Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Ricardo Gozzi

É jornalista e escritor. Passou quase 20 anos na editoria internacional da Agência Estado antes de se aventurar por outras paragens. Escreveu junto com Sócrates o livro 'Democracia Corintiana: a utopia em jogo'. Também é coautor da biografia de Kid Vinil.

DREAM TEAM EVAPORA

O último a sair apaga a luz? Veja os principais nomes que deixaram a equipe de Paulo Guedes desde o início do governo

Nova debandada eleva a quase 20 o número de integrantes da equipe econômica a terem deixado o propalado “dream team” de Guedes em menos de três anos de governo

Ricardo Gozzi
22 de outubro de 2021
12:27 - atualizado às 13:40
Paulo Guedes
O ex-ministro da Economia, Paulo Guedes - Imagem: Jefferson Rudy/Agência Senado

Os pedidos de demissão apresentados na noite de ontem pelos secretários Bruno Funchal e Jeferson Bittencourt e seus respectivos adjuntos, Gildenora Dantas e Rafael Araujo, foram noticiados como uma “debandada”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de terem alegado razões pessoais, os integrantes da equipe econômica viram a “licença para gastar” admitida pelo ministro Paulo Guedes na noite de quarta-feira como a gota d’água para a permanência deles no governo.

Com isso, em menos de três anos, o “dream team” propalado por Guedes antes da posse do governo Jair Bolsonaro praticamente evaporou. Foram quase 20 integrantes que deixaram o governo, entre secretários do ministério e dirigentes de estatais.

O Seu Dinheiro traz a seguir um breve perfil das principais baixas sofridas pela equipe de Guedes em dois anos e dez meses de governo.

Joaquim Levy

Presidente do BNDES, Joaquim Levy foi a primeira baixa de peso da equipe econômica formada por Paulo Guedes, empossada em janeiro de 2019. O fato de ter atuado como ministro da Fazenda de Dilma Rousseff colocou Levy na alça de mira do presidente Jair Bolsonaro desde o princípio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele assumiu a presidência do BNDES sob a pressão de expor uma suposta “caixa-preta” que incriminaria administrações anteriores. Pressionado pelo presidente a demitir o diretor de mercado de capitais do BNDES Marcos Barbosa Pinto por suposta proximidade com o PT, Levy durou menos de seis meses no cargo.

Leia Também

Entregou a carta de demissão depois de Bolsonaro ter afirmado publicamente que ele estava “com a cabeça a prêmio”. Foi sucedido por Gustavo Montezano, que no início de 2020, depois de uma auditoria milionária, afirmou não haver caixa-preta no BNDES. Atualmente, Levy é diretor de estratégia econômica e relações com mercados no Banco Safra.

Marcos Cintra, secretário da Receita Federal

Liberal de quatro costados, Marcos Cintra foi a segunda baixa marcante da equipe econômica de Guedes. Encarregado de formular uma proposta de reforma tributária liberalizante, defendeu a criação de um imposto nos moldes da extinta Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF), conhecida nos tempos de Fernando Henrique Cardoso como o "imposto do cheque".

Foi demitido em setembro de 2019. Hoje, Cintra é vice-presidente e diretor administrativo de uma fundação ligada ao PSL.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mansueto Almeida, secretário do Tesouro Nacional

Levado para o seio do governo em 2016 por Henrique Meirelles, Mansueto Almeida tornou-se secretário do Tesouro Nacional em 2018, ainda durante o governo Michel Temer. Mantido na função por indicação de Paulo Guedes, Mansueto era visto como “guardião dos cofres” e fiador do processo de ajuste das contas públicas.

Deixou o Tesouro de maneira relativamente discreta, em julho de 2020, quando o país já se encontrava sob o impacto da pandemia. Depois de seis meses de quarentena, tornou-se sócio e economista-chefe do Banco BTG Pactual. Foi sucedido por Bruno Funchal.

Bruno Funchal, secretário Especial de Tesouro e Orçamento

Bruno Funchal era secretário da Fazenda do Espírito Santo quando foi convidado a integrar a equipe econômica de Paulo Guedes. Entrou como diretor de programas do Ministério da Economia e trabalhou na elaboração da proposta de um novo Pacto Federativo.

Considerado fiador do teto de gastos, pediu demissão ontem, depois de Guedes ter lavado as mãos com relação à regra. Alegou motivos pessoais. Junto com ele, saiu Gildenora Dantas, secretária especial adjunta do Tesouro e Orçamento, também alegando razões pessoais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Jeferson Bittencourt, secretário do Tesouro Nacional

Funcionário de carreira do Tesouro Nacional, Jeferson Bittencourt foi coordenador e subsecretário antes de ser alçado a secretário do Tesouro. Entregou sua demissão ontem, junto com Funchal, Gildenora e Rafael Araujo, secretário-adjunto do Tesouro Nacional.

Salim Mattar, secretário de Desestatização

À frente da Localiza, Salim Mattar construiu um império de locação de veículos no Brasil antes de envolver-se com política. Identificado como o quarto maior doador nas eleições de 2018 - foram quase R$ 3 milhões doados a 28 candidatos de viés ultraliberal - Mattar foi convidado por Guedes para tocar a secretaria de desestatizações - ou privatizações - do governo Jair Bolsonaro.

Frustrado, entregou o cargo em agosto de 2020 com uma única  privatização no currículo, a da BR Distribuidora (atual Vibra Energia). Saiu junto com Paulo Uebel, o que foi qualificado pelo próprio Guedes como debandada.

Paulo Uebel, secretário de Desburocratização

Secretário de Gestão do prefeito paulistano Bruno Covas, o gaúcho Paulo Uebel deixou a posição na capital paulista para assumir uma missão digna de Tom Cruise: desburocratizar o governo federal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Responsável pela gestão e pelo chamado “governo digital”, sucumbiu aos atrasos no governo para o envio de uma proposta de reforma administrativa ao Congresso. Deixou o governo junto com Salim Mattar, em agosto de 2020, ao tomar conhecimento de que a reforma ficaria para 2021.

Wagner Lenhart, secretário de Gestão e Desempenho

Braço-direito de Paulo Uebel, Wagner Lenhart foi secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia. Em março de 2021, sete meses depois da saída de Uebel, Lenhart pediu demissão alegando motivos pessoais. No caso, o nascimento de seu primeiro filho.

Wilson Ferreira Jr., presidente da Eletrobras

Depois de quase duas décadas à frente da CPFL Energia, Wilson Ferreira Jr. entrou para a Eletrobras em 2016, no governo de Michel Temer, defendendo a privatização da empresa. Permaneceu na função a convite do governo Bolsonaro diante da expectativa de liderar o processo de venda da estatal. Pediu demissão no início deste ano em meio à demora do governo em levar adiante o processo.

Roberto Castello Branco, presidente da Petrobras

Roberto Castello Branco assumiu a Petrobras no início do governo Bolsonaro criticando a existência de monopólios e defendendo a menor presença possível do Estado na economia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

À frente da companhia estatal de petróleo e gás, promoveu uma série de vendas de ativos, mas foi cuidadoso em relação à polêmica mudança na política de preços de combustíveis da Petrobras, herdada do governo Temer.

Apontado como um entrave às tentativas de intromissão de Bolsonaro na estatal, Castello Branco também entrou na mira do chefe por ter adotado o home office na pandemia.

Foi substituído no cargo pelo general Joaquim Silva e Luna, que até o momento não fez maiores mudanças na política de preços de combustíveis da Petrobras. 

Rubem Novaes, presidente do Banco Brasil

Oriundo da mesma escola de Paulo Guedes, o Chicago Oldie e ex-diretor do BNDES, Rubem Novaes, assumiu o Banco do Brasil defendendo sua privatização.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A venda do banco estatal, entretanto, conta com oposição do próprio Bolsonaro. Novaes deixou o governo em meados de 2020 queixando-se de que “em Brasília, tem muita gente com o rabo preso”. Foi sucedido no cargo por André Brandão.

André Brandão, presidente do Banco do Brasil

Ex-presidente do HSBC, André Brandão foi convidado para suceder Rubem Novaes à frente do Banco do Brasil ciente da improbabilidade de privatização da instituição financeira. Depois de um processo de transição de quase dois meses, assumiu formalmente a presidência do BB em setembro de 2020.

Colocou-se na mira de Bolsonaro ao fechar agências do banco por todo o país e colocar em andamento dois programas de demissão voluntária. Renunciou ao cargo em março de 2021.

Waldery Rodrigues, secretário de Fazenda

Com quase três décadas de atuação no setor público, Waldery Rodrigues teve passagens pelo Ipea e pela área técnica do Senado antes de ingressar na equipe econômica do governo federal em 2016, a convite do então ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Waldery entrou para o governo Bolsonaro na posição de Secretário da Fazenda. Afirma ter sido exonerado por Guedes após um pedido pessoal. A função de Waldery foi acumulada por Bruno Funchal.

Vanessa Canado, secretária especial do Ministério da Economia

Advogada especializada em direito tributário, Vanessa Canado deixou sua posição no Ministério da Economia em abril, junto com o secretário da Fazenda Waldery Rodrigues.

A decisão teria sido tomada depois de o presidente da Câmara, Arthur Lira, ter resolvido levar adiante a discussão da reforma tributária em moldes diferentes dos defendidos pelos assessores mais próximos de Guedes.

Susana Guerra, presidente do IBGE

Susana Guerra assumiu a presidência do IBGE em fevereiro de 2019. Diante da pandemia, implementou modelos alternativos para manter a coleta de informações para as pesquisas da agência. Pediu demissão em março de 2021, depois da aprovação de um corte de 96% no orçamento do Censo Demográfico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CENÁRIO BRASILEIRO

Juro real duplica o patrimônio em 10 anos, mas ‘não é sustentável’ para a economia, alerta Mansueto

31 de março de 2026 - 16:40

Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, avaliou o cenário da economia brasileira no evento Global Managers Conference 2026

APETITE POR EMERGENTES

Guerra, petróleo caro e fuga dos EUA: o combo que pode jogar a favor do Brasil, segundo André Esteves, do BTG

31 de março de 2026 - 13:29

Chairman do BTG Pactual vê fluxo global migrando para emergentes e revela “carta na manga” brasileira; confira

CHOQUE ALÉM DO PETRÓLEO

A guerra no Oriente Médio já chegou no seu bolso — e os bancos tentam colocar em números o peso dessa inflação

31 de março de 2026 - 13:03

Entre preço de fertilizantes e desabastecimento de materiais, analistas aumentam as projeções de inflação para alimentos

SÓ O COELINHO NÃO DESCANSA

Feriados e chocolates: abril traz Páscoa e Tiradentes após um mês sem feriados nacionais; confira as datas

31 de março de 2026 - 7:45

Confira o calendário de feriados de abril para se programar e aproveitar para descansar durante o mês

EMPRESTA O BRILHO?

Lotofácil 3649 faz multimilionário na RMSP e teimosinha leva prêmio principal da Quina 6989; concurso 2374 da Timemania promete hoje prêmio maior que o da Mega-Sena 2991

31 de março de 2026 - 7:02

Lotofácil e Quina foram as únicas loterias a terem ganhadores na segunda-feira (30). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Já os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.

AGENDA MENSAL DE BENEFÍCIOS

Bolsa Família, Pé-de-Meia, Gás do Povo e mais: veja o calendário completo dos programas sociais do governo para abril de 2026

31 de março de 2026 - 5:29

Bolsa-Família, Gás do Povo e mais programas sociais do governo realizam pagamentos neste mês; confira a agenda

MCMV PARA A CLASSE MÉDIA

Novo teto de R$ 600 mil do Minha Casa Minha Vida contempla imóveis em 1,4 mil ruas de São Paulo — em quais bairros estão essas casas e apartamentos?

30 de março de 2026 - 19:28

Um bairro da Zona Norte tem o maior número de ruas com imóveis que integram o novo limite do Minha Casa, Minha Vida, mas ainda está fora do radar dos compradores

EFEITO DOMINÓ

Guerra pressiona inflação global e pode travar cortes de juros, alerta FMI; Brasil já sente os primeiros efeitos

30 de março de 2026 - 16:46

Fundo vê risco de pressão persistente nos preços e alerta para impacto nas expectativas; mercado brasileiro já revisa IPCA para cima

BC JOGA NO TEMPO

Por que o BC pisou no freio? “Gordura” da Selic vira trunfo em meio à turbulência global e permite “ganhar tempo”, diz Galípolo

30 de março de 2026 - 13:05

Em evento, Gabriel Galípolo afirma que novos choques externos não mudaram a trajetória da política monetária; veja o que ele disse

O RECADO DO MERCADO

Inflação dá sinal de alerta no Focus: mercado piora projeções para alta dos preços e reforça juros altos por mais tempo

30 de março de 2026 - 9:03

Economistas ajustam expectativas para os próximos anos e reforçam cenário de desinflação mais lenta; veja estimativas no relatório desta semana

FICOU NO VÁCUO

Mega desprestigiada? Dupla de Páscoa, +Milionária e mais 4 modalidades começam a semana com prêmios maiores que o da Mega-Sena

30 de março de 2026 - 7:52

Mega-Sena acaba de sair pela terceira vez em março e fica longe do pódio dos maiores prêmios das loterias da Caixa. Dupla de Páscoa lidera pela segunda semana seguida, mas posição tem data de validade.

O COELHINHO ENGORDOU

Caixa anuncia aumento de 14,3% no prêmio da Dupla de Páscoa; veja quanto vai ser sorteado no feriado prolongado

30 de março de 2026 - 6:44

Sorteio da Dupla de Páscoa de 2026 está marcado para o próximo sábado, dia 4 de abril. A estimativa original de prêmio era de R$ 35 milhões. Agora o valor aumentou.

CERTEZA DA INCERTEZA

Fim da linha para a queda da Selic? As perspectivas para os juros no Brasil com a guerra e a eleição pela frente

30 de março de 2026 - 6:04

Na Europa e nos EUA já se fala em aumento dos juros devido aos riscos inflacionários; economistas respondem se Brasil corre esse risco também

ALÉM DO PETRÓLEO

Cenário de estresse global muda o jogo para a inflação e a Selic: veja o que pode acontecer com os juros, segundo o Inter

29 de março de 2026 - 17:09

Segundo o banco, o aumento do petróleo traz pressão não só para o preço dos combustíveis e deve se espalhar por alimentos e bens industriais

COMBUSTÍVEL MAIS CARO

Alckmin espera fim de guerra em 60 dias e admite prorrogar subsídio ao diesel, com petróleo acima dos US$ 100

29 de março de 2026 - 14:40

Alckmin disse que o governo tem dialogado com os estados, mas que não pode obrigá-los a reduzir o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o diesel importado

CONTA MAIS CARA EM ANO ELEITORAL?

Para atenuar alta na conta de luz, governo pode conceder crédito de R$ 7 bilhões a distribuidoras de energia elétrica

29 de março de 2026 - 11:07

No início deste mês, por exemplo, houve reajuste médio de 15,46% para as tarifas da Enel Rio de Janeiro. Para a alta tensão, como grandes indústrias, a elevação foi de 19,94%

TÃO DOCE E TÃO SALGADO

Páscoa sem chocolate? Como a escassez de cacau vai influenciar um dos feriados mais esperados pela criançada

29 de março de 2026 - 10:22

Com a commodity disparando mais de 400%, fabricantes reformulam produtos e levam consumidores a buscar alternativas aos tradicionais ovos de chocolate

SEM ACORDO

Após 30 dias de guerra, Irã fecha o cerco no Estreito de Ormuz

29 de março de 2026 - 9:57

Teerã adotou medidas para gerenciar o tráfego na via marítima, visando impedir que “agressores e seus parceiros” utilizem o canal para fins militares contra o território iraniano

AS MAIS LIDAS DO SD

Dividendos extraordinários da Vale (VALE3), o susto de Raízen (RAIZ4) e Pão de Açúcar (PCAR3) e a febre das loterias: confira o que bombou na semana

28 de março de 2026 - 15:31

O ranking das mais lidas do Seu Dinheiro traz as projeções do BTG para os dividendos da Vale, o alerta sobre a onda de recuperações judiciais e a sorte grande nas loterias da Caixa

DISPARADA DO PETRÓLEO

Combustíveis mais caros, lucro 37% maior: quem está ganhando com a guerra?

27 de março de 2026 - 18:45

Enquanto diesel e gasolina ficam mais caros, fatia de distribuidoras e postos engorda; PF investiga preços abusivos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia