O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Presidente italiano incumbe Mario Draghi a tarefa de formar novo governo, em meio a crise de saúde e econômica do país
Dizer que a política italiana é uma bagunça é quase um eufemismo. Praticamente todas as matérias a respeito do tema invariavelmente utilizam palavras como crise, renúncia e incerteza.
São pouco os primeiros-ministros que conseguem governar do momento em que são eleitos até o último de mandato. Podemos colocar parte da questão na conta do sistema parlamentarista, em que o mandatário pode ser deposto facilmente, bastando políticos e partidos saírem da base aliada.
Bom, a Itália agora está sem primeiro-ministro, depois que Giuseppe Conte renunciou ao cargo na semana passada, diante da falta de apoio no Parlamento.
O presidente da Itália, Sergio Mattarella, iniciou o processo de buscar um sucessor até as eleições – no sistema parlamentarista, quando um primeiro-ministro cai, o chefe de Estado (no caso da Itália, o presidente) inicia consultas com os partidos para verificar se existe algum nome capaz de formar uma coalizão para governar o país até as eleições, ou uma nova queda.
E após as consultas, ele creditou a responsabilidade de formar um governo a alguém fora do mundo político: Mario Draghi, ex-presidente do Banco Central Europeu (BCE).
Responsável pela política monetária da zona do euro entre 2011 e 2019, Draghi, de 73 anos, aceitou o desafio nesta quarta-feira (3). A repórteres, ele disse que topou a tarefa porque a Itália enfrenta uma série de duros desafios, que incluem uma crise de saúde e econômica provocada pela pandemia de covid-19.
Leia Também
“É um momento difícil”, disse ele. Ele fez um apelo pela união das diversas correntes políticas do país. “Nós temos a chance de fazer muito pelo nosso país.”
A notícia que ele está trabalhando para formar um governo fez a Bolsa de Valores de Milão subir mais de 2% nesta quarta-feira. Segundo analistas do banco italiano UniCredit, a possibilidade de a Itália ser governada por uma figura respeitada como Draghi “deve ser vista, especialmente pelos investidores, como uma solução muito boa no curto prazo”.
Draghi é economista e foi presidente do banco central da Itália entre 2006 e 2011, além de ter trabalhado no Tesouro italiano e no Banco Mundial.
Ele assumiu o BCE no auge da crise que assolava a zona do euro, sendo creditado como o principal responsável por evitar a desintegração da união monetária europeia.
Afirmando que estava preparado para fazer “o que fosse preciso”, ele bancou uma política monetária altamente acomodatícia, colocando os juros nos menores patamares da história, anunciando um programa de compra de títulos soberanos dos países do bloco e injetando 80 bilhões de euros por mês de recursos por meio de compra de títulos de instituições financeiras.
Em 2014, Draghi foi eleito pela revista Forbes como a oitava pessoa mais poderosa do mundo. Paul Krugman, vencedor do prêmio Nobel de economia em 2008, já chegou a chamá-lo de “o maior banqueiro central dos tempos modernos”.
* Com informações de agências internacionais
Mega-Sena 30 anos tem regras parecidas com as da Mega da Virada: prêmio não acumula e 90% do dinheiro é destinado a quem acertar as seis dezenas; veja mais detalhes do sorteio especial
Em 2025, a União Europeia foi o terceiro maior destino da carne bovina brasileira, atrás da China e dos Estados Unidos
A revogação do imposto sobre compras internacionais de até US$ 50, apelidado de “taxa das blusinhas”, abriu uma nova disputa entre indústria, varejo nacional e plataformas estrangeiras, com alertas sobre concorrência desigual, empregos e impacto na arrecadação
Apenas a Lotofácil e a Quina tiveram ganhadores na terça-feira (12). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (13), +Milionária pode pagar R$ 41 milhões.
Seleção brasileira fará amistosos contra Panamá e Egito antes da estreia na Copa do Mundo, em 13 de junho, contra o Marrocos; convocação final do Brasil sai em 18 de maio.
Após pressão popular e desgaste político, governo recua da cobrança criada em 2024 para encomendas do exterior; compras internacionais de até US$ 50 ficam isentas
Conhecido como o “banco central dos bancos centrais”, o BIS anunciou nesta terça-feira (12) o nome escolhido para o cargo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de segunda-feira (11). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (12), a Quina e a Timemania dividem as atenções com a Mega-Sena.
A realidade falou mais alto do que as vantagens de manter o Koru, megaiate que se transformou em uma dor de cabeça para Jeff Bezos
Com a bilheteria mundial de O Diabo Veste Prada 2, Miranda Priestly poderá usar Prada até de pijama se quiser
Decisão do STJ vai alterar o funcionamento de aluguéis de curto prazo em condomínios; Airbnb divulga nota
Rótulos precisam seguir parâmetros de transparência
A perspectiva de alta da inflação no país reflete a escalada das incertezas com a guerra no Oriente Médio, que provocou uma disparada nos preços do petróleo
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema