O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com o grande número de IPOs na bolsa brasileira desde 2020, gestores da Truxt, Clave e SPX dizem que é preciso calma na hora de investir
A bolsa brasileira passa por uma explosão de IPOs: foram 26 aberturas de capital em 2020 e, neste ano, outras 19 companhias chegaram à B3. É um mercado que atrai investidores, mas que não está livre de riscos — e profissionais da Truxt, SPX e Clave, três das mais tradicionais gestoras de recursos do país, pregam cautela com o boom.
Afinal, com tantos prospectos sendo lançados, muitas vezes é difícil encontrar tempo para se debruçar sobre os números e estudar os planos de negócio — um cenário perfeito para que erros de análise sejam cometidos.
"Com empresas novas, é preciso ter um cuidado maior", disse Leonardo Linhares, sócio da SPX, em evento promovido pelo BTG Pactual. Além da questão do tempo, ele ainda destaca que a falta de um histórico de comportamento das companhias em ambientes de crise é outro fator que dificulta a tomada de decisão.
Bruno Garcia, CIO da Truxt, deu um exemplo prático para ilustrar o aquecimento dos IPOs: ele contou que, somente no primeiro trimestre deste ano, 76 empresas procuraram a gestora a respeito de uma potencial abertura de capital — apenas 13 de fato concluíram o processo.

"IPOs são maravilhosos, adoramos olhar para empresas novas, setores novos", disse Garcia. "Mas, no curto prazo, há certo exagero".
O gestor da SPX ainda destaca que tem sido comum ver altas ou baixas muito fortes nos primeiros dias de negociação de um papel — um comportamento que pode indicar uma definição de preço mal feita e que, em certa medida, pode ser fruto dos longo período sem IPOs no Brasil.
Leia Também
André Caldas, CIO da Clave Capital, ainda aponta outro fator que favorece as distorções nos IPOs: os chamados "temas quentes" do mercado.
Ele dá um exemplo: na esteira do sucesso da Rede D'Or e do bom desempenho das ações de Hapvida e NotreDame Intermédica, muitas empresas desse segmento estão tentando entrar no mercado. A percepção de que todo um setor tem boas perspectivas acaba criando distorções e problemas de avaliação.
"Quando tivermos uma Localiza, uma Natura, uma Renner [fazendo IPO], é claro que queremos achar", disse Caldas. "Mas com o excesso de liquidez, muitas empresas que não estão prontas estão vindo para a bolsa".
Segundo dados da CVM, há 31 companhias com pedidos de IPO em análise; outras 34 desistiram dos IPOs ao longo do ano.
Apesar da tradição, o Carnaval não é feriado nacional em 2026; datas aparecem como ponto facultativo no calendário oficial
Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso
Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed
Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.
Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro
Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira
A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira
Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos