu cerca de 7,5% ante a divisa brasileira, mas se valorizou até mesmo ante as moedas fortes, numa alta de 6,72%.

Esse fortalecimento da moeda americana pesou sobre os preços dos produtos e matérias-primas que o Brasil importa, ao mesmo tempo em que serviu de incentivo às exportações, contribuindo para a escassez - e a consequente alta de preços no mercado interno - dos produtos que costumam ser exportados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também pudemos ver as consequências do “voo para a qualidade” nos mercados de ações. Enquanto as ações brasileiras sofreram (o Ibovespa tombou cerca de 12% no ano), os índices das bolsas americanas bateram recordes. No acumulado do ano, o Dow Jones avançou 20%, o S&P 500 teve alta de quase 30% e o Nasdaq teve ganho de 23%.

Inflação e alta dos juros

Mas nós também tivemos problemas internos que contribuíram para a inflação e a desvalorização da moeda, além da consequente alta dos juros que “ressuscitou” a renda fixa.

Por aqui, o Banco Central também deu estímulos monetários para segurar a onda durante os piores momentos da pandemia, na forma de um corte agressivo de juros até a outrora inimaginável casa dos 2%.

Diante do repique inflacionário, porém, a autoridade monetária precisou dar um cavalo de pau nos juros, elevando-os rapidamente ao atual patamar de 9,25% ao ano, muito acima do esperado inicialmente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em paralelo, a preocupação com o lado fiscal se traduziu no temor de rompimento do teto de gastos pelo governo, o que eventualmente acabou se concretizando, de certa forma.

Em meio a ruídos políticos e discussões em torno de orçamento, programa de transferência de renda e aumento de salários de servidores, as reformas e privatizações - vistas como tão necessárias pelo mercado - pouco andaram.

No fim das contas, o governo acabou conseguindo driblar o teto de gastos a fim de acomodar o Auxílio Brasil, o substituto do Bolsa Família, num valor mais elevado do que sua própria equipe econômica considerava razoável.

Apesar de as contas públicas terem chegado no fim do ano melhores que o esperado, houve uma piora geral na percepção do risco fiscal do país por parte do mercado, com essa sensação de falta de previsibilidade quando se fala em acomodar aumentos de gastos, ainda mais quando parecem ter cunho eleitoral e caráter permanente (ou quase).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim, não podemos esquecer que a crise hídrica encareceu o preço da energia elétrica, o que também contribuiu para pressionar a inflação.

A volta da renda fixa

A alta repentina e surpreendente da inflação e o aumento da percepção de risco fiscal acabaram por provocar uma disparada nos juros futuros - tanto os de curto como os de longo prazo -, que prejudicou muito os ativos que se desvalorizam em cenários de alta de juros.

É o caso dos títulos do Tesouro prefixados e atrelados à inflação, das ações - notadamente aquelas mais sensíveis aos movimentos das taxas, como as de varejo, tecnologia e construção civil - e dos fundos imobiliários.

Por outro lado, a alta repentina da taxa básica de juros a um patamar superior ao esperado inicialmente, a fim de combater a inflação galopante, contribuiu para que a renda fixa conservadora, atrelada à Selic ou ao CDI, voltasse a atrair os investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Até mesmo a modesta caderneta de poupança voltou ao seu retorno histórico máximo de 0,5% ao mês mais Taxa Referencial. Por sinal, quem porventura ainda tinha dinheiro na poupança antiga, aquela que nunca mudou de rentabilidade, teve um dos maiores ganhos do ano.

E as debêntures, onde entram nessa história? Bem, para começar, esses títulos costumam ter remunerações atreladas ao CDI ou a índices de preços, tornando-se atraentes em cenários de inflação elevada e juros em alta.

Além disso, são alternativas menos voláteis, e de uma forma geral, menos arriscadas, que as ações, mas que são capazes de remunerar acima de aplicações conservadoras de prazo semelhante. Fora que muitas delas são, hoje, isentas de IR para a pessoa física, o que se constitui num atrativo extra para o investidor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FEIRÃO DE IMÓVEIS SANTANDER

Banco Santander (SANB11) leiloa mais de 1100 imóveis com lances a partir de R$ 69 mil; veja detalhes

19 de fevereiro de 2026 - 15:14

O destaque entre os imóveis do leilão do Santander é um apartamento no bairro Paraíso, bairro nobre de São Paulo

MARCO NA HISTÓRIA DA NFL

Apenas 10 dias depois de vencer o Super Bowl, time campeão anuncia processo de venda da franquia

19 de fevereiro de 2026 - 12:30

Processo do time vencedor do Super Bowl de 2026 tem o potencial de se transformar na maior venda da história da NFL

JOALHERIA DE INFLUENCIADORES

Brincos, anéis, colares e mais: o que foi levado por bandidos que roubaram joalheria em bairro nobre de São Paulo em pleno Carnaval

19 de fevereiro de 2026 - 11:09

Todas as joias furtadas eram de ouro com diamantes; joalheria não possui seguro das peças

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS VIRTUAL

Lotofácil volta do Carnaval com o samba no pé e deixa 2 vencedores a poucos meses do primeiro milhão de reais; Mega-Sena pode pagar R$ 72 milhões hoje

19 de fevereiro de 2026 - 7:01

Os ganhadores do concurso 3615 da Lotofácil efetuaram suas apostas por meio dos canais eletrônicos da Caixa Econômica Federal.

LONGO CAMINHO

Como é a “Casa da Tesla”, que ganhou fama por causa de Elon Musk, mas ainda está longe chegar ao Brasil

18 de fevereiro de 2026 - 15:38

Até o momento, apenas 15 dos 50 estados dos Estados Unidos podem receber o módulo que ficou conhecido como a “casa da Tesla”

SEM QUERER, VIROU MILIONÁRIO

Menino de 10 anos faz investimento acidental em inteligência artificial e transforma cem dólares em US$ 70 milhões anos depois

18 de fevereiro de 2026 - 11:36

Menino da Malásia comprou domínio com as iniciais de seu nome em 1993; anos depois ganhou milhões com o investimento

QUEM RECEBE?

Rombo no FGC continua a escalar: fundo deve desembolsar quase R$ 5 bilhões após liquidação do Banco Pleno

18 de fevereiro de 2026 - 10:07

Segundo o FGC, cerca de 160 mil credores poderão ser ressarcidos após a liquidação do Banco Pleno; veja os próximos passos

LOTERIAS

Com R$ 72 milhões em jogo, Mega-Sena volta do Carnaval com prêmio mais alto da semana, mas destaque de hoje é a +Milionária

18 de fevereiro de 2026 - 8:40

Como a Mega-Sena só corre amanhã, a +Milionária é a loteria da Caixa com o maior prêmio em jogo na noite desta quarta-feira (28), mas outras modalidades também prometem prêmios milionários hoje. Confira os valores.

MERCADO DE COMMODITIES

A alta do petróleo tem prazo de validade? Descubra o que pode mudar o cenário, segundo o Citi

17 de fevereiro de 2026 - 12:01

Sem acordo entre EUA e Irã, Brent pode seguir firme; com diplomacia, banco projeta queda e reação da Opep+

AS APARÊNCIAS ENGANAM

Milionários discretos: aprenda a interpretar os sinais de que alguém tem muito mais dinheiro do que aparenta

17 de fevereiro de 2026 - 10:21

Pode ser que você conheça alguém que é milionário e nem percebeu por causa dos hábitos dessas pessoas

LEÃO À ESPREITA

IRPF 2026: estes são os documentos que você precisa reunir para a declaração de imposto de renda deste ano

16 de fevereiro de 2026 - 17:55

Com declaração pré-preenchida ou sem, o indicado é reunir todos os documentos e revisar as informações antes de submetê-las ao Fisco

ALÍVIO NO CAIXA

Maior fôlego para o Banco do Brasil? BNDES aprova R$ 7,5 bilhões para renegociações de dívidas no agronegócio

16 de fevereiro de 2026 - 17:25

Linha subsidiada pelo Tesouro busca dar fôlego ao agronegócio e reduzir risco de retração na produção

PLANTAS FALANTES

Que fertilizante é esse? Jardim permite que visitantes conversem com plantas que respondem perguntas

16 de fevereiro de 2026 - 10:27

Não tem o menor problema conversar com uma planta. Isso só é um problema se você ouvir uma resposta, diria um psiquiatra. Mas não se você estiver no Jardim Botânico da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Pode até parecer mentira, mas visitantes do jardim podem conversar com o total de 20 plantas e, o mais […]

BOMBOU NO SD

A conta do Master chega para o Banco do Brasil (BBAS3), o calendário do Pé-de-Meia em fevereiro e o brilho de um sol artificial: os destaques da semana

15 de fevereiro de 2026 - 15:12

A tormenta do Banco do Brasil, a fatura da crise do Banco Master e o Pé-de-Meia foram destaque no Seu Dinheiro; veja as matérias mais lidas dos últimos dias

LEÃO DE OLHO

IRPF 2026: gastos no cartão de crédito podem levar à malha fina — saiba como declarar no imposto de renda

15 de fevereiro de 2026 - 14:03

A Receita Federal mantém uma fiscalização forte sobre as operações de crédito, que obriga as instituições financeiras a reportarem movimentações que ultrapassem R$ 2 mil mensais

LOTERIAS

Teimosinha dá samba: aposta insistente ganha na Lotofácil, enquanto prêmio da Mega-Sena salta a R$ 72 milhões

15 de fevereiro de 2026 - 10:07

Enquanto a Quina e a Mega-Sena acumularam, a Lotofácil fez três vencedores ontem. Confira os números sorteados nas principais loterias da Caixa Econômica Federal

SEM BENEFÍCIO ESPECIAL

STF barra aposentadoria especial para vigilantes; benefício traria conta de R$ 154 bilhões ao INSS em 35 anos

14 de fevereiro de 2026 - 17:30

Segundo Alexandre de Moraes, o Supremo decidiu, em 2019, que guardas municipais não têm direito à aposentadoria especial por atividade de risco, e vigilantes não poderiam ter mais benefícios

TEM ATÉ PORTA-AVIÕES

Forças Armadas dos EUA se preparam para operações no Irã que podem durar semanas

14 de fevereiro de 2026 - 16:30

Exército se prepara para a possibilidade de operações prolongadas caso o presidente Donald Trump ordene um ataque contra o Irã

VAZAMENTO DE DADOS

Banco Central alerta: quais dados foram expostos em vazamento de mais de 5 mil chaves Pix do Agibank?

14 de fevereiro de 2026 - 15:21

Banco Central informa que 5.290 chaves Pix do Agibank tiveram dados cadastrais expostos após falha pontual no sistema da instituição

QUAL O PROBLEMA

O mundo rico deveria temer a “Brasilificação” da economia, diz The Economist

14 de fevereiro de 2026 - 14:30

O mundo rico deveria temer as consequências de juros altos para a economia, de olho nos problemas que essas taxas geram no Brasil

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar